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Blocos de Carnaval 2018: vem pular com Amstel!

Blocos de Carnaval 2018: vem pular com Amstel!

Carnaval, o feriado mais brasileiro de todos os feriados, já começou para os blocos de rua. A Amstel, grande apoiadora do tradicional Carnaval de rua em São Paulo, Rio de Janeiro e agora também em Belo Horizonte, quer ver muita folia em 2018. E nada melhor do que celebrar seus 3 anos no Brasil com essa festa tão linda, que reúne tanta gente bacana e diverte a todos.

A cerveja Amstel fez sua estreia no mercado brasileiro em 2015, justamente na época do feriado de Carnaval. Para começar com o pé direito ela foi apoiadora de vários blocos de rua da capital paulista. Uma cerveja de alta qualidade, com receita europeia, cheia de sabor e leveza. Agora em 2018 vai chegar em terras mineiras, na capital Belo Horizonte, para cair na folia com os bloquinhos.

E claro, todo Carnaval tem seu fim, mas para chegar bem no final é preciso beber com responsabilidade. Por isso a Amstel está com uma campanha junto com os foliões alertando sobre o consumo exagerado de bebidas alcoólicas e todas as consequências que ele traz. E para ajudar todo mundo a se manter hidratado, serão distribuídos copos de água gratuitamente em pontos estratégicos na cidade de São Paulo.

E você já sabe em qual bloco de rua vai desfilar esse ano?

Então veste a fantasia e vem se divertir com os blocos que tem apoio da Amstel:

SÃO PAULO

Bloco Tarado Ni Você

Bloco criado como uma homenagem ao cantor e compositor Caetano Veloso.

• Dia 10 de fevereiro - sábado

• Concentração: Av São João com Av. Ipiranga (em frente ao Bar Brahma) - Centro – São Paulo 10/02/2018

• Horário: das 10h até as 16h

Bloco do Apego

Um bloco fundado por amigos para amigos, com DJ, carro de som e uma volta no quarteirão.

• Dia 17 de fevereiro - sábado

• Concentração: R. Fernão Dias, 250 - Pinheiros – São Paulo

• Horário: das 14h até 19h

Bloco Pagu

O Bloco Pagu exalta a igualdade entre gêneros e liberdade individual da mulher. As interpretes principais, Barbara Eugênia, Julia Valiengo (Trupe Chá de Boldo) e Soledad serão as responsáveis por entoar clássicos da MPB que tornaram-se famosos através de interpretes importantes na história musical do país, de Carmem Miranda a Elis Regina, passando por Marisa Monte, Gal Costa, Maria Bethania, Dona Ivone Lara, Rita Lee, Alcione, Beth Carvalho, Baby do Brasil, Margareth Menezes, Elba Ramalho, entre outras.

• Dia 17 de fevereiro - sábado

• Concentração: Pateo do Colégio - Casa Verde – São Paulo

• Horário: das 15h até 20h

RIO DE JANEIRO

Bloco Corre Atrás

Bloco criado com a intenção de resgatar o velho Carnaval de rua. Apenas marchinhas e o hino composto pelo grande Edmundo Souto serão tocados. Homenagem a Paulinho da Viola

• Dia 12 de fevereiro – segunda-feira.

• Concentração: Posto 12, Leblon – Rio de Janeiro.

• Horário: Saída às 9h.

Bloco Me Gusta

• Dia 11 de fevereiro – domingo

• Concentração: na região da Lapa – Rio de Janeiro

• Horário: Saída às 12h

BELO HORIZONTE

Em Belo Horizonte, todos os blocos abaixo se apresentarão no mesmo local. Será o Baile na Quadra, que acontece durante o sábado e domingo de Carnaval.

• Dia 10 e 11 de fevereiro – sábado e domingo

• Concentração: Escola de Samba Cidade Jardim

• Horário: A partir das 18h

Bloco Chama o Síndico

Bloco Banda de Belo Horizonte, nascido no Carnaval de 2012 para homenagear dois mestres da música brasileira: Jorge Ben Jor e Tim Maia.

Havayanas Usadas

Bloco banda de chinelos nos pés, busca levar para a rua e para os palcos toda a energia do axé, a baianidade nagô e toda a alegria dos batuques e dos sons típicos da Bahia.

Então, Brilha

Surgido em 2010, com inspiração nos versos de que “Gente é para Brilhar”, o bloco defende de forma intransigente a valorização humana e a luta contra todas as opressões.

Bloco Me beija que eu sou Pagodeiro

Bloco eufórico-nostálgico carnavalesco que promove uma grande homenagem ao pagode anos 90 em BH!

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Você sonha em trabalhar em uma das maiores cervejarias do mundo? Ingresse no programa de estágio da HEINEKEN Brasil

O estágio do sonho pode estar mais perto do que você imagina. A HEINEKEN Brasil, uma das maiores companhias de bebidas do País, acaba de abrir as inscrições para o seu programa de estágio 2018.

Uma oportunidade imperdível para qualquer jovem em começo de carreira. A HEINEKEN Brasil é uma subsidiária da HEINEKEN NV, a maior cervejeira da Europa, a segunda em termos de rentabilidade e a terceira em volume. A HEINEKEN opera 170 cervejarias em mais de 70 países. Ela chegou ao país em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA e, em 2017, adquiriu a Brasil Kirin Holding S.A (“Brasil Kirin”), tornando-se o segundo player no mercado brasileiro de cervejas. No Brasil, a empresa gera mais de 10 mil empregos e tem 15 fábricas.

Vagas

Em sua segunda edição, estudantes que estejam no antepenúltimo ou penúltimo ano letivo de diversos cursos podem participar do processo seletivo, desde que preencham os pré-requisitos das vagas. Os interessados devem se cadastrar no site da 99 Jobs, até 22 de janeiro de 2018, quando encerram as inscrições.

Entre as áreas de atuação estão Marketing, Assuntos Corporativos, Recursos Humanos, Produção e Logística, Finanças e Vendas. Todos os participantes precisam ter inglês avançado e devem estar alinhados com os valores e princípios da companhia, que incluem: paixão pela qualidade, divertimento para a vida, além de respeito pelas pessoas e pelo planeta.

A empresa possui vagas para São Paulo (SP), Itu (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Alagoinhas (BA), Alexânia (GO), Benevides (PA), Caxias (MA), Igarassu (PE), Igrejinha (RS) e Recife (PE).

Perfil

Entre os perfis buscados pela companhia estão jovens engajados, comunicativos, inquietos e que queiram contribuir com esse novo capítulo na história da empresa. É importante que os candidatos possuam afinidade com o universo das bebidas e queiram “arregaçar as mangas”. Atualmente a empresa possui mais de 25 marcas em seu portfólio, entre bebidas alcoólicas e não alcoólicas, como cervejas Heineken, Eisenbahn, Baden Baden, Amstel, Devassa, refrigerante Itubaína, Água Schin, entre outras.

“A HEINEKEN é uma companhia empregadora que busca constantemente os melhores talentos do mercado, e que compartilhem dos nossos valores. Enquanto empresa aspiracional para diversos jovens profissionais, buscamos universitários que queiram inovar e crescer junto com a companhia e tenham vontade de fazer parte de um processo de constante transformação e crescimento.”, afirma Renata Labruna, diretora de RH da HEINEKEN Brasil.

Processo seletivo

Ao todo, o processo de seleção será composto por quatro etapas, que incluem testes online, dinâmicas em grupo e entrevistas individuais e com os gestores das áreas. Com início no começo de 2018 e duração de no máximo dois anos, o programa oferece aos candidatos aprovados no processo benefícios como bolsa-auxílio, vale-alimentação, vale-transporte ou fretado, plano de saúde e seguro de vida.

Para mais informações acesse: http://bit.ly/2EsSg2b

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Ícone no mercado de cervejas, Kathia Zanatta conta como se tornou referência na profissão

Kathia Zanatta é hoje uma das referências no mercado de cervejas do Brasil. É a primeira brasileira formada Sommelier de Cervejas pela Doemens Akademie, em Munique, na Alemanha. Mas, para os mais de dois mil alunos já formados por ela no Instituto da Cerveja Brasil (ICB), é mais conhecida como professora.

Sua formação inicial foi em Engenharia de Alimentos, época na qual se apaixonou pelas cervejas. Também realizou o curso de mestre cervejeira pelo Siebel Institute, em Chicago, nos Estados Unidos e se especializou em análise sensorial na Universidade de Campinas (Unicamp).

Kathia Zanatta
Kathia Zanatta

Em 2010 fundou ao lado do marido, Alfredo Ferreira, também mestre cervejeiro, e do amigo Estácio Rodrigues, as raízes do que viria a ser o ICB: o primeiro curso de sommelier de cervejas do Brasil, em parceria com a Associação Brasileiro de Sommeliers de São Paulo. E de lá para cá, não parou mais! Diante desse cenário, nada melhor do que trazermos um ícone feminino da cerveja em um bate papo sobre como ela se tornou referência num meio ocupado em sua maioria por homens.


Quando começou essa paixão por cerveja?

Foi na faculdade. Fiz Engenheira de Alimentos. Logo no começo cursei uma disciplina de tecnologia de bebidas e que continha tecnologia cervejeira. Me apaixonei. E decidi que eu queria trabalhar com cerveja. E fui atrás de estágios.

Como tinha estudado em colégio alemão, eu já tinha o sonho de morar na Alemanha. Vi nisso uma oportunidade de unir as duas coisas, já que é um país com grandes tradições cervejeiras. Comecei a mandar currículo, procurar contatos e houve uma grande coincidência: havia uma alemã na UNICAMP que estava fazendo intercâmbio e precisava de ajuda com algumas burocracias.

Por fim, ela me indicou alguns contatos que trabalhavam com cervejaria. Enviei currículos e acabou dando certo na Paulaner. No começo eu me interessei muito pela tecnologia e não pela bebida em si. Eu quase não bebia cerveja naquela época. Quando fui para Alemanha, em 2005, é que eu aprendi a beber e conheci outros estilos de cerveja. As American Lagers nunca foram uma paixão, mas a Weizebiers, Helles e todos os estilos alemães começaram a me ensinar um pouco mais deste universo. Voltei apaixonada não apenas por fazer cerveja, mas também por degustá-la.


Quais foram as principais dificuldades no início da sua carreira?

Na parte de sommeleria não tive. Na parte de tecnologia, de chão de fábrica, dentro de uma grande empresa, por ser mulher enfrentei alguns preconceitos. Mas isso nunca me abalou. Sempre fui muito segura. Para mim, sempre chegou um momento que dava respostas que tinha que dar e, inclusive, com essas respostas, ganhei o respeito de cervejeiros mais velhos. Nunca deixei ninguém passar por cima da minha opinião pelo fato de ser mulher. Eu acho que conquistei o respeito de muita gente me impondo.


Existe alguém que você se inspirou e admira no cenário cervejeiro? Quem e por quê?

A partir do momento que comecei a ter contato com as pessoas do universo cervejeiro, várias figuras me inspiraram. Uma pessoa muito importante para mim foi meu primeiro chefe, Martin Zuber, mestre cervejeiro da Paulaner. Ele me deu forças, me incentivou em um momento que, em 2005, poucas mulheres estavam nesse mercado. Me inspiro nele até hoje.

Depois, aqui no Brasil, o mestre cervejeiro Peter Ehrhardt, também foi uma pessoa que me inspirou, assim como muitos outros profissionais que eu trabalhei. Se eu pensar em um ídolo, extremamente admirável, é o professor Narcis, da Alemanha. Ele tem 90 anos, continua trabalhando, tem uma memória incrível, disposição, e é um cervejeiro admirável, tanto quanto pessoa também.


Qual assunto você mais sente prazer de conversar e compartilhar?

O que eu mais gosto hoje, o que mais me dedico, são os estilos de cerveja. Acompanho tudo o que surge e, principalmente, o que é voltado para análise sensorial. Harmonização também é outra área que gosto, que eu tento entender, ler e compartilhar, cada vez mais de uma forma mais técnica e menos subjetiva, procurando sempre estudos sérios. Acho que a gente precisa encontrar as bases e as comprovações das teorias de harmonização.


Quais são os desafios e responsabilidades de ser professora e também juíza de cervejas?

Ser professora é um grande desafio. As pessoas vão levar para a vida o que nós falamos em sala, vão levar para suas carreiras. Procuro sempre passar meus conhecimentos de forma segura, de forma correta, por isso sempre continuo lendo e estudando. É uma grande responsabilidade. Nos concursos, da mesma forma. Estamos julgando o trabalho dos outros. É necessário julgar com muita concentração, com muita dedicação.


Qual foi o momento mais marcante da sua carreira?

Um momento muito marcante para mim foi quando trabalhei como trainee e desenvolvi meu projeto na Baden Baden, em Campos do Jordão. Quando eu apareci lá, o pessoal das antigas me olhava meio torto. Cheguei a levar uns “coices” do mestre cervejeiro da época. Mas devolvei à altura e acabei conquistando ele e todos os funcionários. As coisas mudaram a partir daí. Cultivamos um relacionamento muito bom e no final me deram o uniforme deles. Fico até emocionada. Aquilo para mim foi um gesto que nunca tinha acontecido, de eu ter conquistado a confiança, de ter mostrado para eles que trabalhei pra valer.


Com toda a sua experiência em análise de cervejas, você consegue descansar? Quer dizer, consegue beber uma cerveja sem analisar ou é algo automático?

Não. Eu tenho momentos de descanso. Tem horas que quero pegar em uma long neck e beber no gargalo (risos). E há outros em que nem quero ver cerveja na frente. Quero um vinho! Então, sim, nos meus momentos de lazer eu desencano. Mas também bebo uma super cerveja, apreciando, por prazer.


Qual foi o estilo de cerveja que mais agradou seu paladar no início da carreira? E hoje, qual é? O paladar muda nesse sentido?

Com certeza a gente evolui. No início da carreira foi a Weiss, até porque tudo começou na Alemanha. Hoje ainda gosto, é bastante refrescante e saborosa, mas meu estilo favorito atualmente é Flanders Red Ale. Eu sempre apreciei alimentos ácidos e isso na cerveja também me envolve bastante. Mas como nosso paladar evolui, talvez daqui alguns anos esse não seja mais o predileto.


Existe alguma harmonização que você não esquece de tão delicioso que foi?

Sim! Várias. Fiz um monte que foram fantásticas. Tem uma na minha memória, durante aula de harmonização: trufa de chocolate amargo, caramelo e sal defumado com uma Imperial Stout envelhecida em barril de Bourbon. Foi uma das harmonizações mais fantásticas, mas há várias outras.


A Heineken é uma das cervejas que você aprecia? O que você acha dela?

Sim. A Heineken é uma daquelas cervejas que eu gosto de ter na minha geladeira e que não troco por nenhuma. Quero ir lá, abrir, me refrescar, principalmente agora com este calor. É uma excelente opção. Eu gosto muito dela. Acho que a Heineken consegue pegar consumidores dos dois lados: quem é de cervejas especiais não deixa de amar a Heineken e quem prefere as mainstream, também gosta de Heineken. Ela tem personalidade, tem corpo, tem amargor na medida certa, é refrescante, é uma ótima cerveja.

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Outubro é tempo de Oktoberfest Blumenau

Outubro é tempo de Oktoberfest Blumenau

O mês de outubro é sinônimo de Oktoberfest! A festa cervejeira mais conhecida do mundo foi trazida pelos alemães para o Brasil e estabeleceu sua principal casa em Blumenau, Santa Catarina. Esse ano a festança chega a sua 34ª edição carregando os títulos de maior festa alemã no país e a segunda maior do mundo, reunindo mais de 600 mil pessoas em 18 dias de celebração. Além disso, esse ano tudo fica ainda mais especial pois a Eisenbahn, cerveja nativa da cidade e patrocinadora oficial do evento, completa 15 anos da sua fundação.

Como parte das comemorações a Eisenbahn criou um cenário especial na Vila Germânica durante os dias do evento com a temática “Estação Eisenbahn”. O local foi transformado em uma grande estação de trem, homenageando a história da marca, a cidade de Blumenau — que foi reconhecida em 2017 como a Capital Brasileira da Cerveja — e as culturas germânica e cervejeira. Para quem não sabe, Eisenbahn em alemão, significa ferrovia.

Quem for participar da 34ª Oktoberfest pode ver nos pavilhões uma decoração com vários elementos que remetem as estações de trens. A frente dos bares Eisenbahn ganharam formato de uma locomotiva, assim como é o ícone, e todas as janelas da Estação Eisenbahn trazem imagens de pontos turísticos da cidade de Blumenau.

“Desde 2015, ano em que se tornou a cervejaria oficial da Oktoberfest, Eisenbahn tem resgatado o conceito original do evento de valorização da identidade cultural germânica e a retomada do orgulho do povo blumenauense pela festa. Este ano evoluímos na comunicação e reforçamos também a história e essência da marca nas ações e cenografia da festa”, destaca Alexandre Alves Du Rocher Candido, diretor de Cervejas Especiais da Heineken Brasil.


Cerveja comemorativa dos 15 Anos da Eisenbahn

Lançada e comercializada exclusivamente no estado de Santa Catarina, a Eisenbahn German Pilsener faz parte das comemorações dos 15 anos da marca. Fabricada com maltes de produtores locais, ela segue a tradição alemã de uma cerveja que traz o equilíbrio entre os aromas e sabores de malte e lúpulos alemães.

O estilo escolhido, German Pilsener, é um marco cervejeiro para a Escola Alemã sendo a primeira Lager dourada produzida no país no século XVII. A homenagem da Eisenbahn, que foi vanguardista na produção de cervejas especiais, também é uma maneira de retribuir o apoio dos consumidores, principalmente dos blumenauenses que sentem orgulho da cervejaria.

“Nessa data tão especial para nós, queríamos dar um presente para a cidade e para o estado de SC. A Eisenbahn nasceu e se fortaleceu em Blumenau, com seu fundador, Juliano Mendes. Por isso, temos um carinho e relação extremamente impar com a região que acolheu a marca desde sua origem”, afirma Alexandre Candido, gerente de marketing da Eisenbahn.


Momento Eisenbahn na Oktoberfest

Quem ganhou uma versão especial de aniversário foi o hino da Eisenbahn. Com um ritmo mais contagiante ele promete embalar os melhores momentos da festa, com destaque para o “Momento Eisenbahn”. Durante a noite ele será tocado três vezes nos pavilhões. Nessa hora os bares da Eisenbahn irão piscar e durante todo o hino quem tiver ficha do chope Pilsen da marca poderá trocar por qualquer outro estilo da cervejaria. Estarão disponíveis nos bares as cervejas Weizenbier, Pale Ale, Oktoberfest, 5 anos, Dunkel, Strong, IPA, além do Bier Likor, que será oferecido pela primeira vez na festa. O objetivo da ação é divulgar entre os consumidores da marca os rótulos de diferentes estilos de cerveja produzidos por ela.

Além disso, quem participar da Oktoberfest Blumenau poderá degustar também os rótulos da Baden Baden, Schin e Kirin Ichiban. Os ingressos para festa já estão disponíveis e você encontro mais informações no site oficial. Cheers!

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Dia do Consumo Responsável

Dia 15 de setembro é o Dia do Consumo Responsável. Mais especificamente, o Dia Mundial da Responsabilidade com o Consumo de Cerveja (Global Beer Responsability Day – GBRB). A data foi criada em 2015 e nos últimos anos envolveu grandes e pequenas cervejarias, governos, centenas de associações, ONGs, distribuidores e varejistas impactando com suas mensagens milhares de pessoas em dezenas de países.

Um esforço anual, com organização complexa em escala mundial, para promover uma ideia simples: quando se trata de álcool, é necessário consumir de forma responsável.

O que talvez você não saiba é que prevenir o uso prejudicial do álcool é uma das metas incluídas nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), que tem por missão promover a paz e o desenvolvimento mundial. Esses pontos formam uma agenda que visa melhorar o mundo, reduzindo problemas sociais como pobreza, mortalidade infantil e educação, principalmente em países em desenvolvimento. Para isso acontecer, todos os países do mundo devem cumprir essas metas até 2030.

