27 de abril de 2011
 
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Heineken® Global apresenta seu relatório de operações referente ao primeiro trimestre de 2011

A Heineken Global anunciou hoje seu relatório de operações para o primeiro trimestre de 2011. O período é sazonalmente menos significativo em termos da contribuição do volume e dos lucros. Em 2010, o primeiro trimestre representou 19% do volume consolidado de cervejas e consideravelmente menos em termos de contribuição dos lucros.

  • O volume consolidado de cervejas cresceu 44% para 33.8 milhões de hectolitros, devido à consolidação pela primeira vez das operações com cervejas da FEMSA e um aumento orgânico do volume de 5.5%. Todas as regiões contribuíram para o crescimento orgânico;

  • O volume da marca Heineken® no segmento premium internacional cresceu 5.7%, alcançando 6 milhões de hectolitros;

  • As receitas cresceram 22%refletindo um crescimento orgânico de 3.6%, o benefício de mudanças no escopo da consolidação e de movimentos favoráveis nas taxas de câmbio;

  • O EBIT (beia) cresceu mais de 20% em uma base orgânica, impulsionado por volumes superiores e a realização de economias de custos contínuas;

  • Organicamente falando, o lucro líquido (beia) cresceu substancialmente devido a um EBIT superior e a despesas com juros menores.


Resultados financeiros

As receitas cresceram cerca de 22% para €3.591 milhões. Organicamente falando, as receitas cresceram 3.6%, como resultado de volumes superiores, embora o mix de preços e vendas tenha permanecido estável. O impacto líquido das mudanças no escopo da consolidação contribuiu com €518 milhões, com movimentos favoráveis das taxas de câmbio contribuindo com outros €32 milhões.

Organicamente falando, o EBIT (beia) cresceu mais de 20%, refletindo um maior volume e a realização de economias de custos contínuas de TCM. A taxa de gastos com marketing (despesas de marketing como percentual das receitas) foi menor se comparada ao mesmo trimestre do ano anterior. Para todo o ano de 2011, a Heineken espera que a taxa de gastos com marketing fique acima do último ano. Os custos com insumos por hectolitro estiveram em linha com o mesmo período do ano passado. As mudanças líquidas no escopo da consolidação e os movimentos cambiais favoráveis fizeram o EBIT (beia) crescer cerca de 24%. A participação da Heineken nos lucros líquidos de empresas associadas e empresas comuns (“joint ventures”) foi substancialmente superior. Não esperamos que o crescimento orgânico do EBIT (beia) observado no primeiro trimestre seja indicativo do nosso desempenho no ano todo.

Organicamente falando, o lucro líquido (beia) cresceu substancialmente devido a um maior EBIT (beia) e a custos com juros menores. O lucro líquido reportado no trimestre foi de €151 milhões.

Mudança no escopo da consolidação no primeiro trimestre

As principais mudanças no escopo da consolidação a terem um efeito sobre o volume, as receitas e os lucros consolidados incluem:

  • As operações com cervejas da FEMSA no México e no Brasil: consolidado a partir de 1º de maio de 2010

  • Waverley TBS no Reino Unido: desconsolidada a partir de 1º de julho de 2010

  • Multi Bintang Indonésia e GBNC: transferidas para a “joint venture” com a Asia Pacific Breweries (APB) a partir de 1º de fevereiro de 2010
As cinco cervejarias do Grupo Sona adquiridas em janeiro de 2011 ainda não foram consolidadas.

Desenvolvimento do volume do grupo de cervejas: primeiro trimestre de 2011

O volume do grupo de cervejas cresceu 6.7% em uma base orgânica, liderado por desempenhos sólidos em termos de volume nas regiões da África, Américas e Ásia Pacífico e se beneficiando de um fraco período comparativo na Europa Central e do Leste.

O volume da marca Heineken® no segmento premium internacional cresceu 5.7%, com desempenhos particularmente fortes na África (+15%) e na Ásia (+12%). Os países que mais contribuíram para esse crescimento foram Vietnã, Brasil, França, Rússia, África do Sul e Chile, os quais mais do que compensaram os volumes menores da marca Heineken nos Estados Unidos e na Grécia.

