CO2

Com uma série de investimentos em ações de grande impacto, a HEINEKEN Brasil está reduzindo, ano a ano, as emissões de CO2 resultantes da atividade produtiva. Apenas em 2014 essa redução atingiu a impressionante marca de 10,6%, apesar do aumento na produção registrado no período. É um resultado excepcional, conquistado por meio de uma série de iniciativas de otimização de processos, conduzidas de acordo com a metodologia do programa Total Productive Management (TPM), iniciado em janeiro de 2011 como parte da estratégia global da companhia.

Entre as ações importantes está a substituição, nas fábricas de Araraquara (SP) e de Ponta Grossa (PR), das caldeiras movidas a óleo de baixo ponto de fluidez (BPF), um combustível fóssil, por caldeiras alimentadas por biomassa obtida de cavaco de madeira proveniente de reflorestamento certificado. A mudança resultou em uma redução nas emissões totais de CO2 equivalente a um corte de 9,4% nas emissões totais da HEINEKEN Brasil.

Em Gravataí (RS), em 2014, a geração de vapor também deixou de ser feita por caldeira de óleo BPF e passou a ser obtida por meio de uma caldeira de gás natural – o que evitou, em um ano, a emissão de 188 toneladas de CO2 e 782 kg de dióxido de enxofre.

Além da modificação no tipo de caldeiras, a HEINEKEN Brasil também investiu em uma série de ações que permitiram reduzir o consumo de energia elétrica – e consequentemente de CO2. Em 2014, a companhia registrou um índice de consumo específico de energia elétrica de 9,9 kWh por hectolitro de cerveja, um volume menor do que os 10,3 kWh/hl consumidos em 2013. No mesmo ano, o consumo de energia térmica da HEINEKEN Brasil teve uma redução específica de 7,5% em MJ/hl.

Esses resultados refletem o acerto da implantação de mais de 300 boas práticas industriais em um ano, orientadas pela metodologia TPM, o que confirma o compromisso da HEINEKEN assumido em sua estratégia de Sustentabilidade Brewing a Better World (BaBW).