Portanto, ao consumir de forma responsável, apoiar essa causa, comemorar essa data, divulgar essas ações, você também está contribuindo para levar mais longe. Que tal entrar nessa?

Ações

Mas não adianta ficar só na teoria. É necessário partir para a ação. Existem várias frentes para promover o consumo responsável da cerveja. Uma delas é combater o acesso ao álcool por menores de idade, por exemplo. Outra, muito importante, é combater o ato de dirigir após beber qualquer quantidade de álcool .

A HEINEKEN, uma das empresas que mais investe em ações relacionadas ao consumo responsável de forma contínua e consistente, realiza trabalhos para trazer esse tema tanto para colaboradores quanto para o público em geral. Esse ano, durante o Rock in Rio, a empresa fará uma ação em parceria com a Cabify para promover descontos de até 50% por meio de códigos promocionais em corridas. A ação funcionará como um quiz: quem acertar as palavras-chaves relacionadas ao consumo responsável no aplicativo vai garantir o desconto.

Mas, é claro, você não precisa fazer uma campanha grande para ajudar. Basta fazer sua parte. Nunca ofereça álcool para menores, por exemplo, e nunca beba antes de dirigir. Além disso você pode espalhar essas ideias, falando com amigos e agindo para que eles não façam isso também.

No dia a dia, não custa lembrar, moderação é a palavra de ordem. Alterne copos de água entre cada cerveja ingerida, procure estar bem alimentado ao ingerir álcool ou coma quando o fizer. Cerveja faz bem, para o corpo e para a alma. É saudável, diminui o stress e é ideal para aproveitar com os amigos. Mas para que tudo isso seja bom de verdade é preciso ser responsável.

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O administrador que se tornou o melhor sommelier de cervejas do Brasil

O administrador que se tornou o melhor sommelier de cervejas do Brasil

Desde 2014, nosso país tem o Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cerveja, uma competição que busca eleger o melhor profissional do país.

O sommelier de cerveja é um especialista na bebida, que atua tradicionalmente no serviço, em bares e restaurantes, recomendando os rótulos mais adequados para cada cliente, fazendo cartas, controlando compras, estoque e todas as funções necessárias que envolvem a bebida. No entanto, hoje, a profissão no Brasil é muito mais vasta, tendo profissionais que atuam também em outros pontos da cadeia, como cervejarias, importadoras e distribuidoras, em várias funções que necessitam desse conhecimento especializado. E isso torna tudo ainda mais complexo.

E quem é o melhor do Brasil? Esse ano, na quarta edição do concurso, o gaúcho Edu Pelizzon foi o vencedor. Profissional dedicado e estudioso, é administrador especializado em marketing e atua pontualmente na área. Ele e os outros nove melhores colocados serão os representantes do Brasil na competição mundial de sommeliers de cerveja, que acontece em setembro na Alemanha.

No nosso bate-papo, Edu conta como foi participar da competição brasileira, como estão as preparações para o mundial e o que esperar do futuro da profissão por aqui.

Qual foi a sensação de ter vencido o Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cervejas? Como é ser considerado o melhor do Brasil?

Acho que não consigo expressar em apenas um sentimento o que isso significa, pois são muitas coisas que passam na cabeça. Mas certamente fiquei orgulhoso, anestesiado e aliviado ao mesmo temo. Sempre foi um objetivo pra mim, desde que o campeonato começou a acontecer. Sabia que estava preparado, mas também sabia que, mais do que nunca, o nível dos outros competidores havia aumentado. Fico meio acanhado quando ouço que sou o melhor do Brasil. Acho que o campeonato é um momento e, por por alguns detalhes, tive o melhor desempenho naquele dia. Tenho ainda muito aprender. Mas sem dúvida é um marco na minha vida, respeito o título e fico muito feliz de viver esse momento.

Como funciona a competição e como você se preparou para ela?

A competição tem 3 fases. A primeira é a classificatória, na qual os participantes passam por uma prova teórica sobre o mundo das cervejas. A segunda fase é a semifinal, em que os 45 classificados fazem duas provas: a primeira é de identificação de estilos e a segunda de identificação de off-flavours, tudo às cegas, contando apenas com nossa habilidade de análise sensorial. A terceira e última fase é a final, onde os cinco melhores das fases anteriores passam por dois testes ao vivo com uma platéia de convidados e duas bancas de jurados. A primeira banca é a técnica, em que cada sommelier analisa uma taça com uma cerveja, faz sua descrição e identifica o estilo ao qual a amostra pertence. Depois, disso são feitas 3 perguntas técnicas pelo jurados. Então, inicia-se a prova de serviço, na qual existe a simulação real, com clientes, de um atendimento em um bar ou restaurante, que só é divulgado para os competidores 20 minutos antes da avaliação.

Para a preparação, não tem outro jeito: além de ler muito, é necessário estudar a parte prática, ou seja, degustar com responsabilidade e foco. Minha esposa me ajudou muito com testes cegos. Acho que é o melhor modo de estudar: praticando.

Como você começou a gostar de cervejas? E como acabou direcionando seus esforços para essa bebida?

Eu sempre gostei de cerveja, mas realmente me apaixonei por elas após ter morado na Irlanda de 2008 a 2011. Lá, o acesso era maior e consegui provar muita coisa, mas sempre com o ar de curioso, nada profissional. Quando voltei para o Brasil, já havia um mercado de cervejas artesanais. Confesso que tomei muitas cervejas de qualidade duvidosa, mas isso faz parte da curva de aprendizado de um mercado, certo?

Também percebi que era um hobby legal fazer cerveja em casa e comecei a produzir as minhas. Daí para o sommelier foi apenas um passo. Descobri o Instituto da Cerveja e tudo ficou mais fácil. Só tem gente boa nesse mercado, tenho vários amigos e muitas histórias.

Que espaço a cerveja ocupa hoje na sua vida?

É parcial. Trabalho muito com projetos, palestras e degustações, mas são pontuais. Agora, após o título, fui convidado pelo ICB para fazer parte do time de professores e coordenar as turmas aqui no Sul. E isso é bem gratificante.

O sommelier é principalmente um profissional de serviço. Como você vê a qualidade dos serviços das cervejas no Brasil?

Temos muito a evoluir. Simpatia, que nós, brasileiros, temos de sobra, não garante qualidade de serviço. Quando falamos do mercado cervejeiro, estamos engatinhando, pois a maioria dos times de serviço que temos nos restaurantes e bares não está preparada para um bom atendimento para o público, seja ele entendido de cervejas especiais ou uma pessoa que está começando a beber.

O Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cervejas também valeu esse ano como uma classificatória para o Beer Sommelier World Championship. Você e mais nove brasileiros vão representar o Brasil na Alemanha ainda esse ano. Como está a expectativa? Como você está se preparando?

Exato, o mundial é dia 10 de setembro em Munique. A expectativa é representar bem o Brasil e conquistar uma vaga na final. Já participei do mundial no Brasil em 2015 e percebi que ele tem uma dinâmica diferente do nacional, sem contar que lá estarão os melhores do mundo, com uma tradição fortíssima com cerveja. Mas isso me motiva, gosto do desafio. Estou estudando bastante a parte de produção de cervejas, que tem um peso grande no mundial, e fazendo degustações dos mais variados tipos.

Todo esse treinamento demanda investimento. Então, para ajudar, juntei uma série de apoiadores que vão me ajudar a produzir um lote de uma cerveja comemorativa de arrecadação de fundos para a viagem e para os estudos. Será uma maneira justa das pessoas ajudarem. Estou bastante contente com as empresas e pessoas que entraram para o projeto.

Você costuma consumir Heineken®?

Sim, a Heineken® tem uma carga de sabor mais elevada do que outras do mercado. Costumo optar por ela quando quero algo leve e refrescante.

Quais são seus planos para o futuro?

Ajudar o mercado cervejeiro dentro da minha capacidade, principalmente preparar mais consumidores de cervejas especiais, ajudar para que cervejeiros produzam melhores produtos e que os bares prestem o melhor atendimento possível. Levantar a taça de campeão mundial seria algo muito bacana para mim e principalmente para o Brasil. O desafio é longo, mas é preciso acreditar.

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Os copos de cerveja fazem diferença?

Os copos de cerveja fazem diferença?

Degustar uma cerveja envolve muito mais do que só bebê-la. É uma verdadeira experiência sensorial. Já notou como é diferente compartilhar aquela cerveja com os amigos no bar, em uma festa ou com seu par em um jantar romântico? Todos os detalhes fazem a diferença: além do contexto, tem o rótulo, a garrafa ou lata, os sabores e aromas e, por fim, o copo.

Mais do que só dar suporte à bebida, os diversos tipos de copos sustentam a experiência mais adequada para a degustação de cada estilo de cerveja. Os formatos variam principalmente por conta de dois aspectos principais: a função que ele cumpre para manter ou melhorar a apreciação da bebida e, culturalmente, como foram utilizados ao longo da história da cerveja.

Um copo Weizen, por exemplo, foi desenhado para comportar todos os 500 ml de uma garrafa de cerveja de trigo, como a Edelweiss. Isso porque esse tipo de cerveja precisa ser apreciado com a levedura que fica no fundo da garrafa. Só assim seu sabor fica completo. Além disso, sua boca larga facilita a liberação dos aromas. E, por ser alto, a cada gole o líquido escorre rapidamente para a boca, propiciando um sabor mais refrescante. O formato também estimula a espuma, pois mexe um grande volume da bebida no copo.

Já a caneca foi historicamente usada como copo de cerveja universal, servindo todos os tipos de cerveja antes mesmo da tecnologia do vidro: elas eram feitas de metal, madeira ou até chifres de animais. Era prático e principalmente resistente, comportando muitas vezes grandes volumes de bebida para não precisar ser reabastecido frequentemente.

Que tal conhecer alguns outros tipos de copos de cerveja?

Pilsener
Uma taça com pé em formato de cone, valoriza a espuma da cerveja, tem bordas estreitas para os aromas leves e, por ser alto, tem alta velocidade de escoamento para aumentar a refrescância.

Lager
É uma simplificação do copo Pilsener, mas sem o pé. Bordas estreitas e alta velocidade de escoamento do líquido para a boca fazem dele ideal para cervejas Lager, que são leves e têm baixa fermentação.

Stange
Copo cilíndrico que possui bordas estreitas, para cervejas menos aromáticas ou com aromas delicados. É alto e reto, aumentando a velocidade com que o líquido entra na boca e aumentando a sensação de refrescância.

Snifer
Copo ideal para cervejas intensas e aromáticas, como Barley Wine e British Imperial Stout. Seu corpo bojudo facilita a manipulação do líquido e aumenta a volatilização dos aromas, enquanto o estreitamento da borda os concentra para serem apreciados.

Tulipa
Com o formato da flor tulipa, é uma taça versátil, servindo para muito estilos aromáticos. Seu bojo ajuda na dispersão dos aromas e a boca estreita os concentra. A curva na borda ajuda a espalhar melhor a cerveja pela língua, tornando a apreciação mais lenta e agradável.

Cálice
Usado para Ales belgas, de abadia ou Trapistas. A boca larga facilita a liberação de aromas enquanto seu bojo curto espalha melhor o líquido pela língua, estimulando uma degustação mais lenta.

Pint
Usado tipicamente em Ales inglesas, é prático, resistente e de fácil empilhamento. Ganhou o nome de uma antiga medida inglesa equivalente a 568 ml. Seu formato valoriza os aromas e facilita uma degustação mais rápida.

Tumbler, Caldereta ou Shaker
Assim como o Pint, são práticos, resistentes e versáteis, usados para cervejas de vários estilos, mas são normalmente menores do que o parente inglês. A borda larga facilita a dispersão dos aromas e valoriza a espuma.

Flute
É a taça de espumantes e champagnes e pode ser usada para cervejas Bière Brut, que passam pelo processo champenoise. Valoriza a aparência, tem um toque delicado e aumenta a refrescância.

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Viajante Cervejeiro: ele largou tudo para andar pelo país em busca de cervejas

Viajante Cervejeiro: ele largou tudo para andar pelo país em busca de cervejas

Com a mochila nas costas e sem endereço fixo, Edson Carvalho Jr, mais conhecido como Viajante Cervejeiro, percorreu todos os estados brasileiros de carona em busca da cerveja. Colocou em prática o sonho de muitos de largar tudo e viajar para conhecer diferentes sabores, culturas e lugares. Hoje, ele deixa a estrada de lado para escrever o livro sobre essa viagem cheia de aventuras para contar. E também conta para a HEINEKEN como foi viabilizar tudo isso, as dificuldades, as alegrias e a vida dedicada à cerveja.

Como começou a sua história com a cerveja?
Começou em 2007, quando fui morar em Barcelona para trabalhar e estudar. Até então, eu era daqueles que tomava a mais barata ou a mais gelada. Mas, morando na Europa, o acesso a outras cervejas foi algo natural e lá conheci um local chamado La Cerveteca. Foi nessa loja, que existe até hoje, que meu horizonte se ampliou.

Com as belas explicações dos proprietários sobre as cervejas que vendiam, fui pego de surpresa por um novo universo e me interessei por isso. Curiosamente, a primeira cerveja que provei (e gostei) foi a Schlenkerla Aecht Marzen Rauchbier, uma cerveja de malte defumado, que normalmente não agrada a todos, principalmente iniciantes, como era o meu caso. Eles me prepararam antes de eu provar, me explicando tudo sobre a cerveja, sua história, o que eu deveria esperar de sabores e aromas. Pediram para eu abrir a cabeça, esquecer do que sabia sobre cervejas e tomar o primeiro gole. Foi o que eu fiz. Depois daí, não parei mais de buscar e querer provar novos estilos de cervejas.

Quando foi que você começou a misturar a paixão por cerveja com a profissão?
Voltei para o Brasil em 2008 e queria trabalhar com cervejas, mas não sabia como. Foi quando conheci o Daniel Wolf. Ele me disse que estavam por abrir uma loja. Comecei a trabalhar para eles e foi onde, de fato, comecei a consolidar o aprendizado sobre cervejas. Depois fiz o curso de Sommelier de Cervejas, aprendi a fazer cerveja em casa e me entreguei para esse mundo da cevada que até agora só me trouxe alegrias.

O projeto Viajante Cervejeiro sempre foi um sonho? Como foi transformar isso em realidade?
Quem nunca sonhou em sair pelo mundo vivendo das viagens e experiências? Eu sempre sonhei e continuo sonhando. Depois de uma segunda temporada fora do Brasil (2011 e 2012), decidi que quando voltasse para o país continuaria trabalhando com cervejas de um jeito diferente. Só não sabia como ainda. Fui morar em Florianópolis e voltei a trabalhar para o Daniel.

Mas, com o tempo, o instinto viajante voltou com tudo e meu desejo de voltar para estrada veio mais forte. Decidi que dessa vez queria viajar pelo Brasil. Foi quando criei o projeto Viajante Cervejeiro. A ideia era viajar dando dicas de onde encontrar cervejas artesanais pelo país, passando por todos os estados. E, no dia 01 de maio de 2014, comecei minha saga pelo país.

Para transformar em realidade bastou um pouco de coragem e acreditar que eu poderia fazer se tivesse um planejamento e baixo custo, principalmente no início. Como eu não tive nenhum apoio de empresas ou cervejarias, tive que me virar. Primeiro decidi baixar os custos da viagem. Saí da casa que morava de aluguel e fiquei sem endereço fixo. Assim economizei com contas fixas como aluguel, luz, água, etc. Ficamos apenas eu e minha mochila. Virei um sem teto.

Depois decidi que não ficaria em hotéis, mas sim na casa das pessoas que fosse conhecendo no caminho. Muita gente gosta de receber viajantes por curtos períodos de tempo. E assim foi feito. Um último gasto alto da viagem era o transporte; foi quando decidi que viajaria pelo país pedindo carona na estrada, deixando tudo ainda mais emocionante. E bota emocionante nisso. Os gastos que tive na viagem com comida, cervejas e emergências, eu supria com cursos e palestras que programava nos bares por onde eu passava.

Qual foi o melhor momento da sua vida na estrada?
Foram vários. Mas três deles marcaram. O primeiro dia da viagem, quando decidi transformar um sonho em realidade. Depois, foi quando completei um ano na estrada, com reconhecimento de várias pessoas importantes do meio. Comecei a fazer a minha marca ficar conhecida e muitos me convidavam para suas casas e bares. O Viajante Cervejeiro se tornou um personagem que todos queriam conhecer. E depois foi quando terminei a viagem. Algo que no início eu nem sabia direito no que ia dar, mas que, com muito esforço, suor e persistência, consegui concluir. Hoje, posso dizer que sou o único cara que rodou por todos os estados do Brasil, de carona, por meio de cerveja artesanal.

E os piores?
Foram dois os piores momentos. O primeiro perrengue na estrada, sem conseguir carona, no interior do Rio Grande do Sul, com um certo medo, com frio e praticamente sem esperanças. Foram 8 horas tentando na estrada, até que por fim consegui. E, depois, foi uma carona que peguei de Manaus a Porto Velho pela BR-319. Foram três dias de viagem cruzando parte da floresta Amazônica, com muita lama, atolamentos, sem banho, com quase nada para comer, dormindo na caçamba do caminhão com medo de à noite aparecer algum bicho, onça ou ladrões. Eu achava que não chegaria, era época de chuva na região e essa estrada não era recomendada, mas arrisquei mesmo assim. Hoje, virou história para contar, mas na hora era só desespero.

Qual foi o lugar mais inusitado que você bebeu uma cerveja?
Foi muito legal tomar cerveja junto dos jacarés no Pantanal Sul Mato-grossense, como também no Acre, um estado que sempre quis conhecer. Mas também durante as viagens de barco pelo norte do país, que, por vezes, duraram 6 dias dormindo em redes e presenciando aquela exuberância toda. Foi demais.

A gente já viu que a Heineken® faz parte das suas escolhas cervejeiras. Ela também fez parte de alguma história durante a sua viagem?
A Heineken® está em praticamente todas histórias. Quando não encontrava as artesanais, ou até mesmo para tomar umas num clima mais descontraído, a Heineken® era sempre uma ótima opção. É incrível como a aceitação dela é geral pelos cervejeiros do Brasil todo. Pude tomar a Heineken® em todos os estados.

Depois que as viagens acabaram bateu aquela sensação de “E agora? O que eu faço”? Foi daí que surgiu a ideia do livro ou ela já existia antes?
A sensação de “e agora?” é inevitável. Antes de terminar, meu plano já era escrever o livro. Surgiu no meio da viagem, mas tomou mais corpo e força no final. Com o livro, espero conseguir levar os leitores e todos que me acompanharam para mais além do que viram nas redes sociais. Quero que o leitor se sinta viajando comigo e vivenciando as aventuras que vivi. Além disso, desejo finalizar um ciclo e conseguir mais exposição para meus projetos futuros de viagem, afinal, o Viajante Cervejeiro tem o mundo inteiro a conquistar.

Você conseguiu financiar o livro por financiamento coletivo. Qual foi a sensação quando bateu a meta?
Foi incrível. Porque, mesmo imaginando que conseguiria, não esperava que fosse tão rápido. E sempre temos aquele medo de não dar certo. Trabalhei intensamente, falando com muita gente, para que comprassem as cotas. E deu certo! A campanha teve duração de dois meses, mas com menos de um mês eu já tinha batido a meta. Obviamente, bebi para comemorar.

Quando sai o livro do Viajante Cervejeiro e o que podemos esperar ver por lá?
A previsão que coloquei no site do financiamento era para agosto, mas já vi que será impossível cumprir essa meta. O desafio de escrever um livro, por mais que eu tenha várias anotações, é bem maior do que eu imaginava. Mas diariamente estou escrevendo e pouco a pouco o livro vai tomando corpo. Tenho certeza de que muitos irão se divertir e se emocionar com as histórias que tenho para contar.

Planos para novas viagens, já tem?
Sim. Muitos planos, na verdade. A ideia é continuar explorando outros países em viagens mais pontuais. Talvez mais curtas e mais objetivas. Penso em começar pela América do Sul. Mas meus planos para as próximas viagens é ir mudando o jeito de viajar. Por exemplo, tenho pensado em comprar uma Kombi, adaptar para poder morar nela e cair na estrada novamente descobrindo mais lugares com boas cervejas. E, dessa vez, serei eu que darei carona para viajantes na estrada.