O volume na Europa Ocidental cresceu em uma base orgânica, apoiado por volumes superiores no Reino Unido, França e Países Baixos. Os volumes na Espanha, Itália, Irlanda e Portugal declinaram na medida em que esses mercados continuam a sofrer o impacto negativo de condições econômicas difíceis

O crescimento orgânico do volume na Europa Central e do Leste foi impulsionado por fortes ganhos de volume na Rússia se comparados ao primeiro trimestre de 2010, quando os volumes sofreram o impacto dos preços superiores após o significativo aumento dos impostos sobre consumo. O volume também cresceu na Bielorrússia, Áustria, Romênia, Alemanha e Sérvia embora os volumes tenham sido menores na Polônia e na Grécia

O crescimento do volume de dois dígitos se manteve na África e no Oriente Médio, refletindo sólidos desempenhos comerciais na região subsaariana, compensada em parte pelo declínio do volume no Egito após os distúrbios políticos no país. Em janeiro, a Heineken anunciou a aquisição de cinco cervejarias do Grupo Sona na Nigéria, aliviando restrições de capacidade. O governo da Etiópia confirmou recentemente que a Heineken apresentou as maiores ofertas para duas cervejarias estatais do país e a Empresa agora está aguardando o resultado desse processo de privatização.

O forte desempenho nas Américas foi impulsionado pela consolidação pela primeira vez das operações com cervejas da FEMSA e pelo forte crescimento orgânico do volume na Compania Cerveceria Unidas (CCU). As quedas de volumes nos EUA durante o trimestre foram menores. Os volumes, com base nos dados pro-forma, cresceram tanto no México quanto no Brasil.

Na região da Ásia Pacífico, os volumes cresceram 11% organicamente, impulsionados por desempenhos sólidos dos volumes em todos os nossos principais mercados, incluindo Vietnã, Índia e Taiwan. Em março, a Heineken-APB China (HAPBC) anunciou a alienação estratégica da sua participação de 21% na Kingway Brewery. Como resultado, a Heineken reconhecerá um ganho líquido de cerca de €20 milhões na rubrica 'Participação no lucro líquido de empresas associadas e empresas comuns (“joint ventures”)' no final de 2011

Atualização das Perspectivas para 2011

A Heineken continua confiante num desenvolvimento contínuo e positivo dos volumes na America Latina, África e Ásia. Embora estejamos testemunhando condições econômicas gradualmente melhores em um certo número de países da Europa e nos EUA, os consumidores continuam cuidadosos no seu comportamento de consumo, particularmente nos canais ligados a estabelecimentos comerciais.

A Heineken está focando no aumento da sua participação em termos de valor e volume nos seus principais mercados, apoiado por maiores investimentos em marketing e na inovação. A Empresa almeja obter uma expansão da sua carteira de produtos de alta margem, incluindo a cidra Strongbow Gold e as marcas Desperados. A nova campanha multimídia global para a marca Heineken® será lançada em 30 mercados no primeiro semestre do ano, incluindo nos mercados chave dos EUA, Reino Unido, Espanha, Grécia, Polônia e Canadá. Espera-se que as maiores despesas de marketing planejadas para 2011 afetem o desenvolvimento dos lucros no mais curto prazo, particularmente em toda a nossa região européia. Porém, esperamos que esse investimento apóie nosso foco na construção do valor da marca no longo prazo e fortaleça ainda mais nossa posição de liderança nos principais mercados.

A Heineken continua a realizar sinergias a partir das operações com cervejas adquiridas da FEMSA e confirma sua meta de economias de custos declarada anteriormente de €150 milhões até o final de 2013. Como parte da estratégia para a carteira da marca Cuauhtemoc Moctezuma, a marca Heineken® foi lançada no México no dia 15 de março de 2011.

Para todo o ano de 2011, a Heineken confirma sua projeção de um aumento baixo de um único dígito nos custos com insumos com base em cada hectolitro.

Sobre a Heineken Brasil

A Heineken Brasil foi criada formalmente em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA. Baseada em São Paulo, é subsidiária da Heineken NV, uma das maiores cervejarias do mundo. No país, a empresa gera cerca de 2,3 mil empregos e possui oito cervejarias localizadas em Jacareí (SP), Araraquara (SP), Gravataí (RS), Ponta Grossa (PR), Cuiabá (MT), Feira de Santana (BA), Pacatuba (CE) e Manaus (AM) com capacidade total de produção de 19 milhões de hectolitros. São produzidos e comercializados no país os seguintes produtos: Kaiser, Summer Draft, Kaiser Bock, Gold, Bavaria Clássica, Bavaria Premium, Bavaria sem álcool, Heineken, SOL Pilsen, Sol Premium, Xingu e Santa Cerva. A companhia importa ainda as cervejas Dos Equis, do México, Amstel Pulse, da Holanda, Birra Moretti, da Itália, Edelweiss, da Áustria, Murphy’s Irish Stout e Murphy’s Irish Red, ambas da Irlanda.

Marca de cerveja premium mais internacional e valiosa do mundo, a Heineken está presente em quase todos os países. A Heineken International é a maior cervejaria da Europa, segunda do mundo em rentabilidade e a terceira em volume. A Heineken opera 140 cervejarias em mais de 70 países, e em 2010 vendeu 192,3 milhões de hectolitros.
  
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