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Dia dos Namorados: do copo para o prato

O Dia dos Namorados é uma ótima ocasião para fugir de restaurantes lotados, alguns até superfaturados, e fazer algo especial em casa. Que tal surpreender seu amor com uma receita que leva cerveja? Apesar de pouco utilizada na culinária brasileira, a cerveja é um excelente ingrediente para agregar novos sabores e texturas ao prato. E não tem gesto mais amoroso do que preparar uma refeição para a(o) namorada(o), certo?

Não precisa ser nenhum Chef de cozinha para executar uma receita dessas. Elas são ótimas para o preparo de carnes em geral, seja na marinada, no cozimento ou no preparo do molho. O clássico frango na cerveja, por exemplo, leva a bebida na hora de ir para forno. E para isso é preciso que ela esteja fresca, não vale a cerveja que ficou aberta. Na receita Frango com Creme de Cebola e Cerveja é preciso regar as sobrecoxas da ave com uma lata de cerveja Lager.

As cervejas do estilo Stout fazem boa combinação com as carnes vermelhas, são boas para carnes cozidas ou para finalizar aquele picadinho. Experimente o Filé Mignon na Cerveja Preta, um preparo rápido com cubos de carne, onde a bebida entra para finalizar o molho. Para quem não come carne também, vale esse preparo de Cogumelos com Cerveja, que é basicamente salteá-los com manteiga, cerveja e temperos. Aqui é possível utilizar uma Lager, se quiser um sabor mais suave, uma Brown Ale ou até mesmo uma Doppelbock, para sabores mais intensos.

Quem busca um prato um pouco mais elaborado, pode investir na torta de carne com cerveja Stout. Na adaptação de Rodrigo Hilbert, Torta de Filé Mignon com Massa Folhada, a cerveja entra na finalização e reduz junto com o molho, trazendo o sabor tostado para a carne. Quem gosta de sabores defumados e risotos deve experimentar esse Risoto de Bacon com Cerveja. Aqui, a bebida faz a vez do vinho, comumente utilizado no preparo de risotos, e o estilo utilizado é o Rauchbier, conhecido pelas notas de malte defumado.

Para finalizar seu jantar romântico, ainda tem a sobremesa. Mais uma vez, os estilos Stout e Porter são ótimos para compor preparos doces, principalmente com chocolate. A sugestão é uma Torta de Chocolate com Cerveja Preta que fica muito saborosa. Caso queira deixar mais prático, faça só a calda da receita e sirva com sorvete de creme. É sucesso garantido!

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Museus da Cerveja: conheça 4 museus dedicados à história da bebida

Museus da Cerveja: conheça 4 museus dedicados à história da bebida

Os museus nem sempre ganham lugar de destaque nos roteiros de viagem. Mas, se você é um apaixonado por cerveja, não vai querer deixar de visitar museus que são dedicados à história da bebida. Existem vários espalhados pelo mundo e alguns deles, como o Heineken Experience Museu, são totalmente interativos, o que permite que o visitante tenha uma experiência única.

Resolvemos contar um pouco sobre alguns dos grandes museus cervejeiros espalhados pelo mundo, para que você os inclua no roteiro numa próxima viagem.

Museu da Cerveja de Blumenau: A capital da cerveja brasileira também abriga um museu, o Museu da Cerveja, que está localizado na Praça Hercílio Luz, em Blumenau. Ele conta a história da bebida desde os primórdios no Egito até os dias de hoje com uma linha do tempo cervejeira. Lá, você encontra algumas peças bem antigas e representativas para a história local, tais como uma enchedora de garrafas datada de 1890, utilizada pela Cervejaria Feldman, uma arrolhadora de 1892 e uma chopeira manual utilizada na Oktoberfest de 1984. O Museu da Cerveja de Blumenau está aberto à visitação todos os dias e a entrada é gratuita.

Heineken Experience: Um dos pontos turísticos mais conhecidos da cidade de Amsterdã é o Heineken Experience Museum, ou Museu da Heineken, como é conhecido por aqui. Ele está instalado na primeira fábrica da marca, datada de 1863, iniciada por Gerard Adriaan Heineken. A estrutura foi desenvolvida para proporcionar ao visitante uma experiência única, como conhecer a produção de uma cerveja dentro de um cinema 4D, brincar com realidade aumentada, espaço para fotos e fazer uma degustação guiada da Heineken. Depois de todas as atrações, você ainda senta num bar para degustar mais dois chopes de Heineken. Além de vários souvenires, você pode comprar uma garrafa Heineken gravada com seu nome. A entrada custa 18 euros e tour guiado dura aproximadamente 1 hora e 50 minutos.

Museu da Cerveja de Plzeñ: na cidade de Plzeñ, ou Pilsen, como é conhecida, você pode visitar o Museu da Cerveja, os túneis subterrâneos e o acervo histórico da cervejaria Urquell. O Museu da Cerveja funciona em uma antiga fábrica da bebida, datada de 1400, e possui um acervo histórico muito rico, gerenciado pela Urquell. No destaque, está uma maquete de uma cervejaria que realmente funciona. Equipamentos antigos e canecas de porcelana pintadas à mão também fazem parte da exposição. Na cervejaria Urquell, você pode fazer um tour guiado que conta a história do surgimento do estilo da cerveja, além da visita a sua famosa cave subterrânea, onde os barris são armazenados em temperaturas bem baixas. É preciso agendar os tours guiados com antecedência.

Museu da Cerveja de Sapporo: o Japão também possui um museu dedicado à sua história cervejeira, o Museu da Cerveja de Sapporo, localizado na cidade de mesmo nome. A cervejaria adquiriu o prédio em 1903 e, em 1987, a fábrica, que da era Meiji, foi reformada para dar lugar ao Museu. Assim, o edifício adjacente de tijolos vermelhos se tornou o Sapporo Beer Garden. Lá, é possível conhecer equipamentos utilizados para a produção da cerveja e as transformações que ocorreram no decorrer dos anos. No final, há uma degustação no Beer Garden de quatro rótulos diferentes e a chance de conhecer restaurantes em espaços históricos, como o Genghis Khan Hall, que foi desenhado inspirado em uma cervejaria rústica alemã.

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7 maneiras de participar da internet cervejeira

7 maneiras de participar da internet cervejeira

Neste mês, no dia 17 de maio, foi comemorado o Dia Mundial da Internet. A data foi instituída em 2005 pelas Nações Unidas (ONU) para promover a inclusão digital e lembrar as conquistas e desenvolvimentos tecnológicos do setor.

Antes disso, essa era a data do Dia Internacional de Telecomunicações, pois foi nesse dia, em 1865, que 20 países se reuniram para discutir o crescimento do telégrafo e buscar acordos para expandir as redes e formar uma conexão internacional. Era o início da União Internacional de Telecomunicações (UIT) e da primeira iniciativa de uma rede mundial de comunicação.

Faz sentido, não é?

Porém, o que isso tem a ver com cerveja? Mais do que nos tradicionais veículos de comunicação de massa, como rádio, televisão e jornal, é pela internet que a comunicação sobre cervejas acontece em sua maioria. E para promover a inclusão nessa internet cervejeira, selecionamos alguns links para você explorar, aprender e se informar sobre nossa querida bebida. Vamos lá?

Blogs

Como falamos no texto do jornalismo cervejeiro, os blogs são o principal meio de difusão da cultura cervejeira hoje no Brasil. Por meio deles, o público se informa das novidades ou lê avalições sobre cervejas e outros conteúdos legais sobre o assunto. Entre os principais do país estão All Beers, Maria Cevada e BarDoCelso.com.

Sites

Há muitos sites que falam de cerveja também. Têm normalmente uma estrutura mais robusta e promovem conteúdos de inúmeras formas. Nos Estados Unidos, o RateBeer é um site de avaliação de cervejas onde quem se cadastra pode opinar sobre diversos rótulos e dar suas notas. O Beer Advocate segue o mesmo princípio, porém é mais antigo. Ambos trazem também uma espécie de glossário cervejeiro com os principais termos utilizados no meio e suas traduções. Aqui no Brasil, quem faz esse papel é o site Brejas.

Outro tipo de site também bastante útil é os de conteúdo, como de algumas revistas e instituições que promovem a cerveja. O CraftBeer.com, por exemplo, pertence à Brewers Association (BA), associação norte-americana dos cervejeiros. Vale também uma consulta aos domínios das revistas All About Beer e Draft Magazine.

Fóruns

Os fóruns já foram muito populares na internet. São espaços na internet dedicados ao debate de ideias, a tirar dúvidas ou à construção do conhecimento coletivo sobre um determinado assunto. Na cerveja não é diferente. O Homebrew Talk é o maior do mundo voltado para quem produz cerveja em casa e tem uma versão nacional, o Homebrew Talk Brasil.

Instagram

Entre as redes sociais, o Instagram se mostra a mais interessante para os amantes de cerveja. Diversos perfis falam de forma leve e divertida, atrativa e visual, com dezenas ou centenas de milhares de seguidores. Tente o @breja_do_dia e @cerveja_o_liquido_sagrado.

Grupos no Facebook

Para quem gosta de interatividade, uma boa dica também é consultar os grupos do Facebook sobre cervejas. Há sempre muitas dicas, discussões e debates, além de notícias e outros conteúdos bem interessantes. Um dos maiores é o Novidades Cervejeiras, mas também há outros como Cerveja Artesanal São Paulo e até o Bier-conomia, onde os usuários postam promoções de cerveja.

Cursos online

Internet também é educação. Há vários cursos, alguns pagos e outros gratuitos, sobre cerveja. O Siebel Institute é um dos mais reconhecidos do mundo com vários cursos na arte de fazer cerveja, para produtores amadores e profissionais. Para quem quer algo mais geral, o CraftBeer.com oferece o Beer 101, um curso para iniciantes a um preço super acessível, e o Beer & Food, voltado para harmonização de cervejas.

Mídias de marcas

Uma das belezas da internet é que todos podemos produzir e transmitir conteúdo. Marcas de cerveja também. A HEINEKEN Brasil entende a importância disso e mantém no seu site uma seção inteiramente dedicada à cerveja, a We Love Beer, na qual você se encontra agora.

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5 livros de cerveja indicados por especialistas

5 livros de cerveja indicados por especialistas

Não só de degustação e blogs vive o cervejeiro curioso. Livros também ajudam na educação cervejeira! Pedimos para diversos especialistas em cervejas indicarem bons livros, aqueles que recomendam ou que marcaram suas carreiras de alguma forma. O resultado é uma lista mais do que especial com a nata da literatura cervejeira.

Tasting Beer - Randy Mosher

“Esse livro mostra a cerveja de uma forma completa, de vários ângulos, e foi fundamental como grande base do conhecimento que tenho hoje. É daqueles livros que ficam destruídos de tanto que abro e fecho, lendo e relendo, relembrando curiosidades. Além disso, gosto muito da linha de raciocínio do autor.”

Kathia Zanata

Sommelière de Cervejas, professora e sócia-fundadora do Instituto da
Cerveja Brasil

“Acho que esse livro consegue abranger muitos assuntos importantes, tem um texto delicioso de ler e as imagens são muitas e muito boas. Eu conheço o Randy pessoalmente e ele é um profissional muito dedicado, sabe muito e estuda muito. Um livro para ter sempre por perto e reler e reler. Falta agora ser traduzido para que mais pessoas possam explorar o mundo cervejeiro.”

Bia Amorim

Sommelière de Cervejas

The Beer Book - Tim
Hampson

“Simples e direto. Ele te leva para uma breve viagem no mundo da cerveja. Foi meu primeiro livro e, para alguém que está iniciando neste mundo, é extremamente interessante para ver que a cerveja não se resume a aquilo que você pode comprar numa loja perto da sua casa. Acho um bom livro para o iniciante do tipo ‘tomou uma cerveja diferente esses dias’ ou ‘meu amigo me levou uma cerveja especial’ e quer um pontapé de partida.”

Magoo Pellegrino

Sommelier de Cervejas

Larousse da Cerveja - Ronaldo Morado

“Esse foi meu primeiro livro de cerveja. É bem básico e didático para iniciantes. Trata-se de um livro que facilita na introdução das pessoas ao universo da cerveja. É enciclopédico, ou seja, tem vários temas, fala sobre várias questões da bebida, como história, classificação, matérias-primas e produção. É um panorama geral.”

Luís Celso Jr.

Sommelier de Cervejas e blogueiro do BarDoCelso.com

A Mesa do Mestre Cervejeiro - Garrett Oliver

“Sem dúvida o melhor livro que já li sobre cerveja. A parte de conteúdo é sensacional, muito rica em informações e a maneira que ele conduz as descobertas das culturas cervejeiras, vai descrevendo-nos estilos e as harmonizações, são únicas. Além da catalogação para consultas rápidas posteriores. Não dá vontade de parar de ler e, consequentemente, de beber uma boa cerveja aproveitando as histórias do Garrett Oliver descobrindo as cervejas e as harmonizações”

Daniel Wolf

Sommelier de Cervejas e fundador da franquia Mestre-Cervejerio.com

“Com certeza foi A Mesa do Mestre Cervejeiro. Sempre me interessei por harmonizações de cervejas com gastronomia, e esse livro é a grande referência no assunto. Aborda muito bem o tema, mas não só isso. Fala também de cervejarias e suas histórias. E o Garrett Oliver é uma grande referência no assunto.”

Edu Passarelli

Sommelier de Cervejas e proprietário do bar Giló do Periquito

Food & Beer - Daniel Burns, Jeppe
Jarnit-Bjergsø e Joshua David Stein

“São poucos os livros sobre harmonização. Então, só pelo tema já seria uma boa indicação. Além disso, é do dono da EvilTwin com um chef de cozinha estrelado Michelin. E fiz estágio neste lugar, no Torst, ano passado. Isso dá um valor ainda mais legal para mim com relação ao livro.”

Carolina Oda

Sommelière de Cervejas e colunista do jornal O Estado de São Paulo

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Jornalismo cervejeiro? Temos sim!

Jornalismo cervejeiro? Temos sim!

Esse mês, no dia 7, se comemora o Dia do Jornalista. É ele quem tem o dever de contar para sociedade o que é de interesse público, investigar, apurar, ir para a rua
buscar fontes e entregar o resultado para você em um texto informativo, explicando tim-tim por tim-tim sobre o que precisamos saber. Mas nem só de materiais sisudos vive o jornalista. Gastronomia, entretenimento, cultura, comportamento, tudo isso é parte dessa nobre profissão. E, cada vez mais, a cerveja está incluída na pauta.

Então, para comemorar a data e homenagear os profissionais, reunimos uma lista de seis veículos e jornalistas que se empenham para nos informar do universo cervejeiro.

É de birra, mas não só – Estadão
O jornal O Estado de São Paulo tem uma coluna comandada pela sommelier de cervejas Carolina Oda. O material é sobre cervejas, mas não só. Carolina tem a liberdade de falar de outras bebidas, harmonizações e outros temas no seu espaço, que tem periodicidade semanal. Vale a pena conferir.

Folha de S. Paulo – Cervejas
Em outro grande veículo de comunicação, a Folha de São Paulo, também há uma coluna que destaca os assuntos relacionados à cerveja. O jornalista responsável é o Sandro Macedo, que escreve aos domingos. Os assuntos são variados, desde lançamentos de novos rótulos, até abertura de bares, mercado cervejeiro nacional e internacional.

Revista da Cerveja
Trata-se da única revista impressa de circulação nacional que fala única e exclusivamente sobre cervejas. O conteúdo é produzido em Porto Alegre sob o comando de Fabrício
Scalco, com as jornalistas Letícia Garcia e Victoria Silva. As matérias são variadas, desde assuntos de mercado, até lançamentos de rótulos, mudanças em cervejarias, visitas às fábricas, insumos, dicas e curiosidades. Tudo sobre cerveja.

All Beers
Eleito várias vezes o melhor blog de cervejas o país, o blog traz notícias do universo da cerveja no país em formatos curtos e rápidos. O jornalista responsável é o Raphael Rodrigues, que também é sommelier de cervejas e mestre em estilos. O leitor encontra por lá também degustações de cervejas, vídeos, e muita informação.

BarDoCelso.com
Os blogs são hoje a principal mídia especializada em cerveja do país. Há 10 anos com a missão de divulgar a cultura cervejeira, o blog BarDoCelso.com é um dos mais tradicionais do Brasil na área. Comandado pelo sommelier de cervejas e mestre em estilos Luís Celso Jr., o Celso, com o trabalho Rafael Guglielmi e Nadya Romanowski, busca uma visão ampla e acessível sobre a cerveja no país.

Maria Cevada
A jornalista e também sommelier de cervejas Amanda Henriques é quem lidera o blog voltado para os apaixonados pela cultura cervejeira. Quem acessa o Maria Cevada encontra
informações e inúmeras notícias sobre o mercado de cervejas artesanais, além de lançamentos de rótulos, curiosidades, dicas de bares para ir, fotos e descrições de visitas em cervejarias. Há também vídeos, nos quais a jornalista destaca receitas, harmonizações e degustações.

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O que é amargor e como ele aparece na cerveja?

O que é amargor e como ele aparece na cerveja?

Você já deve ter ouvido alguém dizer que não gosta de cerveja porque ela é amarga. Outros falam exatamente o contrário: adoram a bebida justamente por isso. Quem está certo? Contrariando o ditado popular que diz “gosto não se discute”, vamos explicar um pouco mais o que é o amargor e como ele aparece na cerveja.

O que é o amargo?

Antes de tudo, é importante esclarecer o que é o amargor. Trata-se de um dos gostos básicos que sentimos por meio das papilas gustativas, que se localizam na boca, principalmente na língua. Ele é o gosto mais persistente e causa reações fortes.

Uma das explicações possíveis levantadas pela ciência é que o paladar foi essencial como mecanismo de defesa ao longo da história da humanidade. Na nossa natureza extrativista, o gosto amargo estava relacionado com venenos presentes na natureza. Então, o organismo desenvolveu uma rejeição automática por questões de sobrevivência – fazendo a gente cuspir, por exemplo, uma planta venenosa comida por engano.

Algo semelhante acontece com o gosto ácido, relacionado ao apodrecimento dos alimentos. A reação mais natural e botar o alimento para fora para não passar mal depois.

O amargor na cerveja

A princípio, a cerveja é uma bebida adocicada. Ela é composta de açúcares de grãos de malte de diferentes cereais que são convertidos pelas leveduras em álcool e gás carbônico para fazer a bebida. Durante a fermentação, o PH da bebida diminui e ela também fica levemente ácida. Então, de onde vem o amargor?

Mais ou menos no ano 1 mil DC, uma freira beneditina alemã chamada Hildegard Von Biden, que era também botânica, descobriu que a flor de uma planta da família das Lianas tinha a propriedade de fazer com que a cerveja durasse mais. Ela foi, portanto, a primeira a registrar a utilização do lúpulo na bebida, inicialmente por suas propriedades bacteriostáticas. Mas as mesmas substâncias que faziam esse milagre também traziam amargor para a bebida.

Ou seja, são normalmente os ácidos do lúpulo que trazem o amargor da cerveja. Esse efeito colateral não era de todo ruim. Na época, e mesmo antes disso, já se usavam ervas para deixar a cerveja mais temperada e amenizar seu dulçor.

Outros amargos

Claro que essa não é a única forma pela qual uma cerveja ganha amargor. Alguns maltes torrados, por exemplo, também o fazem. O processo de torra é semelhante com o do café, e seu gosto parecido com o de café sem açúcar. Além disso, tem também a questão de defeitos na cerveja que podem causar o amargor desagradável, como a qualidade da água ou o simples fato de ela estar estragada.

Existe um termo do universo cervejeiro conhecido como IBU. É o International Bitterness Unit, que em português significa Unidade Internacional de Amargor, e é uma escala numérica para medir amargor. Contudo, é importante destacar que o IBU mede apenas a quantidade de substâncias amargas do lúpulo. O amargor de torra do malte e outros não entram nessa medida.

A evolução do paladar

Mesmo a reação ao amargor sendo algo natural e compreensível, não precisamos simplesmente aceitá-la. Obviamente, hoje em dia a probabilidade de alguém de envenenar por alimentos é muito pequena. Se acostumar com gostos amargos e ácidos pode ser uma experiência recompensadora, já que eles podem trazer experiências novas e interessantes.

A ciência nos diz também que gostos básicos correspondem por apenas 20% do sabor de um alimento. Isso significa que a cerveja ainda tem 80% de aromas e tantas outras sensações para serem descobertas e apreciadas. Sem dúvida, vale a pena.

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Paixão, futebol e cerveja!

Mais do que apenas uma preferência dos brasileiros, o futebol é uma paixão mundial. São milhões de pessoas que amam o esporte nos cinco continentes. Eles são torcedores! Mas nem todos curtem o jogo do mesmo jeito. Há quem prefira ir ao estádio, outros gostam de assistir as partidas pela televisão, em casa ou no bar.

A santista Tamiris Cobêro é um exemplo clássico de uma torcedora apaixonada pelo time. Moradora da cidade de São Paulo, ela consegue ir pouco ao estádio, mas está sempre acompanhando o time de perto do sofá do seu lar. “Minha casa acaba se transformando em um estádio de futebol. Tem todo um ritual. Coloco a camiseta do Santos, penduro uma bandeira próximo à televisão, desligo o celular, pego uma cervejinha e alguns petiscos. Para mim, não faz diferença estar em casa ou no estádio. O que conta é o amor pelo time”, afirma a torcedora.

Já o corintiano Renato Marques gosta mesmo é de sentir a emoção da torcida ao vivo. Ele é do tipo que compra todos os ingressos e não perde um jogo nos estádios – incluindo os que são fora de sua cidade. Viaja de ônibus, carona ou avião. Não importa! Estar apoiando o time, de pertinho, é o que conta.

“Para mim, está fora de cogitação não ir ao jogo do Corinthians. Claro que algumas vezes é impossível, por compromissos de trabalho. Mas isso é bem raro. Sempre dou um jeito”, confessa. “Já fui para cidades do interior, peguei avião para Curitiba e outras regiões do Sul do Brasil. O próximo destino vai ser assistir o bicampeonato mundial do
Corinthians no ano que vem, quando vencer a Libertadores novamente”, explica Renato.

Além disso, Renato expressa seu amor no próprio corpo. Ele tem quatro tatuagens relacionadas ao time. “Minha paixão pelo Corinthians é tão grande que a tenho marcada na pele. São dois símbolos antigos do time, o ano que foi fundado e um trecho do hino tatuados no corpo”, ressalta o torcedor. Outro ritual é o de brindar o jogo com amigos. “A gente procura um bar ou vai para casa. Mas a cerveja no final de cada jogo já virou lei”, diz.

Existe também o torcedor que não fica em casa, mas não é frequentador de estádio. Palmeirense de carteirinha, Gustavo Crespi aciona os amigos para acompanhar os jogos sentados em uma mesa de bar.

Isso não faz com que sua paixão diminua, e, segundo ele, estar reunido com os amigos é tão emocionante quanto ir ao estádio. “Já fui em estádio muitas vezes, mas acho mais empolgante estar em algum ambiente onde existam outros torcedores de outros times que levam na brincadeira as zoações. No estádio não tem como fazer isso. Sem contar que no bar podemos tomar cerveja assistindo ao jogo”, diz.

Independente da forma, para eles o importante é apoiar o time e expressar seu amor pelo futebol. Companheira de todas a horas, a cerveja está sempre presente nesses momentos especiais. Não só no copo, como também apoiando o esporte. A Heieneken® é a patrocinadora de um dos maiores campeonatos do mundo, a Champions League, a Liga dos Campeões da Europa. E, agora, a Amstel se torna a patrocinadora da Copa Conmebol Libertadores Bridgestone 2017, mais conhecida como Copa Libertadores da América.

A HEINEKEN e a cerveja Amstel deseja boa sorte a todos os times e torcedores durante a competição. E que muitos brindes de alegria e paixão pelo futebol sejam feitos, mas sempre com moderação e com paz nos estádios.

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Água boa faz cerveja boa (e um mundo melhor)

Água boa faz cerveja boa (e um mundo melhor)

Entre os cervejeiros, se costuma dizer que água boa faz cerveja boa. E é verdade. No entanto, isso não quer dizer que a água de determinado local seja melhor do que outra para produzir cerveja. Isso é um mito. Mas já foi verdade um dia. Confuso? Muito. Mas a gente explica para você.

A água é cerca de 95% de uma cerveja. A estabilidade dos compostos de aroma e sabor, a espuma e até mesmo a sua leveza são fortemente influenciadas pela água. Mas devemos lembrar que a água não é composta penas de H2O. Ela também carrega impurezas e sais minerais diferentes conforme o tipo de solo com a qual toma contato.

Uma das muitas características que podem ser medidas é o grau de dureza, ou seja, quanto de minerais a água carrega. Águas mais duras são melhores para cervejas mais intensas, escuras, de sabores fortes e amargas. Águas mais moles, por sua vez, são ideias para cervejas mais leves, claras e refrescantes.

A água na história da cerveja

Durante a história da cerveja, a dureza da água já foi extremamente importante para o surgimento de diferentes estilos de cerveja, como o Pilsen. Esse estilo nasce na cidade de Plzen na República Checa em 1842 e foi a primeira cerveja clara e cristalina do mundo – até então, a bebida era normalmente mais escura e visualmente menos atraente. Chegar na cor dourada, translúcida, só foi possível por conta da água “mole” da região.

Mais um exemplo é a criação do estilo Munique Helles, logo em seguida, em 1895. Ao ver o sucesso da cerveja Checa, os alemães também queriam fazer uma cerveja clara. No entanto, demoraram mais de 50 anos para conseguir tratar a água dura da região de Munique e conseguir a mesma aparência e cor. A quantidade de minerais na água da cidade a tornava ideal para estilos escuros, como o Munique Dunkel.

Outro caso, na Inglaterra, também é bem ilustrativo. Muitas cervejarias se instalaram na cidade de Burton-upon-Trent na época da Revolução Industrial para produzir o estilo Porter. Com o declínio desse tipo, as fábricas passaram a produzir o estilo India Pale Ale, mais amargo. A água dura do local não só favoreceu as cervejas escuras, como a primeira, como também foi muito bom para as que vieram em seguida.

Hoje em dia não é mais necessário ir a uma cidade ou outra para fazer um tipo específico de cerveja. Há tecnologia de tratamento de água suficiente para “fazer” a água mais adequada para o estilo que se quer fabricar em qualquer lugar do mundo.

Ou seja, a água boa é relativa sempre ao estilo que se pretende fazer e a água captada – seja da rede pública, de superfície ou lençol freático – é sempre tratada para chegar na melhor composição possível para o uso na cervejaria.

A água na HEINEKEN

A água também é responsável por fazer um mundo melhor. E por entender isso é que a Heineken no mundo tem entre seus compromissos a proteção dos recursos hídricos no programa de sustentabilidade Brewing a Better World. A meta para 2020 é reduzir o consumo específico de água nas cervejarias em 30%.

O consumo absoluto de água da HEINEKEN Brasil em 2016 foi de 4.461.892m3 , uma redução de 10,3% em relação ao ano anterior.

Os números também revelam um incremento de eficiência hídrica na produção da companhia, ou seja, da relação entre água consumida e cerveja produzida: de 2014 para 2015, o consumo específico baixou de 3,8 para 3,6 hl/hl, o que representa 4,5% de redução.

Para alcançar esses números a Cia da foco na presença do TPM na gestão da água, metodologia segundo a qual as equipes atuam para restaurar condições básicas das cervejarias para maior eficiência dos equipamentos e mínimo consumo de recursos naturais, além também de incentivar o engajamento dos colaboradores de tornar nossas operações cada vez mais sustentáveis eliminando qualquer tipo de desperdício.

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Uma festa cervejeira chamada St. Patrick’s Day

Uma festa cervejeira chamada St. Patrick’s Day

Há várias festas cervejeiras pelo mundo. Curiosamente, duas das maiores – a Oktoberfest, realizada entre setembro e outubro em Munique, na Alemanha, e St. Patrick’s Day, em março, na Irlanda – originalmente não tinham como tema principal a cerveja, acredita?

Como a de outubro ainda está longe, vamos aproveitar o mês de março para conhecer um pouco mais a fundo a comemoração do padroeiro da Irlanda.

A história da festa

O St. Patrick’s Day ou Dia de São Patrício é comemorado em 17 de março em vários países de língua inglesa, entre eles a Irlanda e muitos outros locais que receberam imigrantes irlandeses. No entanto, tanto a história de Patrick como da festa são um tanto confusas e cheias de lacunas.

No início a data era apenas um Dia Santo da Igreja Católica irlandesa situado bem no meio da quaresma – período de 40 dias antes da Páscoa em que é comum entre os cristãos jejuns e outros tipos de privações em respeito à morte e ressurreição de Jesus. Uma data muito respeitada, é verdade, pois cerca de 80% da população do país é católica.

O St. Patrick’s Day tornou-se um feriado público no país em 1903, mas já tinha até desfiles em outros países. O primeiro de que se tem notícia aconteceu em Nova York em 1792. Na Irlanda, a primeira manifestação do tipo acontece em 1931, mas é duramente criticada pelas autoridades, políticas e religiosas da época. Os bares também eram proibidos de abrir na data por força de Lei, que só é revogada nos anos 60.

O Saint Patrick’s Festival, a mais importante festa do gênero do mundo, começou a ser realizado na Irlanda apenas em 27 de Março de 1997 e não para de crescer desde então, chegando a ser um evento de 10 dias em 2006. Tudo isso para exaltar o orgulho de ser irlandês. E quem não está envolvido na tradição também participa, aproveitando para se divertir.

A história de St. Patrick

É certo que o padroeiro da Irlanda não era irlandês. Nasceu em terras britânicas durante o domínio romano em meados de 377 D.C. Quando chegou na adolescência, aos 16 anos, foi capturado por piratas irlandeses, momento em que começou a trabalhar como escravo no país. A vida cruel, cheia de tristezas e sofrimentos, fez com que despertasse o amor à religião.

Algumas histórias contam que Patrício fugiu aos 22 anos e viajou andando por mais de 300 quilômetros a procura do lugar em que embarcaria de volta para o seu país. Ao retornar, entrou em um mosteiro e deu início à sua vida religiosa. Retornou para a Irlanda em 432, mas dessa vez como bispo. Ele alegava ter recebido um chamado para evangelizar no país, onde permaneceu por quase 30 anos até sua morte, em 17 de março de 461.

Patrick teria convertido muitos irlandeses ao catolicismo. Uma de suas armas para isso era o trevo de três folhas, que usava para explicar a Santíssima Trindade – Pai, Filho e
Espírito Santo – e que até hoje é utilizado como símbolo pelos irlandeses.

Outra lenda muito contada sobre o santo é que ele teria expulsado as cobras da Irlanda. Mas o fato não se comprova cientificamente porque não havia cobras na ilha naquela época. Provavelmente, isso se tratava de uma metáfora que se referia a pagãos.

Símbolos da festa

O St. Patrick’s Day é, portanto, comemorado na data da morte do santo. As comemorações reúnem uma legião de pessoas vestidas de verde, shows, desfiles, fogos, fantasias, leprechauns, e, claro, cerveja.

O verde, talvez um dos maiores símbolos da festa hoje, na verdade veio depois. Na realidade, a cor inicial era o azul. Uma das explicações da adoção da nova cor é que simbolizava o trevo de Patrício, tendo sido usada pelos irlandeses em diversos conflitos como símbolo de nacionalismo e até incorporada à bandeira nacional em 1922.

Já a cerveja acaba se destacando na festa pelo gosto do povo irlandês pela bebida – e a partir dos anos 60 foi facilitado pela abertura dos Pubs na época dos festejos. Geralmente, na data, os irlandeses bebem cervejas do estilo Dry Stout, como a Murphy’s Irish Stout.

Como tudo na festa, a cerveja pode também ser pintada de verde com corantes alimentícios, mas isso pode até alterar o sabor. Nossa dica para curtir a comemoração com uma cerveja de qualidade e respeitando a tradição é aproveitar uma garrafa naturalmente verde da Heineken® para estar a caráter no evento. Que tal?

Pegue a sua e levante um brinde!

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Conheça a história do recipiente de alumínio mais famoso do mundo

Tomar cerveja na latinha é algo mais do que comum. Mas será que sempre foi assim? Quando foi que saímos das garrafas para as latas? Hoje vamos desvendar um pouco a história da embalagem que conquistou grande espaço no mercado das cervejas.

As latas não chegaram de primeira à cerveja. Na verdade, surgiram por uma necessidade da humanidade de conservar os alimentos, de maneira que durassem mais, sem perder qualidade. Foi então que, em meados do século XVIII, o famoso imperador Napoleão Bonaparte lançou um desafio para a população: o gênio que tivesse uma ideia de como guardar os alimentos de maneira que durassem mais tempo seria recompensado pelo líder francês.

Claro que, nessa época, não era uma brincadeira de quem era o mais inteligente. A questão mesmo era ajudar os soldados que viajavam em direção aos campos de batalha e que precisavam de alimento de boa qualidade. E quem foi o vencedor dessa “gincana” intelectual? A resposta é um inventor francês conhecido como Nicolas Appert, cuja invenção se resume a recipientes de vidro que expostos ao calor e fechados hermeticamente com rolhas de cortiça faziam com que os alimentos tivessem maiores prazos de validade.

Mais pra frente, em 1809, o inventor escreveu um livro sobre o assunto, sendo reconhecido por isso. Até que a obra foi lida por Peter Durant, responsável por solicitar a patente em 1810: “primeiramente acondicionamos os alimentos em garrafas ou outros vasilhames de vidro, potes ou recipientes de estanho”. A partir daí que recipientes de estanho começaram a ser considerados bons para conservar alimentos.

A lata começava a ganhar “forma” e os alimentos eram enlatados em recipientes de chapas de ferro estanhadas. A evolução da lata estava a todo vapor, principalmente quando em 1824, o inglês Joseph Rhodes resolveu caprichar mais colocando tampa e fundo; um método conhecido também como recravação. Daí para frente, foi só evolução.

Para as cervejas, as latas chegaram em 1935, nos EUA, mas eram mais parecidas com as latas de óleo de antigamente. A versão em alumínio que conhecemos hoje surgiu pela primeira vez também nos Estados Unidos em meados dos anos 60. Nessa época, nossa querida cerveja já estava sendo enlatada na Terra do Tio Sam. No Brasil, demorou mais
um pouquinho para chegar: foi há 27 anos, em 1989, que a primeira latinha de alumínio cheia de cerveja foi produzida no Brasil.

Atualmente, existem milhares de latinhas diferentes no mundo inteiro e isso mostra que o desenvolvimento desse recipiente é contínuo. É uma das poucas embalagens 100% reciclável que temos no mercado. Além disso, ela é totalmente customizável, um espaço ótimo para soltar a criatividade, trazer as informações sobre o produto e também brincar com os consumidores.

A nossa Kaiser é um exemplo vivo disso. Esse ano a latinha da cerveja está com uma campanha nova, pra lá de criativa e divertida. A ideia é colocar nas prateleiras latinhas com alguma frase engraçada e sincera. A brincadeira incentiva os fãs da marca a falarem o que pensam ou, como dizem, “falar na lata”. Quem aí tem coragem de dedicar alguma dessas latinhas sinceras para um amigo?

Fontes:

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Descubra o que há por trás da estrela no The Art of Heineken

Descubra o que há por trás da estrela no The Art of Heineken

A vista do topo do edifício do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP) é considerada uma das mais belas de São Paulo. De lá, você pode avistar de maneira muita ampla grande parte da cidade e todo o verde do Parque Ibirapuera, o quintal da casa dos paulistanos. Cenário e local perfeitos para conhecer toda a história da marca Heineken®, que está sendo exibida na exposição “The Art of Heineken” no oitavo andar do edifício, recheado de arte.

Até o dia 12 de março, você pode ter a experiência de imergir nesse universo por meio de uma grande dose de tecnologia, design e interatividade, tornando a aventura divertida à medida em que se conhece mais sobre a marca de cerveja mais internacional do mundo, presente em 192 países.

O que você deve procurar? O segredo que está por trás da estrela da Heineken®.

A busca tem início já na entrada, uma instalação com centenas de tubos plásticos pintados à mão que proporcionam a sensação de estar mergulhado em um copo de cerveja. A primeira pista aparece logo depois, numa sequência de painéis que contam a história da família Heineken, fundadora da empresa e que está até hoje está na direção da organização.

Um grande corredor, após essa etapa, mostra todo o envolvimento da marca com o design e a propaganda. Painéis e holografias reproduzem as garrafas e rótulos históricos da marca, como a evolução da logo e a adoção da garrafa verde, marca registrada da Heineken®. Mas há muito mais. Garrafas de alumínio com design arrojado e até uma das primeiras iniciativas de sustentabilidade – a garrafa “Wobo” foi desenvolvida nos anos 60 para servir de tijolo após consumir a bebida. Você também pode assistir comerciais antigos e levar para casa pôsteres de propagandas impressas, antigas e novas.

No setor seguinte você entra no processo de produção da cerveja, conhece as matérias-primas – o malte, a água, o lúpulo e a especialíssima “Levedura A”, usada na cerveja desde 1886. Além disso, acompanha painéis com todas as etapas de produção da cerveja. Atrás da próxima porta está a “Star Room”, onde acontece a projeção de um filme em 360 graus sobre a Heineken.

Ao final, no cômodo seguinte, você ainda se delicia com um chope Heineken® fresquinho tirado da maneira correta por profissionais holandeses que dão treinamento em todo o mundo sobre o método exclusivo da marca de servir a bebida: o Star Serve. Mas não acabou! Você ainda pode viver seu dia de locutor esportivo dentro de uma cabine e narrar uma partida de futebol da UEFA, o campeonato europeu patrocinado pela Heineken. Ou ainda ser um DJ por alguns minutos e criar uma música através de samplers.

Por fim uma lojinha com artigos exclusivos da marca, o bar, diversas chopeiras e cervejas e uma torneira de água. Sim, água! Essa é a Heineken® lembrando você do consumo responsável, convidando a ser um dos “heroes of the night” de sua campanha.

A visita se encerra com a vista do alto do MAC. E você descobriu o que há por trás da estrela da Heineken®: toda uma história de uma empresa familiar que virou a cervejaria mais internacional do mundo e é apaixonada por fazer uma cerveja de qualidade em todos os locais onde está presente usando apenas três ingredientes: água, malte, lúpulo, além da exclusiva Levedura A.

É muito mais do que só uma estrela.

Serviço: The Art of Heineken @ Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC)

Local: Av. Pedro Álvares Cabral, 1301 – Ibirapuera – SP

Período de funcionamento: 03 de fevereiro até 12 de março

Dias e horários de funcionamento:

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Experiência: às sextas e sábados, das 10h às 18h, e domingos, das 11h às 19h; e 28 de fevereiro, terça-feira, das 11h às 19h

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Festas: sábados (4, 11, 18, 25 de fevereiro; 4 e 11 de março); domingos (5 e 12 de março); terça-feira (28 de fevereiro), das 19h à 1h

Vendas de ingresso pelo site: www.theartofheineken.com.br

Proibida a entrada de menores de idade no evento

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Conheça as casas de hospitalidade da Amstel para o Carnaval

Conheça as casas de hospitalidade da Amstel para o Carnaval

Uma das datas mais alegres do calendário brasileiro finalmente está chegando. O Carnaval sempre leva milhões de foliões às ruas, que abusam da criatividade com inúmeras fantasias, dançam, cantam e pulam. E foi pensando em toda essa alegria que a Amstel preparou casas de hospitalidade para receber os foliões de São Paulo entre os dias 25 e 28 de fevereiro.

Os blocos escolhidos para receberem as casas Amstel serão o Acadêmicos do Baixo Augusta e Confraria do Pasmado. A ideia é que a galera tenha mais uma opção divertida durante a folia e possa curtir outras atrações como as conhecidas festas paulistanas Samambaia, Selvagem, Calefação e Javali. Todas elas adaptadas em ritmo de carnaval, acompanhadas também de DJs e escolas de samba.

E não para por aí! Se você quer dar uma pausa para descansar ou beber uma cerveja, basta entrar e ficar à vontade - até porque não será cobrado nem um centavo para conhecer as duas casas. Entre uma bebida e outra, aproveite para se hidratar (confira nossas dicas para curtir o Carnaval com moderação), carregar o celular e postar as melhores fotos registradas durante o bloco, porque o wi-fi estará liberado.

A casa do Acadêmicos do Baixo Augusta estará localizada na Rua Caio Prado, no número 103. Se estiver caindo na folia no Confraria do Pasmado, só encostar na Rua Cunha Gago, 799. Vale ressaltar que a entrada é gratuita em ambas as casas e serão permitidos apenas foliões maiores de 18 anos. A organização estará liberando o pessoal por ordem de chegada. Por isso, em alguns momentos a casa pode lotar. Mas tenha calma e paciência que sua vez irá chegar.

Entrada: Gratuita e apenas para maiores de 18 anos.

Formas de pagamento para consumo: Dinheiro, cartões de débito e crédito.

Amstel Lata: R$ 5,00

Casa do bloco Acadêmicos do Baixo Augusta

Rua Caio Prado, 103

Datas: 25, 26, 27 e 28/02

Horários: das 14h às 22h (podendo variar dependendo do evento)

Programação (sujeita a alteração):

Sábado - 25/02:

14h às 15 – Dj Residente Capeleiro

15h às 18h – Dj Atração: Formiga

18H às 21h - Festa Venga Venga

20h às 22h – Dj Residente Capeleiro

Domingo – 26/02

14h às 16h – Dj Residente Capeleiro

16h às 18h30 – Dj Atração: Paulão

18h30 às 19h30 – Shows Vai-Vai

19h30 às 20h30 – Festa Samambaia

20h30 às 22h – Dj Residente Capeleiro

Segunda-feira – 27/02

14h às 16h – Dj Residente Capeleiro

16h às 18h – Dj Atração: Kiko

8h às 21h – Festa Selvagem

21h às 22 – Dj Residente Capeleiro

Terça-feira – 28/02

14h às 16h – Dj Atração: Formiga e Dj Residente Capeleiro

16h às 20h – Roda do Baixo Augusta

20h às 21h – Dj Atração: Formiga

21h às 22h – Dj Residente Capeleiro

Casa do bloco Confraria do Pasmado

Rua Cunha Gago, 799

Datas: 25, 26, 27 e 28/02

Horários: das 14h às 22h (podendo variar dependendo do evento)

Programação (sujeita a alteração):

Sábado 25/02

14h às 16h – Dj Residente Mari Benting

16h às 17h – Show Pasmado – Bateria

17h às 19h – Dj Atração: Kiko Costato

19h às 21h – Festa Javali

21h às 22h – Dj Residente Mari Benting

Domingo – 26/02

14h às 16h30 – Dj Residente Mari Benting

16h30 às 21h15 – Pasmado convida Belém Belém, Cerca Frango, Chega Mais, Trupica, Mais Não cai

21h15 às 22h – Dj Atração – Formiga

Segunda-feira – 27h/02

14h às 16h – Dj Residente Mari Benting

16h às 18h – Dj Atração: Paulão

18h30 às 21h – Show Pasmado Full

21h às 22 – Dj Residente Mari Benting

Terça-feira – 28/02

14h às 16h – Dj Residente – Mari Benting

16h às 19h – Dj Atração: Kiko Costato

19h às 21h – Festa Calefação

21h às 22h – Dj Residente Mari Benting

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Conheça 7 livros sobre cerveja para ler durante o verão

Conheça 7 livros sobre cerveja para ler durante o verão

Vamos começar temporada de férias, e essa época é uma boa oportunidade para deitar em uma boa rede num lugar tranquilo para ler um bom livro. E por quê não aproveitar essas horas de tranquilidade para, além da cerveja, tomar boas doses de conhecimento sobre o universo cervejeiro com livros?

Foi pensando nisso que reunimos sete livros onde a cerveja é sempre a protagonista da história. A ideia é aprimorar-se no assunto e beber cerveja com muito mais propriedade. Confira nossa seleção de livros que mistura o ato de beber cerveja com literatura:

Cerveja para leigos (Marty Nachel, Steve Ettinger): Se a ideia é procurar por um livro introdutório, a opção é a mais indicada. Os autores e especialistas Marty Nachel e Steve Ettlinger se preocupam em explicar tim tim por tim tim, de maneira bem didática assuntos como o processo de fabricação, insumos, os estilos das cervejas e a maneira correta de degustar. Tem ainda dicas com receitas e informações iniciais para começar a fazer cerveja em casa.

Larousse da Cerveja (Ronaldo Morado): Um livro para quem quer aprender tudo sobre cerveja. São mais de 300 páginas passando pela história da bebida, pubs, bares, escolas cervejeiras, matéria-prima, processo de fabricação, estilos, propriedades e características. Pode-se considerar que é um livro obrigatório aos iniciantes e até aos
especialistas que precisam consultar algo que não está na ponta da língua. O livro ainda reúne dicas gastronômicas, com harmonizações, cenário econômico da cerveja no Brasil e no mundo, entre tantas outras informações indispensáveis.

O Atlas Mundial da Cerveja (Tim Webb e Stephen Beaumont): Mais um livro que não pode faltar na prateleira ou cabeceira de qualquer cervejeiro que quer aprender cada vez mais sobre o assunto. A obra está em formato de atlas e reúne informações valiosas sobre a cerveja, desde seus primórdios, até o processo de fabricação e tendências. Tem
também análises sensoriais de mais de 500 rótulos do mundo inteiro, inclusive o Brasil. Falando na terra tupiniquim, o guia ainda reúne um capítulo especial que destaca a cultura cervejeira brasileira.

O Livro da Cerveja (Tim Hampson): Quer conhecer mais de 800 cervejarias sem precisar viajar o mundo inteiro? Nesse livro existe essa possibilidade. Além disso, possui avaliações de mais de 1.700 cervejas de muitos estilos. A obra foi organizada pelo presidente da Associação Britânica de Escritores de Cerveja, Tim Hampson. Ele se preocupou ainda, em deixar o livro bem ilustrado com fotos, mapas e dicas de harmonização com a bebida.

1001 cervejas para beber antes de morrer (Adrian Tierney-Jones): Aqui está uma dica de livro para quem quer descobrir mais de 1000 cervejas indispensáveis para experimentar. E não são apenas dicas. O livro reúne descrições minuciosas sobre cada rótulo. Tem brasileira também, como por exemplo nossa querida Xingu. É um bom guia para os iniciantes que querem saber qual cerveja tomar, o motivo de escolher e o que esperar de cada uma delas.

A Mesa do Mestre Cervejeiro (Garret Oliver): Esse vai para os apaixonados por harmonização. Quem comanda tudo é o renomado mestre-cervejeiro da Brooklyn Brewery, de Nova Iorque, Garret Oliver. Apesar de ser um livro técnico sobre como harmonizar cerveja com inúmeras opções gastronômicas, o autor se preocupa em deixar os textos divertidos e leves narrando suas experiências ao longo de viagens cervejeiras e produções.

Cerveja e Filosofia (Steven D. Hales): O conteúdo cervejeiro nos livros não é apenas técnico o tempo inteiro. Por trás de todo conhecimento acerca da bebida, existem reflexões sobre qual seu papel na sociedade e como foi se desenvolvendo até tornar-se uma paixão mundial. São diversos ensaios de filósofos e especialistas. É uma opção para os amantes de cerveja, literatura e filosofia.

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Session beers: cervejas leves e saborosas perfeitas para o verão

Session beers: cervejas leves e saborosas perfeitas para o verão

Sempre ouvimos que as altas temperaturas do verão brasileiro pedem bebidas leves e refrescantes. A cerveja é a bebida favorita para a estação e as Session Beers são boas opções para os dias tórridos, ou mesmo para quem deseja beber mais e não se intoxicar tão facilmente. Mas afinal, o que é uma Session Beer?

É uma categoria de cervejas que têm em comum o baixo teor alcoólico, sensação de corpo baixo na boca, mas com aromas e sabores devidamente preservados. A princípio pensamos em uma cerveja mais “aguada”, mas não é. A fabricação delas foca nos sabores equilibrados e na redução do álcool, pois assim você pode apreciar em volumes maiores mas sem perder a parte boa da bebida, que é o seu gosto.

Em média são cervejas que possuem menos de 5% de teor alcoólico e são mais fáceis de beber, pois seu drinkability é alto. O estilo pode variar de acordo com a criatividade do cervejeiro, pode ser uma cerveja escura, por exemplo. Essa tendência desembarcou no Brasil em meados de 2014, quando já tinha voltado com força nos Estados Unidos e na Europa. Contudo, sua origem é bem antiga, vem lá dos tempos da I Guerra Mundial.

Conta a História que os ingleses tinham um determinado período de tempo que era permitido aos trabalhadores beber cerveja. Segundo o site especializado em ceveja Beer Advocate, durante esse horário - uma janela de 4 horas - eles poderiam beber até 8 pints (cada pint com 568ml) de cervejas que não ultrapassassem os 4% de teor alcoólico. Geralmente elas estavam na casa dos 3%, e por isso seu consumo não deixava o trabalhador intoxicado e assim não seria preso, já que era proibido alguém alcoolizado andar pelas ruas da Inglaterra.

Por conta dessa janela de tempo e do volume alcoólico baixo, elas foram batizadas de Session Beers. O termo “session” vem do inglês e significa sessão, período de tempo. Os estilos mais comuns na época eram o Mild Ale e o Bitter. Hoje temos muitos estilos que ganharam suas versões sessions e várias cervejarias apostando nesse mercado. Alguns países, como a Irlanda, as cervejarias investem pesado na categoria, já que seu imposto varia de acordo com a quantidade de álcool na bebida.

Quem pode ser considerada uma cerveja dentro da categoria é a nossa Amstel. Com 4,7% de teor alcoólico, ela é refrescante, com toques cítricos e suave dulçor, corpo baixo e muito fácil de beber. Ela veio para o nosso país pensando justamente nas noites de calor no bar, quando seu período de permanência na mesa aumenta e as temperaturas levadas provocam ainda mais sede. Por isso fica aqui a dica: em eventos de longos períodos invista em uma boa Session Beer.

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Christmas Beers: a cerveja de Natal

Com a chegada do fim do ano começam também os preparativos para o Natal, uma das datas mais celebradas do mundo. Na tradição católica, trata-se da comemoração ao nascimento de Jesus. No entanto, hoje em dia o Natal é festejado também de maneira mais ampla, como símbolo de união e solidariedade.

Uma parte muito forte do “ritual” de fim de ano é reunir família ou amigos à mesa, com muita fartura de comidas e bebidas. O vinho e o espumante normalmente acompanham a celebração. Mas a cerveja também faz parte dessa comemoração, pelo menos em países com uma tradição cervejeira mais antiga e forte. E há até produção especial para a época: são as chamadas Christmas Beers.

A data de início das cervejas de Natal é incerta. Porém, registros mostram que os povos pagãos do Norte da Europa já consumiam bastante cerveja durante rituais religiosos e outras celebrações de fim de ano. Ou seja, essa é algo que existe antes mesmo do cristianismo naquele lugar! Outro relatos também apontam que entre os séculos 8 e 11, os vikings escandinavos teriam sido os responsáveis por disseminar essa cultura em diversos países por onde estiveram.

Dentro da tradição católica, o simbolismo de beber cerveja na data começou mesmo na Idade Média – época em que o cristianismo se espalha pela Europa. Uma boa parte de cultura cervejeira era preservada em mosteiros, já que os monges eram dos poucos alfabetizados da época. Eles registraram muitas das técnicas usadas para fabricar cervejas de diversos tipos e desenvolveram muitas mais.

Não raramente eles também acabavam guardando parte dos melhores insumos para produzir uma cerveja especial para comemorar o Natal. E foi dessa maneira que surgiu a tradição das Christmas Beers ou Xmas Beer, conhecidas também como Bière de Nöel.

Ao contrário do que pode parecer, as Christmas Beers não se enquadram como um único estilo de cerveja. São sabores, cores e aromas diferentes muitos diferentes entre sí para coloca-las no mesmo grupo. No entanto, essas cervejas costumam ser mais alcoólicas e, geralmente, são de alta fermentação. Também não é incomum o uso de especiarias para especiarias, tornando a Christmas Beers de sabores complexos e bem elaborados.

Portanto, agora você já sabe. Nem só de vinho vive a tradição do Natal!

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Curiosidades
Ciência: 10 benefícios da cerveja para o corpo humano

Ciência: 10 benefícios da cerveja para o corpo humano

O corpo humano às vezes é muito sensível. Precisamos estar sempre atentos, cuidando da nossa saúde constantemente. Uma das principais atitudes para se tomar em prol do nosso bem-estar é adotar hábitos saudáveis, se alimentando adequadamente, fazendo exercícios físicos e tomando cerveja. Sim! Cerveja também. Por que não?

É certo que a cerveja deixou de ser um vilão da saúde há tempos e existem inúmeras pesquisas científicas que comprovam isso. No entanto, em todas elas, os especialistas alertam que o consumo deve ser feito de maneira moderada e responsável. Para mostrar que a cerveja é uma aliada da vida saudável elaboramos uma lista com 10 desses estudos. Confira:

Saúde do coração: Uma pesquisa de Ramón Estruch, do Hospital Clínico de Barcelona, revela que consumir cerveja moderadamente ajuda a prevenir acidentes cardiovasculares, pois tem componentes que agem como antioxidantes e anti-inflamatórios das artérias. Dessa forma ela ajuda a melhorar a pressão arterial, baixar o colesterol ruim (LDL) e aumentar o bom colesterol (HDL). Contudo, os benefícios só aparecem se o apreciador da bebida mantiver uma alimentação saudável.

Envelhecimento: Pesquisa feita por Priscila Becker Siqueira, formada em mestrado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), revela que os compostos fenólicos antioxidantes da cerveja podem ajudar a retardar o envelhecimento celular e a prevenir doenças cardíacas e males neurodegenerativos. Esse estudo apontou, contudo, que esses benefícios podem ser melhor aproveitados se a cerveja for consumida dentro de um prazo de 15 dias da sua data de fabricação.

Ossos mais fortes: Estudo realizado pela Universidade de Tufts revelou que pessoas que bebiam um ou dois copos de cerveja por dia apresentavam maior densidade óssea. A pesquisa mostrou, porém, que um consumo superior a isso aumenta as chances de fraturas. Existe ainda outra teoria, dessa vez da Universidade de Cambridge. Os estudiosos de lá revelaram que a cerveja possui propriedades capazes de evitar a osteoporose nas mulheres. Isso porque, segundo o estudo, a bebida é fonte de ácido ortosilicico, responsável por favorecer o desenvolvimento dos ossos.

Rins em bom funcionamento: Tomar uma garrafa de cerveja por dia pode reduzir as chances de ter cálculos renais em 40%. Pelo menos é o que diz um estudo feito na Filadélfia. Segundo a teoria, a alta quantidade de água presente na cerveja é capaz de ajudar no trabalho dos rins. O estudo também destaca que o lúpulo pode evitar que pedras nos rins se formem.

Saúde do cérebro: A cerveja também pode ser aliada na prevenção do Acidente Vascular Cerebral, conhecido popularmente como derrame. A constatação aconteceu em 2014, após o VII Congresso Europeu sobre Cerveja e Saúde. Os cientistas afirmaram que se consumida de maneira moderada, combinando com uma dieta saudável, a cerveja pode prevenir o AVC. A tese se justifica pelo fato dos polifenóis estarem presente na cerveja. Esses compostos possuem propriedades antioxidantes. Segundo os pesquisadores, a bebida possui cerca de 50 variações de polifenóis.

Estresse: A cerveja também pode ser aliada ao nosso relaxamento. Segundo uma pesquisa realizada pela Clínica Mayo (EUA), beber cerveja de maneira moderada pode auxiliar a diminuição do estresse e ansiedade. A recomendação diária é de 2 copos de 355ml para os cervejeiros e 1 copo para as cervejeiras. Existe ainda outro estudo da Universidade de Montreal que afirma a mesma teoria. Os pesquisadores recomendam dois copos por dia.

Alzheimer: Tomar cerveja pode prevenir o desenvolvimento de Alzheimer. Quem afirmou isso foram cientistas americanos da Universidade de Loyola, em Chicago. O estudo contou com a participação de voluntários e concluiu que os cervejeiros que escolhem a cerveja como sua bebida predileta e que bebem de maneira moderada, podem reduzir até 23% as chances de contrair a doença de Alzheimer.

Proteção nos Olhos: O consumo moderado de cervejas pode ser benéfico também para nossa visão. Os responsáveis por essa constatação são cientistas americanos e canadenses que apresentaram a tese no Congresso Internacional de Química das Sociedades do Pacífico. Eles defendem que as cervejas escuras, como as do estilo Stout, têm poder de prevenir em até 5% o desenvolvimento da doença aterosclerose e cataratas, principalmente quando o caso for com diabéticos. Os estudiosos descobriram este poder nos antioxidantes que fazem parte da cerveja. Essas substâncias benéficas são capazes de proteger a mitocôndria celular.

Hidratação do corpo: Segundo um estudo apresentado no VI Simpósio Europeu de Cerveja e Saúde, beber cerveja após a prática de exercício físico pode ajudar a hidratar o corpo. A teoria é do pesquisador Manual Castillo da Universidade de Córdoba. O estudioso afirmou que a cerveja irá agir em nosso organismo da mesma maneira que a água. No entanto, ele destaca que deve ser algo bem moderado e não pode existir nenhuma contraindicação médica específica.

Sistema Imunológico: Pensa em fortificar o sistema imunológico? Beber cerveja com moderação pode ser uma boa para atingir seu objetivo. Um estudo publicado na revista Annals of Nutrition and Metabolism comprovou que isso é possível. Os pesquisadores descobriram que quando as mulheres consomem uma latinha de cerveja diariamente e os homens duas, aumentarão o número de células de defesa pertencentes ao sistema imune. O resultado disso para o nosso corpo são anticorpos trabalhando em prol da nossa saúde, resistindo a infecções e outras complicações.

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Curiosidades
Água: O líquido sagrado indispensável para a cerveja.

Água: O líquido sagrado indispensável para a cerveja.

Principal ingrediente na fabricação da cerveja, a água está presente em várias etapas de produção, e sem ela não temos a bebida. Durante todo o processo pode ser gasto de 4 até 20 litros para a produção de 1 litro de cerveja, fazendo com que ela represente 90% da bebida. Isso contando apenas com as etapas em fábrica, sem pensar nos processos que envolvem os ingredientes. Mas, você sabia que existem diferentes tipos de água para fazer cerveja? E que isso não depende da água da região que a cervejaria está?

Pois bem, não podemos utilizar água vinda direto da torneira para produção de cerveja. Por isso, ela passa por várias etapas de tratamento para remover impurezas. Depois desse processo o cervejeiro vai trabalhar com a quantidade de sais minerais que ele deseja na água. São esses sais, com peso maior para o carbonato de cálcio, que determinam se a água é mole ou dura. Apesar dos nomes, elas possuem a mesma consistência, a diferença é que a água dura tem muito mais minerais do que na mole. Isso significa que cada receita utiliza um tipo de água. A dura é utilizada para fazer cervejas mais escuras, exemplo da nossa Murphys Irish Stout e outros estilos, como India Pale Ale. Por outro lado, a água mole compõe as receitas para produção de cervejas mais claras, como nossa Heineken®, Sol Premium, Edelweiss, etc.

No passado não tínhamos a tecnologia necessária para tratar a água de acordo com a receita da cerveja. Por conta disso, a água do local é que definia a receita a ser produzida. Nossa Amstel, por exemplo, recebeu esse nome exatamente pela dificuldade de encontrar água mole no início da produção. A solução para produzir essa cerveja foi instalar a cervejaria próximo ao Rio Amstel, na Holanda. Outra história famosa é sobre a criação do estilo Pilsen. Os alemães tiveram que ir até a República Checa para conseguir água mole, já que na Alemanha, a água era muito dura.

E a partir da água de uma determinada região que tivemos a criação de receitas de grandes estilos. Uma delas é a famosa água de Burton on Trent – um dos principais locais que se produzia cerveja na Inglaterra no final de 1800. Por lá, a água era extremamente dura, isso fez com que auxiliasse no processo de fabricação das primeiras cervejas do estilo India Pale Ale. Os cervejeiros estudaram a água da cidade e, a partir disso, um perfil que quantifica os minerais foi criado e é conhecido hoje de Burton.

Mas por conta da nossa tecnologia hoje, não é correto dizer que a água de determinado lugar é melhor do que outra. Isso quer dizer que pouco importa onde está instalada uma cervejaria, as características físico-químicas da água podem e são alteradas.

Por fim e não menos importante, está a responsabilidade que as cervejarias têm em cuidar com carinho da água, sem que haja desperdícios, ajudando na sustentabilidade do nosso planeta. A HEINEKEN pensa nisso desde os primórdios e números mostram isso. Em 2014, por exemplo, a companhia reduziu em 8% o consumo de água em suas unidades fabris. Para se ter uma noção mais exata, a porcentagem é o mesmo que 405.470 m³ de água. Mensurando melhor, é o que 18.500 famílias brasileiras consomem em um mês. Para saber mais detalhes sobre todas as ações sustentáveis da HEINEKEN clique aqui.

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Tradições Cervejeiras: Conheça atos tradicionais com cerveja espalhados pelo mundo

Tradições Cervejeiras: Conheça atos tradicionais com cerveja espalhados pelo mundo

Os termômetros no Brasil estão registrando temperaturas cada vez mais altas. Isso mostra a chegada do verão, do fim de ano e aquela sensação boa de que teremos festas, seja na empresa, em casa ou com os amigos celebrando a chegada de 2017. São as nossas tradições para o final do ano. Hoje vamos destacar algumas tradições que estão ligadas com a cerveja, claro, que é o nosso “prato principal” aqui no blog.

Vocês conhecem alguma tradição cervejeira? Provavelmente a brasileira não é difícil de lembrar: praia, calor, churrasco e cerveja gelada. Existem ainda muitas outras que vocês irão descobrir agora, em uma lista pra lá de curiosa sobre essas tradições cervejeiras:

Café da manhã bávaro: Nossa seleção vai começar com uma das tradições cervejeiras mais antigas. E adivinhem, acontece na Alemanha – um dos países com mais cultura cervejeira. Os alemães têm o costume de tomar o café da manhã acompanhado de uma cerveja. Pelo menos é assim no sul do país, na cidade da Baviera. Conhecido como café da manhã bávaro, a primeira refeição do dia é acompanhada com pretzel, e salsichas alemãs do tipo weisswurst e süsser senf. A cerveja na maioria das vezes será do estilo Weizen e tem baixa graduação alcoólica.

Christmas Beers: Com a chegada do fim de ano e do Natal, é impossível não lembrar dessa tradição. Geralmente o pessoal dos países do hemisfério norte vivem mais esta experiência. A ceia de Natal é regada de Christmas Beers ou também conhecidas como Winter Warmers, que remetem à estação do inverno, já que nessa época faz muito frio nesses países. As Christmas Beers são cervejas com graduação alcoólica elevada e encorpadas, que trazem aquecimento logo no primeiro gole. São boas para acompanhar os famosos quitutes da época, como frutas secas, carnes assadas, pudins, rabanadas.

Pumpkin Ales: As cervejas de abóbora ou Pumpkin Ale, fazem parte de uma tradição divertida e também assustadora, dependendo da criatividade de cada um na fantasia. Claro que estamos falando no Halloween. Contudo, essa cerveja surgiu sem nenhuma intenção de se tornar ideal para essa época. Em meados de 1700, os americanos ficaram sem malte de cevada e encontraram na abóbora um jeito de substituir o ingrediente escasso, responsável por fermentar a cerveja. A coincidência com o Halloween aconteceu porque a estação de outono é a melhor para a colheita de abóbora nos Estados Unidos e calhou da cerveja ser mais produzida em outubro, casando perfeitamente com o Halloween.

Tradições Brasileiras: Essa é fácil de acertar. Todos nós vivemos isso em muitas sextas-feiras depois do expediente em nosso tradicional Happy Hour. Também temos o costume de chamar a galera em casa para assistir aquele jogão de futebol e reunir os melhores amigos em um churrasco regado de cerveja gelada. A praia e calor torna a bebida ainda mais indispensável. Nós, brasileiros, buscamos por refrescância e, se pararmos para refletir, gostamos de beber por um período de tempo maior, escolhendo cervejas com alto drinkability.

Harmonização Irlandesa: Comer ostras acompanhadas de cerveja estilo Stout pode soar um pouco estranho para nós brasileiros. Quem criou essa tradição foi a galera do Reino Unido, mas especificamente na Irlanda. Os irlandeses acreditam que combinar ostras frescas com cervejas do estilo Stout podem curar a ressaca. A harmonização tornou-se tão famosa que é celebrada todo ano em várias cidades do país.

Oktoberfest: Não tem como falar de tradições cervejeiras e não citar a Oktoberfest. A festa acontece na Alemanha e é uma das mais famosas do mundo. A tradição começou para comemorar o casamento do príncipe da Baviera, em outubro de 1810. Essa comemoração e homenagem ao rei que havia se casado, tinha festivais de música, corrida de cavalos e comidas típicas. O sucesso da festa foi tão grande que tornou-se uma tradição e com o tempo, surgiu a cerveja como a bebida favorita dos participantes. Inclusive existe um estilo de cerveja único para festa, a Oktoberfestbier. Alguns países, como o Brasil, fazem a sua versão de Oktoberfest. No entanto, a experiência de viver a original é única.

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Conheça melhor o lúpulo e saiba quais são suas funções na cerveja

Conheça melhor o lúpulo e saiba quais são suas funções na cerveja

Hoje vamos conhecer um pouco melhor um ingrediente indispensável presente na cerveja: o lúpulo. Será que você sabe realmente todas as funções que ele tem na sua bebida predileta? Pelo menos uma delas é provável que você saiba, que é a de proporcionar amargor à cerveja, por ser rico em resinas. Mas, o lúpulo também é capaz de trazer sabores e aromas para bebida, graças aos seus óleos essenciais. E tem mais coisa por trás dessa maravilha natural.

O lúpulo é uma planta, cujo nome botânico é Humulus Lupulus, mais conhecida como trepadeira, podendo atingir até sete metros de altura. Para utilizar na produção de cerveja, deve-se utilizar os cones da planta feminina, in natura (a flor) ou em pallets. Nosso pão líquido pode ser feito com apenas quatro ingredientes, exemplo da Heineken®: água, malte, lúpulo e levedura.

No início, a planta era usada para equilibrar o sabor doce do malte de cevada. Depois se descobriu sua capacidade para conservar melhor a bebida, prevenir que a cerveja ficasse azeda e estragasse, já que o lúpulo possuí efeitos bacteriostáticos. Mas, a sua principal função é de trazer sabores para cerveja.

O mestre cervejeiro pode utilizar inúmeros tipos de lúpulos que poderão alterar as notas da cerveja, resultando em uma bebida frutada, resinosa, cítrica, floral e herbal. Em cada lugar do mundo o lúpulo será diferente e, consequentemente, as características não serão as mesmas. Por exemplo, o Centennial, de origem americana é mais floral e cítrico, já o Target, lúpulo inglês, tem característica herbal. Infelizmente no Brasil o lúpulo ainda não pode ser produzido com as mesmas características que possuem os importados, pelo fato da planta precisar de temperaturas mais frias, como as da Europa e América do Norte. Alguns testes estão sendo feitos para conseguirmos um lúpulo brasileiro com características únicas, mas não temos nada ainda no mercado.

A grande variedade de lúpulo possibilita trabalhar também com aromas diferentes para a cerveja, trazendo um aroma de maracujá, por exemplo, sem utilizar a fruta. As receitas de cerveja podem utilizar pelo menos dois tipos de lúpulo, um para evidenciar o aroma e o outro para o amargor. Mas isso não é necessariamente uma regra e cabe ao mestre cervejeiro definir como utilizar o lúpulo e para quais fins.

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 Pumpkin Ale: A cerveja consumida no Halloween produzida com abóbora

Pumpkin Ale: A cerveja consumida no Halloween produzida com abóbora

Fazer cerveja nunca foi uma tarefa simples, principalmente quando o assunto é inovar na receita, pesquisando ingredientes, proporcionando experiências sensoriais únicas. Mas às vezes, a criatividade deixa de ser uma opção e passa a ser necessidade. Por exemplo, se tivessem que produzir uma cerveja sem malte de cevada, qual seria o plano? Isso aconteceu de verdade nos Estados Unidos, em meados de 1700 e o que salvou os americanos de ficarem sem cerveja foi a criatividade e a abóbora. Foi nessa época de escassez de ingredientes que surgiu a Pumpkin Ale, feita 100% com abóbora. Que tal conhecer um pouco mais sobre esse estilo que atualmente faz parte da cultura cervejeira mundial?

Até o século XVI os europeus desconheciam a existência da abóbora. Já nos Estados Unidos o vegetal era fácil de encontrar. Na época, muitos ingleses que viviam em terras americanas tinham o interesse de fazer suas cervejas, mas sofriam com a falta de malte de cevada, matéria-prima quase que indispensável na produção de cerveja. O quase é porque tentaram encontrar um jeito com outras opções capazes de serem fermentadas. Foram muitas tentativas, incluindo melaço, nabos, espigas de milho e outras.

A estação de outono ajudou os cervejeiros que viviam nos Estados Unidos na época. Junto com ela chegou a colheita de abóbora que logo começou a fazer parte das receitas de cerveja. A partir, daí o estilo Pumpkin Ale foi criado. O fato dessa cerveja ter nascido no mês de Halloween e levar abóbora em sua composição, fez com que se tornasse uma bebida ideal para a data. Inclusive, algumas cervejarias que produzem sua Pumpkin Ale estampam em seu rótulo o famoso Jack O’Lantern.

No começo do século XIX os americanos acabaram superando a falta de cevada e malte e o acesso começou a ficar mais fácil. Com isso, acabaram parando de produzir Pumpkin Ale. No entanto, no final dos anos 80, o estilo foi ressuscitado. Naturalmente,de uma maneira diferente. Era uma cerveja mais moderna, com malte e especiarias em sua composição.

Atualmente a cerveja continua sendo produzida a todo vapor. A receita continua evoluindo, mantendo especiarias entre os ingredientes, como canela, cravo, pimentas, noz-moscada e gengibre. Ao contrário da primária, essa possui malte de cevada em sua composição, além da abóbora, claro, que pode ser inserida durante a produção “in natura”, em pasta, assadas, calda e em diversos momentos do processo. Nos dias de hoje, o estilo geralmente é produzido na época de Halloween, ou seja, de maneira sazonal.

A cerveja do estilo Pumpkin Ale de hoje normalmente possui gosto adocicado e facilmente se identifica no aroma e paladar a abóbora. É possível escolher qualquer estilo de cerveja como base, desde que tenha equilíbrio entre os ingredientes escolhidos, fazendo com que a cerveja seja deliciosa e inovadora.

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Os souvenirs da Heineken mais desejados do mundo

Os souvenirs da Heineken mais desejados do mundo

O significado de fã em nosso dicionário diz que é uma pessoa que possui grande admiração por alguém ou alguma coisa. Apesar de ser bem objetivo, esse conceito para nós é bem mais amplo. O mais importante é valorizá-los e alimentá-los com inovações para que a chama de admiração não se apague nunca.

Hoje, ressaltando nossos fãs e seguidores, vamos destacar alguns itens da Heineken® divertidos, úteis e desejados por nossos admiradores. Ter um item com uma marca desejada chama atenção e pode até render um bate papo sobre o assunto. Quer descobrir quais são esses verdadeiros desejos de consumo? Então vem com a gente e confira a lista:

Guarda-chuva: Às vezes uma chuva é motivo para complicar nosso dia. Mas podemos tornar isso mais divertido e até mais estiloso. O guarda-chuva da Heineken® faz sucesso nas ruas e pode deixar você até com um humor melhorado na hora de encarar aquela chuva chata.

Capa de celular: Há tempos que a famosa capinha de celular deixou de ser um item apenas para protege-lo de quedas. A verdade é que agora ter uma capa com uma estampa bacana é bem mais interessante, principalmente se for algo que você gosta muito, como uma Heineken® gelada.

Boné: Se proteger do sol usando boné é bem comum. A realidade é que nem sempre usamos boné para nos poupar dos raios solares. Muitas vezes a escolha do boné é simplesmente porque podemos ficar mais bonitos, combinar com alguma roupa. Para os fãs da Heineken® esse item pode ser indispensável no armário.

Copo: O que falar desse item cuja função é apenas colocar nossa cerveja? Para quem admira a Heineken®, ter uma pequena coleção de copos na hora de chamar a galera em casa vai ser no mínimo digno de respeito. Uma cerveja e um copo especial daquela cerveja. Com certeza é um dos itens mais procurados por nossos fãs.

Camiseta: Sair às ruas vestido de qualquer camiseta não dá. A escolha para ficar bem apresentável para um passeio, como um encontro com amigos, pode ser bem fácil. Hoje existem inúmeras opções de camiseta que estampam a marca e cá pra nós: é bem legal vestir a camisa com a marca da cerveja favorita. Pode render alguns elogios.

Abridor de garrafa: Uma pessoa apaixonada por cerveja não pode andar sem um abridor. Esse é um item obrigatório no bolso de qualquer cervejeiro. Pode acontecer em algum momento na mesa do bar, precisar abrir uma cerveja ou até mesmo dentro de casa. Eis que você saca o seu abridor verde da Heineken® e salva a pátria para abrir a gelada.

Frigobar Heineken®: Já imaginou ter um frigobar dentro do quarto para guardar suas cervejas? Melhor ainda, se for estampado e abastecido com Heineken®. Esse é mais do que um simples item, é um sonho para qualquer cervejeiro fã da marca e que pode se tornar realidade graças a campanha “There is more behind the star” que deu início a uma ação nomeada como “Open the Experience”. Você, apaixonado e admirador da Heineken pode ter o seu frigobar e, ainda encontrar dentro dele uma viagem à capital holandesa com direito a um acompanhante para conhecer o famoso museu Heineken Experience

E tem uma promoção incrível rolando que pode te dar uma viagem para Amsterdã para conhecer o Heineken Experience ou um Frigobar Heineken, para concorrer, é só comprar 12 unidades de qualquer produto da marca Heineken®, como long necks, latas, garrafas ou Draught Keg de cinco litros. Depois é só cadastrar no site https://www.heinekenpromo.com.br durante o período de 1º de outubro até 30 de dezembro.

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Etiqueta de boteco: dicas de comportamento para ser o cliente favorito

Etiqueta de boteco: dicas de comportamento para ser o cliente favorito

Existe coisa melhor do que reunir os amigos em um boteco qualquer para tomar aquela cerveja gelada? Chegar no seu bar favorito e pedir uma Amstel para dividir com os amigos depois de um dia cheio é uma sensação muito boa. O primeiro gole geladinho dessa cerveja leve já é capaz de reduzir drasticamente o estress. Mas, é preciso saber como se portar para não irritar as pessoas a sua volta e muito menos aquelas que estão te atendendo.

O boteco é como sua segunda casa, mas é preciso lembrar que você não está no sofá do seu lar. Etiqueta também serve para o bar, não é frescura, é para manter a boa convivência. Ninguém quer pagar o mico por falta de educação, certo? Às vezes algum comportamento pode passar batido e pensando nisso resolvemos reunir algumas dicas de etiqueta de boteco para que vocês aproveitem cada instante com os amigos sem pisar na bola.

Atenção ao celular: Um erro clássico e muitos de vocês certamente cometem com frequência. Não é bacana uma roda de amigos, cheia de alegria, conversas e histórias legais e você concentrado no celular. Tudo bem postar uma foto ou outra ou fazer check-in no bar. O problema é deixar que o ato seja mais importante do que estar com sua galera. Cuidado para não pegar a fama de antissocial. A dica é: só pegue o celular se for realmente necessário e verá que tudo ficará mais divertido.

Grosseria com garçom: “Digas como trata o garçom e te direi quem és”. Adaptamos a frase famosa para dizer que falta de respeito com o garçom revela muito do caráter da pessoa. O garçom tem jornadas de trabalho que geralmente são no período da noite , por longas horas e intensas. O bar está movimentado? Não fique fazendo gestos e gritando para que atenda logo. Ninguém quer estragar o happy hour por ser o chato que foi grosso com o garçom. Lembrem-se: Você não é o único querendo sua cerveja, ele precisa servir outras mesas. É preciso paciência e respeito.

Pé em cima da mesa/cadeira: Vamos combinar que postura é essencial em qualquer estabelecimento. O bar pode ser a sua segunda casa, mas não é a sua casa. Imagina que chato você ser repreendido na frente de todos por estar com o pé em cima da mesa ou no acento de uma cadeira. É uma atitude infantil para quem estiver olhando dentro do bar. Além disso, é preciso pensar na higiene do local e colaborar para mantê-la. Aposto que ninguém gostaria de comer um quitute delicioso e ter um pezão na mesa próximo à comida.

Horário de funcionamento: Todos têm sua rotina de trabalho e jornadas diferentes. Chega uma hora que o corpo pede por descanso. Por isso, quando o garçom avisar que aquela cerveja será a saideira, respeitem isso. O bar precisa fechar e certamente depois que todos forem embora, eles terão outras funções para fazer, como limpeza, fechamento de contas, etc. Antes de insistir por outra saideira, pense se gostaria que seu chefe solicitasse um trabalho às 17h59 de uma sexta-feira.

Respeito com as mulheres: Existe uma diferença entre ser cavalheiro e ser chato a ponto de ser abusivo. Muitos homens chegam e sentam em outra mesa para puxar assunto com alguma garota. O problema é que isso pode ser incômodo demais. Antes de fazer isso, pense que estará invadindo o espaço de alguém e também atrapalhando um papo que pode ser muito íntimo entre as meninas. Só vá para outra mesa, se perceber um sinal verde e for convidado para isso.

Consumo responsável: Além de fazer mal para saúde, o excesso da cerveja vai tornar você uma pessoa incoveniente. Seus amigos, leais que são, provavelmente terão que cuidar de você e todos do bar perceberão o papelão que está fazendo. Uma boa dica, é intercalar sua cerveja com água para evitar acabar com a noite mais cedo. E claro, coma alguma coisa durante o tempo que estiver bebendo cerveja no boteco, saco vazio não para em pé.

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Dia dos Professores: Descubra a verdade por trás de mitos sobre cerveja

Dia dos Professores: Descubra a verdade por trás de mitos sobre cerveja

O Dia dos Professores é comemorado sempre no dia 15 de outubro. Por isso conversamos com alguns professores especializados em cerveja para esclarecerem alguns mitos que se propagaram no decorrer dos anos sobre a bebida. Vamos descobrir o que eles têm para en-sinar hoje. Peguem o caderno e tomem nota disso:

Professor Daniel Wolff: Muitos acreditam que cerveja em lata é pior do que em garrafa. No entanto, o sommelier de cervejas, professor e proprietário da franquia Mestre-Cervejeiro.com Daniel Wolff desmente isso. “Geralmente, a lata costuma manter a cerveja fresca, conservando aromas e sabores por um período de tempo maior. Isso porque, como o material é opaco, o líquido não sofre com a exposição ao sol”, explica. Portanto, pode apro-veitar sua latinha sem medo, a cerveja é a mesma.

Professor Henrique Cruz: É comum ouvir por aí que quanto mais escura a cerveja mais alcoó-lica será. Acontece que não é bem assim e o cervejeiro caseiro, juiz de cervejas e professor do curso de Sommelier de Cervejas da Universidade Positivo Henrique Cruz esclarece o mito. “As cervejas escuras podem ser mais alcoólicas, porém não existe uma regra em que relacio-ne a cor da bebida e o teor alcoólico. Quanto mais maltada for uma cerveja, mais açúcar ela terá, o que por consequência mais álcool ela poderá atingir, pois terá em sua receita base uma quantidade de açúcar fermentável maior. A cerveja fica escura pela torrefação (cor) do grão e não por causa da quantidade de grãos utilizados. Se você usar malte pilsen (que é de coloração clara) a cerveja nunca ficará escura e você poderá atingir facilmente 8% de teor alcoólico”, pontua.

Professora Kathia Zanatta: O mito de que toda cerveja deve estar estupidamente gelada cai por terra com a explicação da professora do Instituto da Cerveja, sommelier de cervejas e mestre em estilos Kathia Zanatta. A profissional explica que alguns estilos realmente pedem temperatura mais baixas de serviço, mas nem todos. “A gente recomenda o mínimo de 2 graus para que possa perceber o aroma, sabor e as características sensoriais da cerveja. Po-rém, quanto mais complexa, alcoólica e intensa for a cerveja, mais elevada deve ser a tempe-ratura de consumo, para poder apreciar justamente essa complexidade. A dica é não beber tudo estupidamente gelado para poder aproveitar todas as notas sensoriais que a cerveja oferece”, afirma.

Professor Luís Celso Jr.: As cervejas escuras carregam a fama de que são doces. Acontece que nem todas elas têm essa característica. Na verdade, é uma minoria. Quem explica me-lhor isso é o professor do Instituto da Cerveja, sommelier de cervejas, mestre em estilos e jornalista do blog BarDoCelso.com, Luís Celso Jr. “As cervejas escuras regularmente são feitas com maltes torrados, que dão amargor muito semelhante à torra do café para cerveja. Então, a maioria das cervejas escuras na verdade são mais amargas”, explica. Segundo o professor, é comum ouvir esse tipo de mito porque no Brasil existe uma longa tradição de cervejas escu-ras adocicadas, como os estilos Malzbier e Sweet Stout, por exemplo. “Esses dois estilos se populazarizaram muito no país e viraram referência em termos de cerveja escura. A Malzbier é uma cerveja adocicada por conta do açúcar incluído na cerveja depois de pronta e corante caramelo. Já as Sweet Stout também são adocicadas”, finaliza.

Professora Cilene Saorin: Um dos mitos mais famosos e que as pessoas vivem repetindo por aí, é de que cerveja engorda. Mas será mesmo que é o que realmente acontece? Pensando bem, esse mito tem uma pontinha de verdade. A professora Cilene Saorin, graduada em engenharia de alimentos, mestre cervejeira com graduação na Espanha e sommelier de cer-vejas com formação na Alemanha, explica que pode engordar se consumida em excesso e com alimentos gordurosos.

“Qualquer coisa que a gente pense em colocar boca dentro, se a gente exagera na dose, cor-remos muitos riscos, inclusive de engordar. As pessoas só engordam se elas têm um hábito alimentar equivocado. Cerveja é uma bebida natural e extremamente saudável só que como qualquer outro alimento é preciso ser consumida de forma inteligente, de forma moderada. Outra coisa importante de destacar e que pode engordar, é que depende do que se acom-panha a bebida. É preciso ter a noção na hora de escolher o que você vai comer com a sua cerveja. As pessoas engordam porque têm péssimos hábitos alimentares. Incluindo os volu-mes muito exagerados de cerveja. Mas não só o fato de tomar muita cerveja, mas também de comer muita gordura, de não praticar esportes e de não ter uma vida saudável”, explica.

Ainda bem que temos os professores de cerveja para derrubar todos esses mitos que se criaram ao longo do tempo. Desejamos a eles um Feliz Dia Dos Professores e que continuem nos ensinando cada vez mais sobre a nossa bebida favorita: a cerveja!

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Conheça os principais esportes patrocinados pela Heineken®

Conheça os principais esportes patrocinados pela Heineken®

O grito do gol muitas vezes fica entalado na garganta e quando sai é aquela explosão de alegria. E aquela jogada inesquecível que vai entrar para história quando um jogador de rugby atravessa o campo inteiro para pontuar? A emoção também toma conta das pistas, em uma prova de velocidade, uma ultrapassagem que arrepia na última volta e presenteia o piloto com o troféu.

O esporte alimenta nossa alma e nos proporciona amor, emoção, lealdade e espírito de equipe. Os atletas precisam do apoio total da torcida e também aquele incentivo que permite que eles desenvolvam o máximo da sua capacidade. E é por isso que a Heineken® é patrocinadora desses esportes, que trazem tantos momentos de reunião e alegria para os seus fãs.

Abaixo você pode conferir quais são os esportes que a Heineken® patrocina atualmente com o objetivo de valorizar cada vez mais o espírito esportivo:

Champions League: O futebol surgiu em meados do século XIX na Inglaterra e desde então vem proporcionando alegrias e emoções nos torcedores pelo mundo. Exemplo disso é a Champions League – maior torneio entre clubes do mundo. A ideia de organizar a Liga dos Campeões começou em 1920, principalmente com a Mitropa Cup que reunia times europeus. Anteriormente, o torneio era chamado de Taça dos Clubes Campeões e, em 1993, recebeu o nome de UEFA Champions League. A Heineken® começou a patrocinar o torneio em 2005 e permanece com o patrocínio até hoje. Os torcedores geralmente lotam estádios, bares e pubs para assistir as estrelas desse esporte.

Fórmula 1: As primeiras corridas envolvendo carros aconteceram entre as décadas de 1920 e 1930. A Fórmula 1 surgiu em 1950, com a primeira disputa oficial no Autódromo de Silvertone, na Inglaterra e se firmou até os dias de hoje como um dos campeonatos automobilísticos mais emocionantes. O torneio de corrida mais famoso do planeta será patrocinado pela Heineken® a partir do ano que vem. O patrocínio chega para mostrar que a Fórmula 1 é muito mais do que uma corrida entre carros; é emoção, adrenalina, tecnologia e a busca pela volta perfeita.

Rugby: No Brasil o primeiro time de rugby surgiu em 1891 na cidade do Rio de Janeiro. Foi conhecido como o Clube Brasileiro de Futebol Rugby. No entanto, não durou muito tempo e apenas em 1920 que o esporte começou a ser praticado com mais frequência e desde então tem ganhado cada vez mais visibilidade. Para valorizar ainda mais esta modalidade a Heineken® chegou com tudo no patrocínio no rugby brasileiro e na Copa do Mundo do esporte. Os estádios estão atraindo mais fãs para as partidas e os pubs com tradições inglesas são o ponto de encontro dos apaixonados pelo rugby internacional.

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Conheça pesquisas nada comuns envolvendo nossa querida cerveja

Conheça pesquisas nada comuns envolvendo nossa querida cerveja

No mundo todo existem pesquisas elaboradas com base no consumo da cerveja. Muitos já leram alguma coisa sobre a cerveja fazer bem para saúde, ser capaz de prevenir doenças cardiovasculares, retardar o envelhecimento da pele, fortificar os ossos e possuir muitos outros benefícios comprovados. No entanto, hoje você vai conhecer algumas pesquisas mais engraçadas e nada comuns do universo cervejeiro. Por exemplo, sabia que andaram dizendo por aí que pernilongos preferem picar quem bebe cerveja? Pois é. Confira abaixo essa e outras pesquisas meio malucas, mas que fazem sentido:

Cerveja pode deixar o homem mais inteligente: É possível ficar mais inteligente, e melhor, bebendo cerveja. Pelo menos é o que diz uma pesquisa realizada pela Universidade de Illinois, em Chicago. Os estudiosos de lá conseguiram descobrir que, depois de beber algumas doses de cerveja, os homens tiveram mais capacidade nos jogos de quebra-cabeças. Para realizar a descoberta, 40 homens foram selecionados para fazer uma combinação com três palavras. Por exemplo, uma das palavras era queijo, que tinha de combinar com outras, como “Suiço”, “Cottage” ou “Roquefort”. O pessoal foi separado em dois grupos de 20, sendo que uma metade consumiu duas tulipas de cerveja e a outra, nenhum gole. A equipe que tomou cerveja conseguiu resolver 40% mais jogos e levaram 12 segundos para cada resolução. Já o grupo sóbrio, gastou 2,5 segundos a mais para resolver as questões.

Beber cerveja pode prolongar a vida: Existem muitas pesquisas afirmando que o consumo responsável de cerveja é benéfico para nossa saúde. No entanto, o psicólogo Charles Holahan, da Universidade do Texas, foi além. Ele afirma que a cerveja pode prolongar nossa vida. Isso mesmo! Viver mais tomando cerveja. A pesquisa durou cerca de 20 anos e foi feita com 1824 pessoas, com idade entre 55 e 65 anos. Foi constatado que 69% dos que nunca consumiram bebida alcoólica morreram de maneira prematura. Os que bebiam moderadamente e perderam a vida, representam apenas 41% da taxa de mortalidade. A pesquisa faz sentido, inclusive psicologicamente. A cerveja tem o poder de deixar as pessoas descontraídas, com vida social mais ativa e maior círculo de amigos. Tudo isso é essencial para fortificar a saúde mental e física.

O consumo de cerveja não está relacionado com o aumento da barriga - Mitos como “cerveja dá barriga” hoje caíram por terra e o pão líquido deixou de ser visto como o responsável por gordurinhas abdominais indesejadas, segundo pesquisa nomeada Beer & Calories; A Scientific Review. Claro que alguns estilos de cerveja são mais calóricos que outros, dependendo do processo de produção e do teor alcoólico, mas o impacto na cintura depende também da quantidade ingerida. Porém, comparando com doses iguais, geralmente a cerveja tem menos calorias do que outras bebidas como vinho, cachaça e até mesmo que suco de laranja. O ideal é beber com moderação, , além de acompanhar a bebida com petiscos leves.

Quem bebe cerveja pode ser alvo de pernilongos: Os fãs de uma boa cerveja podem ser picados antes daquela pessoa que não curte a bebida. É o que diz uma pesquisa australiana que aponta que os insetos indesejáveis preferem o sangue de quem bebeu cerveja. A conclusão foi tirada após reunir voluntários em tendas com circulação de ar adaptada. O resultado foi o que esperavam: 47% dos que beberam cerveja foram picados e 38% dos que preferiram água. A dica é andar sempre com um repelente e não deixar de tomar sua cervejinha por medo de insetos.

Um gole de cerveja já traz felicidade: Um estudo feito pela Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, mostrou que você precisa de apenas um gole de cerveja para aumentar a produção de dopamina no cérebro, o neurotransmissor responsável pela sensação de felicidade. No teste. os voluntários consumiram 15 ml de sua cerveja favorita, depois intercalar com água e bebidas esportivas. Os pesquisadores utilizaram um scanner para acompanhar as atividades no cérebro de cada participante, e notaram que houve um aumento significativo de dopamina com os 15 ml de cerveja. Já no consumo de água e bebida esportiva a dopamina se manteve igual. Ou seja, podemos comprar felicidade sim, e em formato de cerveja!

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As séries de TV que a cerveja tem papel garantido

As séries de TV que a cerveja tem papel garantido

Os seriados estão cada vez mais dominando as telinhas. Muitos de nós temos alguma série preferida, que acompanhamos todos os episódios, sem perder nenhum deles. Mas são poucos expectadores que reparam em um personagem que para nós, cervejeiros, não pode passar despercebido.

Estamos falando da cerveja, é claro. Ela está em tudo e pode não ser apenas um figurante nas séries. Muitas vezes possui um papel fundamental para complementar uma cena, que, sem a cerveja perderia a graça. Reunimos algumas dessas séries em que a bebida também tem seu papel garantido. Vamos conferir:

How I Meet Your Mother: Um sitcom com uma pitada de drama, How I Meet Your Mother, ou apenas HIMYM, reviveu as séries do estilo na TV americana. O protagonista é Ted Mosby, que durante a trama conta aos filhos como foi a trajetória de sua vida amorosa até conhecer a mulher de sua vida. Durante toda a série o pub McLarens é parada obrigatória para os personagens principais Barney, Lily, Marshal e Ted. Lá que a turma debate a vida amorosa, comemora as coisas boas, lamenta as coisas ruins, com um copo de cerveja nas mãos. A cerveja está tão presente no seriado, que há relatos de expectadores que ficam com água na boca.

Game Of Thrones: A primeira temporada fez tanto sucesso que chegou a ser indicada a inúmeros prêmios, como o Primetime Emmy Award no quesito melhor série dramática e também o Globo de Ouro na mesma categoria. São 26 troféus de Emmy Awards na prateleira. A trama se resume em batalhas para conquistar o trono de rei. A cerveja faz parte de vários momentos e se prestarem atenção, o ator Peter Dinklage, o anão, faz várias menções à bebida. Não podemos deixar de citar que a série ganhou cervejas próprias em sua homenagem. Um dos destaques é a Iron Throne do estilo Blond Ale.

Vikings: A série é uma verdadeira aula de história sobre os vikings. Apesar da trama ser ficção, este tipo de tribo realmente existiu. O seriado é filmado na Irlanda e se inspira na trajetória do viking Ragnar Lodbrok – famoso herói nórdico da época. Os vikings tinham como tradição tomar cerveja em chifres. Durante as batalhas eles costumam dar uma pausa para cervejinha. Isso porque acreditam que a bebida poderia deixá-los mais fortes, corajosos e habilidosos. A cerveja geralmente consumida por eles era uma Ale, mas muito diferente das cervejas que bebemos hoje.

Chicago Fire: O seriado mostra o cotidiano de uma unidade do Corpo de Bombeiros de Chicago. As emoções começam na morte de um bombeiro e surge rivalidades entre dois tenentes que irão culpar um ao outro pelo ocorrido. Os bombeiros costumam frequentar o Molly’s – um bar da corporação. Eles batem cartão por lá, para tomar uma cerveja, lamentar uma tragédia que precisa ser esquecida, ou relaxar depois de um dia duro de trabalho.

Brooklyn Nine: Comédia e emoção policial em uma única série. Os episódios reúnem um detetive com grupo animado de colegas da profissão. O chefe deles é um capitão um pouco folgado que não está muito preocupado com as ocorrências. Mas a história muda logo no começo da primeira temporada quando um novo líder do batalhão substitui o atual. Ele chega para mudar o cenário e animar a turma de polícias do Brooklyn. Os detetives costumam ir no mesmo pub da cidade para tomar caprichados copos de cerveja. Isso acontece com bastante frequência na maioria dos episódios. Por se tratar de um seriado de comédia, o motivo de ir ao bar tomar cerveja geralmente é para relaxar e dar boas risadas.

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Consumo Responsável: A importância de estar bem alimentado

Consumo Responsável: A importância de estar bem alimentado

Hoje o papo é sobre a importância de se alimentar adequadamente durante o consumo de bebida alcoólica. Para ajudar a entendermos melhor o assunto, convidamos a nutricionista Raissa Antunes, professora adjunta do curso de nutrição da Universidade Paulista,.

A gastronomia e cerveja estão andando cada vez mais juntas. Exemplo disso, são as inúmeras harmonizações possíveis de se fazer com cerveja . No entanto, além de harmonizar os alimentos com os estilos corretos de cerveja, devemos pensar também se estamos bem alimentados antes de levantar o copo para o brinde. “A quantidade de álcool disponibilizada na corrente sanguínea será bem maior em jejum. Por isso, se não estiver bem alimentado, os efeitos indesejáveis do álcool poderão acontecer mais rápido, mesmo que a quantidade ingerida seja baixa”, explica a nutricionista Raissa Antunes. “Uma refeição completa com todos os grupos alimentares, como por exemplo, arroz, feijão, carne e salada, será importante para retardar a velocidade que o álcool é absorvido”, destaca.

Nossa bebida predileta também é rica em nutrientes. Na Alemanha, por exemplo, a cerveja é considerada um alimento e aparece também como opção para o café da manhã. Geralmente são as do estilo Weiss e com baixo teor alcoólico. “A cerveja é composta por água, carboidratos, álcool, algumas vitaminas e minerais e também polifenóis - composto também presente no vinho e em certos alimentos”, pontua Raissa.

Esses polifenóis citados pela nutricionista nada mais são do que substâncias antioxidantes e podem ser muito boas para o bom funcionamento do nosso organismo, em geral, mas principalmente para o nosso coração. “Há evidências interessantes a respeito do consumo moderado de bebidas alcoólicas (sobretudo cerveja) e proteção contra doenças cardiovasculares. No entanto, ainda não se sabe ao certo se esses efeitos benéficos se devem à presença dos polifenóis ou ao próprio álcool”, afirma.

Apesar de ser comprovado que a cerveja é aliada à saúde do coração, é preciso ter cautela, consumindo a bebida moderadamente e estar bem alimentado. “Estudos mostram que a cerveja possui propriedades benéficas e protetoras contra doenças cardiovasculares. Mas atenção, esses efeitos são nulos se o consumo for exagerado”, alerta a profissional que também destacou as doses consideradas moderadas por dia. “Giram em torno de 12 gramas de álcool para mulher e 24 para os homens, portanto dependerá do teor alcoólico da cerveja”*, finaliza.

*Fontes: Harvard e CDC - Centers for Disease Control and Prevention

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Aos clientes, com carinho, nosso muito obrigado!

Aos clientes, com carinho, nosso muito obrigado!

O Dia do Cliente é comemorado no Brasil no dia 15 de setembro. Trata-se de um dia muito especial para nós pois é uma data para agradecer a vocês, nossos consumidores.

Agradecer pela preferência, pela atenção e pelo relacionamento, sempre tão legal. Pela legião de fãs dos nossos produtos, que vestem nossa marca e até tatuam Heineken® na pele.

Agradecer pelo consumo responsável, pela água entre os copos de cerveja e, inclusive, por recusar aquele copo que seria a mais do que o necessário. Agradecer por não beber se for dirigir, ou pegar um transporte alternativo se beber. Por não oferecer e nem vender cerveja para menores.

Por nos apoiar em iniciativas de sustentabilidade, reciclando ou destinando à coleta seletiva nossas latas e garrafas. Por aplaudir nossa redução de consumo de água, nossas ações de energias renováveis. Agradecer por participar das nossas promoções, por ir aos nossos encontros. Agradecer pela presença nos shows, por acompanhar o futebol e os demais esportes e eventos esportivos que patrocinamos para vocês!

Por dar preferência à nossa experiência em fazer cerveja, à tradição de uma linhagem de cervejeiros que a quatro gerações se empenha em garantir a melhor qualidade e o melhor produto. Agradecer por acreditar na nossa marca, criada na Holanda de forma familiar e que, hoje, é a mais internacional do mundo.

Agradecer por tudo isso e muito, muito mais!

Agradecer por escolher Heineken®. Agradecer por fazer da HEINEKEN Brasil o que ela é hoje.

Há alguns dias atrás, propusemos na nossa página no Facebook[https://www.facebook.com/CervejariaHeinekenBrasil] que vocês comentassem com fotos de grandes momentos da vida em que as cervejas da HEINEKEN Brasil esteve ao seu lado. Recebemos diversas contribuições e selecionamos nove para colocar abaixo como agradecimento à vocês!

Barbara Hansen

Gregory Risso

Heider Fleury

Josias e Mariluce

Rafael Lopes

Rico

Valter Corbani

Sem vocês, nada disso seria possível!

Nosso sincero muito obrigado!

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Consumo responsável: Qual a importância da água para os fãs da cerveja

Consumo responsável: Qual a importância da água para os fãs da cerveja

Tomar uma cervejinha depois de um dia tenso no trabalho é um dos atos mais prazerosos pós expediente. E aquele happy hour com o pessoal da empresa ou um final de semana com os amigos? Momentos como esses pedem a presença da cerveja. No entanto, hoje iremos ressaltar a importância do consumo responsável, destacando um dos principais ingredientes da cerveja: a água. Essa maravilha tem poderes, principalmente quando conciliada com a be-bida, ela ajuda nos mantermos saudáveis.

Para entendermos melhor como o processo funciona chamamos uma nutricionista que acre-dita que a água pode fazer milagres em nosso corpo. “A água tem como objetivo manter o volume sanguíneo adequado para equilibrar as circulações, a frequência cardíaca, transpira-ção e temperatura corporal, retardando o aparecimento da fadiga, como a tontura, por exemplo”, explica Priscila Arcanjo, nutricionista e pós-graduada em nutrição esportiva.

Se a água tem toda essa capacidade benéfica para nosso organismo é certo que se consumi-da junto com nossa cerveja estaremos ajudando o corpo a funcionar melhor. Por exemplo, aquelas cambaleadas meio involuntárias depois de ter exagerado um pouco na cerveja po-dem ser evitadas se a água for aliada. “Quando estiver bebendo cerveja ou qualquer outra bebida alcoólica, intercale com boas doses de água. O processo é fazer com que a água alivie os sintomas de desidratação causados pelo álcool. O líquido aumenta a quantidade de urina facilitando a eliminação das toxinas do fígado, diminuindo a concentração de álcool no orga-nismo”, esclarece Priscila.

É indiscutível que a cerveja tem o poder de relaxar nosso corpo, tornando aquele momento de descontração mais prazeroso. “O álcool é uma substância que age como depressor do sistema nervoso central. Por isso ficamos mais relaxados”, pontua a nutricionista. Contudo, a profissional frisa que beber moderadamente é sempre a melhor saída para mantermos o hábito de consumir nossa cerveja de maneira saudável. “O consumo moderado evita de en-trarmos em estado de desidratação, já que a cerveja tem propriedades diuréticas, o que faz urinar mais vezes. Assim não há perda de sais minerais importantes para a estrutura muscu-lar, evitando, inclusive, dores no corpo”, afirma.

Segundo a nutricionista, a quantidade de cerveja que é considerado moderada é de 1 pint (500 ml), por dia para mulheres e 2 pints para os homens. Mas não se esqueçam de intercalar com a água. “Considerando um copo comum que tem em torno de 200 ml, recomendaria o consumo de 200 a 250 ml de água para cada pint”, destaca.

Por fim, é normal em festas e datas especiais bebermos um pouco mais do que estamos acostumados. No dia seguinte surge a ressaca e entre os principais sintomas desagradáveis está a dor de cabeça. “A famosa sede “desértica” no dia seguinte também se deve à desidra-tação. Devida sua ação depressiva no sistema nervoso central, diminui o fluxo sanguíneo, sobretudo no cérebro. Os vasos se dilatam e surge a dor de cabeça. A dica é beber água ou outros tipos de líquidos, como sucos e isotônicos, antes de dormir. Dessa maneira, diminui a ação depressiva, evitando a dor de cabeça” finaliza a nutricionista.

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Independência ou morte: a cerveja no Brasil na época de Dom Pedro II

Independência ou morte: a cerveja no Brasil na época de Dom Pedro II

A história da Inpendência do Brasil é um dos temas de estudo do currículo escolar. A data ficou marcada para sempre no dia 7 de setembro de 1822. No entanto, vamos ir além na história do país e falar um pouco da história da cerveja, mais precisamente aquela que era consumida nos primórdios da nossa nação.

Como será que era a cerveja nessa época conturbada e ao mesmo tempo de felicidade para os brasileiros? Para responder essa pergunta, precisamos ressaltar fatos históricos que definiram a bebida. No Brasil, a cerveja demorou um pouco para chegar. Foi apenas no século XVII que a Companhia das Índias Orientais junto com os holandeses, tomaram a atitude. Porém, o pessoal da Holanda foi embora daqui e levaram junto quem a gente menos queria partindo, nossa cerveja. A bebida sucumbiu por aproximadamente 150 anos, sendo trazida novamente em terras tupiniquins pela Família Real portuguesa, na época em que eles desembarcaram no Brasil Colônia em 1808.

Alguns anos depois, em 1830, algumas famílias de imigrantes arriscavam produzir suas cervejas de maneira artesanal, mas apenas para consumo próprio. A fabricação do produto era bem complicada na época, pois sofríamos com a escassez de lúpulo e cevada, que vinham da Áustria e Alemanha. O problema era resolvido com outros cereais, como o milho, trigo e arroz, por exemplo. Outra questão que dificultava a fabricação da cerveja era mantê-la refrigerada, afinal de contas estamos em país de clima é tropical e temperaturas elevadas, o que não contribui muito para a cerveja.

É certo que nosso povo comemorou o marco com cervejas inglesas, pelo menos até a década de 70 do século XIX. Isso porque a Inglaterra tinha carta branca quando o assunto era o comércio com Portugal. Estudos indicam que a bebida era da família Ale – cervejas de alta fermentação - e do estilo English Pale Ale , que ainda em desenvolvimento na época. Tratava-se de uma cerveja de cor marrom claro, com forte presença do malte e lúpulos ingleses.

Agora que estamos alimentados de informações sobre como surgiu a cerveja no Brasil e qual era a consumida na época da independência, vamos comemorar a data brindando com a Edelweiss, ideal para momentos históricos, já que possui mais de 530 anos de tradição. A HEINEKEN deseja feliz Dia da Independência a todos os brasileiros. Cheers!

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Amstel sugere qual momento ideal para tomar latinha e latão

Amstel sugere qual momento ideal para tomar latinha e latão

Reunir os amigos para se divertir e tomar uma cerveja é um dos programas prediletos de qualquer brasileiro. Com as novas opções de latinha da Amstel ficou ainda mais prazeroso aproveitar esses momentos, isso porque a galera pode escolher entre a latinha de 290ml ou o latão com 473ml da cerveja. Porém, vocês sabem em qual situação escolher a versão menor e os momentos em que o latão com quase meio litro de cerveja será a melhor opção? Reunimos algumas dicas de quando optar pela latinha e quando o latão irá fazer diferença na escolha. Confiram:

Churrasco: Quem dispensa um bom e velho churrasco de domingo? A cerveja e churrasco já é quase um patrimônio cultural no Brasil. O dono da churrasqueira geralmente deixa tudo preparado para quando seus convidados chegarem a cerveja já esteja no ponto. Por isso, a Amstel 290ml será a melhor opção e vamos explicar o motivo. O mais óbvio é que a cerveja irá gelar muito mais rápido. Além disso, caberá muito mais latinhas dentro do congelador, sem correr o risco do convidado atrasado ficar sem cerveja ou ter que sair correndo para comprar.

Show: Se você costuma ir em shows da sua banda favorita sabe que muitas vezes queremos chegar um pouco antes para nos reunirmos com a galera e tomar uma cerveja. A melhor saída é escolher pela Amstel 473ml. Além de mais econômica, vocês podem dividir em copos com a galera que estiver chegando e não precisa procurar outro ponto de venda, otimizando o tempo.

Praia: Para quem quer evitar a muvuca de comprar cerveja na praia, ou até mesmo economizar uma graninha, é sempre bom levar o cooler cheio de casa. Para isso a latinha de Amstel vai se enquadrar perfeitamente no que você precisa. Pense que no cooler precisa de espaço e muito gelo. Agora imagine que elas terão que gelar e se manterem resfriadas o tempo inteiro. Com certeza a versão menor da cerveja será ideal e não irá deixar ninguém chateado sem cerveja em um dos ambientes mais propícios para aproveitar a bebida.

Futebol: É comprovado que uma das maiores paixões do brasileiro é o futebol. Dizem que futebol sem cerveja é o mesmo que arroz sem feijão. Isso para os expectadores, claro. E você vai chamar os velhos amigos em casa sem cerveja gelada? Para não perder um minuto do jogo, coloque os latões de Amstel para gelar com antecedência. Enquanto isso, providencie alguns petiscos. Na hora do jogo, pegue os copos americanos e dividam a cerveja sem correr o risco de ter que voltar para cozinha e perder um golaço do seu time.

Chá de Cozinha: É muito ultrapassado pensar que apenas os homens se reúnem entre eles para tomar aquela cervejinha favorita. Um dos momentos mais reservados das mulheres é quando elas estão prestes a casar e convidam as amigas para aquela reunião e entrega de presentes para a nova casa do casal, o famoso Chá de Cozinha. Por se tratar de um grupo seleto de amigas, a dica é optar pelo latão da Amstel com 473ml. Caso você queira algo mais sofisticado, a ideia é separar alguns copos tulipas bonitos e servindo as convidadas sem a preocupação de retornar a todo momento para cozinha.

Festa de aniversário: É chegado um dos momentos mais importantes do ano: Sua festa de aniversário. Que tal reservar o salão de festas do condomínio ou o espaço do clube para fazer aquele festão inesquecível? E a cerveja? Nossa sugestão é optar pela latinha de 290ml. A ideia é que caibam um bom número de latas na geladeira. Além disso, o momento é descontraído, será uma oportunidade para a galera ir até a cozinha e acabar se esbarrando pela festa, aproveitando o momento para socializar. Mas, não se esqueça, sempre com moderação e responsabilidade.

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Brasil é o primeiro país fora da Holanda a ter tecnologia de KEG criada pela HEINEKEN

Brasil é o primeiro país fora da Holanda a ter tecnologia de KEG criada pela HEINEKEN

O mês de agosto vai ficar marcado na história da HEINEKEN Brasil. A fábrica de Ponta Grossa, no Paraná, foi reformulada e expandida. Com isso, a capacidade produtiva do país sobe em 40%. Agora o Brasil ocupa a 12ª colocação no quesito de estrutura das unidades fabris da companhia no mundo. Além disso, a grande reforma fez a HEINEKEN Brasil ficar responsável por 32% de toda produção mundial.

Junto com a reinauguração da unidade, uma outra ótima novidade. Os cultuados barris de 5 litros de cerveja de Heineken® começam a ser fabricados em terras tupiniquins. O Brasil é o primeiro país fora da sede na Holanda a ter essa tecnologia exclusiva, patenteada pela HEINEKEN.

Desenvolvido pela companhia desde 2011, os DraughtKegs trazem um sistema de pressão embutido no barril. Trata-se de um pequeno tubo com dióxido de carbono ativo ou CO2, que mantém a cerveja sob pressão constante. Apesar de ser relativamente pequeno, o cilindro contém gás suficiente para esvaziar completamente a embalagem e também para manter a cerveja em boa qualidade até 30 dias após a abertura. O sistema também tem válvula de controle que mantém a pressão no KEG a cerca de 1 bar.

A Cervejaria HEINEKEN é pioneira no mercado internacional quando se fala em inovação de embalagens. E esse barril é a prova disso!

Esse funcionamento é diferente dos demais barris pequenos no mundo. Eles fazem a extração da cerveja por gravidade, sem pressão, o que também expões a cerveja ao oxigênio, fazendo com que estrague mais rápido. Já os DraughtKegs se assemelham muito mais ao sistema de retirada do chopp, trazendo essa experiência para você, além de uma bebida com a quantidade certa de carbonatação e espuma cremosa.

Também é importante ressaltar que a receita não muda! A mesma qualidade de cerveja presente no barril que é feito na Holanda será a do Brasil. Desde a aquisição da Cervejaria no Brasil, auditores e executivos da HEINEKEN Global avaliaram todos os procedimentos e análises requeridos pela cervejaria nos países em que atua. A Cervejaria HEINEKEN possui um guia de benchmarking para cada uma das etapas do processo de produção da cerveja, que controla com margens mínimas as variações de características e qualidade para todas as fábricas e também para os fornecedores da matéria-prima, todos certificados de acordo com essas exigências.

Além disso, a receita de Heineken é única no mundo todo, o que garante que a cerveja continuará a mesma, contando com os mesmos ingredientes – água, malte, lúpulo e a exclusiva levedura A.

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Dia dos Pais: Saiba qual cerveja combina mais com o seu herói

Dia dos Pais: Saiba qual cerveja combina mais com o seu herói

Dia 14 de agosto comemoramos o Dia dos Pais. Eles são muito mais do que melhores amigos, são nossos parceiros, estão ao nosso lado nos piores e melhores momentos da vida. Pode ser aquele paizão super companheiro, o mais quietão, o despojado, o aventureiro, o esportista ou caseiro. O pai avó, o tio pai, a mãe pai, o pai de coração. Enfim, são muitos estilos de pai, personalidades e jeitos diferentes. O mais importante nisso tudo é que eles nos amam e fazem de tudo para serem os melhores super-heróis do planeta. E foi pensando na particularidade de cada um que a HEINEKEN resolveu sugerir a cerveja ideal para cada tipo. Confiram abaixo e presenteie seu pai com o rótulo que tem a cara dele. Feliz dia dos pais! Cheers!

Heineken®: Perfeita para aquele paizão cuja a experiência é enorme, mas a alma continua sendo de um garoto. Chega do trabalho e já propõe uma partida de videogame ou sugere uma aventura para o fim de semana. Ele arregaça as mangas e tem uma ideia moderna para reformar a sala de estar. Se você identificou seu pai, a cerveja Heineken® vai ser ideal para ele. Pode apostar.

Sol Premium: Não é à toa que essa cerveja carrega o slogan de Espíritu Libre. A opção vai cair muito bem para o pai que tem a personalidade de aguentar a pressão do cotidiano e vive a vida com muita liberdade. A cerveja ainda é ideal para aquele paizão empreendedor, que apostou e teve coragem para investir no próprio negócio. Combina bastante com o pai audacioso, que curte atividades aventureiras, como rapel, trilhas e paraquedismo, por exemplo.

Kaiser: Seu pai é aquele que não dispensa um happy hour com os amigos do trabalho? Não perde um jogo do time favorito ao lado de uma cerveja? Ou exala responsabilidade e segurança nas decisões de casa, transmitindo inclusive a importância disso para a sua vida? Se a resposta for positiva para todas as perguntas, a cerveja ideal para presenteá-lo é a clássica Kaiser. Com certeza seu pai é daqueles que busca por uma cerveja bem feita, com maltes selecionados.

Xingu: Aquele pai que ataca na cozinha, que vive descobrindo receitas novas na internet e já se aventurou em algumas harmonizações. Se ele for o paizão que preza por trabalhos artesanais e procura pesquisar e ler tudo sobre o que está fazendo ou irá fazer, as cervejas ideias serão da linha Xingu. São três opções: Premium Gold, Original Black e Unique Red. Surpreenda seu pai e já sugira comidinhas para harmonizar com o presente.

Amstel: Para o pai de alma boemia e espírito jovem, que leva a vida de uma maneira mais leve e não abre mão das horas sagradas de lazer. Ele é pai, mas também é seu amigo de mesa de bar. O boteco é o lugar onde todo o estress fica de lado e ele relaxa com uma cerveja gelada. Esse pai amigo vai ficar feliz em ser presenteado com uma Amstel, uma cerveja saborosa, com baixo amargor, leve, que combina perfeitamente com o estilo de vida dele.

Edelweiss: Para o pai fã de literatura, produtos históricos e cultura cervejeira nada melhor que uma Edelweiss. Isso porque a Edelweiss é uma cerveja com mais de 530 anos de tradição. A bebida é elaborada nos Alpes austríacos com água vinda diretamente das montanhas. Uma cerveja cheia de história para um pai que adora ter uma para contar.

Murphys Stout: Tem um pai culto que busca por locais sofisticados, lê o jornal todos os dias, principalmente o caderno de empresas e negócios? Prefere frequentar pubs que lembram a Irlanda? A cerveja ideal para ele pode ser a Murphys Stout. A bebida tem aroma e paladar de café, cacau, nozes e malte torrado. Se você achou que esse tipo de pai não tinha sua cerveja, então, está aí uma boa opção para presentear. Vão acertar. Podem confiar.

Bavaria 0,0%: Pensa naquele pai mais do que especial que nos incentiva a fazer exercícios físicos, propondo um passeio de bicicleta no parque aos finais de semana. Ele também gosta de acordar bem cedo e ir para academia. No meio da semana, encontra os amigos para aquela pelada. A melhor opção para o paizão que preza por uma vida saudável cheia de atividades físicas, mas não abre mão do sabor da cerveja é a Bavaria 0,0%. Apesar de não ser alcoólica, a opção é saborosa, refrescante e realmente possui gosto de cerveja. Se você achou que não tinha como agradar com nenhuma cerveja, acabou de descobrir que é possível.

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Ex-Publicitário larga profissão para ser blogueiro. Conheça Guilherme Cury.

Ex-Publicitário larga profissão para ser blogueiro. Conheça Guilherme Cury.

Quem nunca pensou em jogar tudo para o alto e tentar algo novo na vida? Alguma coisa que não tem a mínima ideia se vai dar certo? Muitos de nós, certamente. É algo totalmente desafiador e que exige coragem. Geralmente, esse tipo de decisão fica ainda mais difícil quando esta nova etapa da vida irá alterar complemente aquele dinheiro recebido todo mês e a segurança de ter um emprego fixo.

Esse cenário faz parte da vida do blogueiro Guilherme Cury. Formado em publicidade e propaganda, tinha o cotidiano agitado em agência de publicidade, onde atuava como diretor de arte, gerenciando uma equipe cujos principais objetivos eram elaborar campanhas excelentes.

O publicitário largou um dos cargos mais desejados da profissão e a rotina para se aventurar no mundo virtual dos blogs. Atualmente produz conteúdo para o público masculino com os blogs Tudo para Homens e Moda para Homens. E será que deu certo? Como será que ele está vivendo? Vamos descobrir abaixo em uma entrevista com este “guru” da web:

Por quanto tempo você trabalhou como publicitário? Conte sua trajetória.

Eu me mudei para São Paulo para estudar publicidade e me focar na carreira. Desde os 18 anos eu já comecei a trabalhar em agências. E isso durou até os 24 anos. Portanto, foram seis anos. Confesso que equivaleram por 30. Rs.

Por que resolveu mudar totalmente seu cotidiano?

Eu comecei a ver que esse tipo de cotidiano não era o que eu queria para minha vida. Eu respeito quem gosta do sistema atual de trabalho na área de publicidade, mas não era para mim. Eu gosto de ter meu fim de semana tranquilo para fazer minhas coisas. Gosto de ter meu horário livre do dia-a-dia para eu decidir o que quero fazer da minha vida. E também, como um bom representante da geração Y, não gosto muito de chefes me controlando.

Quais foram seus medos e quem te apoiou a continuar com o plano de largar a carreira?

Meus pais sempre me apoiaram muito nas minhas decisões. Mas quem mais me apoiou nessa decisão foi eu mesmo. Confesso que ouvi aquela voz interna me dizendo para seguir um novo rumo e ser feliz. E foi isso que me fez tomar essa decisão e focar nos meus projetos. Parece bobeira, mas quem aprende a “ouvir” essa voz interna para de apenas “escutar” e começa a fazer.

Como o blog traz retorno financeiro para você?

Existem várias formas de anunciar nos blogs. Das mídias fechadas (banners) até publieditoriais, mídias sociais ou mesmo presença em eventos. Os preços variam de acordo com a mídia ou pacote, mas vai de R$1.000,00 até o infinito. Rs.

Quando você percebeu que poderia viver disso e que a vida de blogueiro estava dando certo?

Eu já estava começando a ganhar o mesmo que ganhava dentro de uma agência de publicidade. O que eu resolvi fazer é ver se focando nesse novo “trabalho” eu poderia aumentar ainda mais o faturamento. E foi acontecendo conforme eu me dedicava mais a fazer conteúdos e até os contatos comerciais.

Você tem muitos eventos para ir e recebe muitos presentes. Existe algum lado ruim de ser blogueiro?

Realmente, hoje eu recebo diariamente alguma coisa em casa e vários convites para eventos. Acho que o “lado ruim” que eu vejo de ser blogueiro é não ter hora para descansar e nunca tirar férias. Hoje para mim qualquer horário é momento de trabalhar, logo que os usuários estarão na internet buscando conteúdo. Assim como não vejo alguma chance de tirar “férias”, como um funcionário normal que trabalhe em uma empresa. Eu e alguns amigos blogueiros brincamos que “a internet nunca tira férias”.

O conteúdo masculino na internet tem se tornado cada vez mais forte. Quando você criou o blog, tínhamos pouca coisa a respeito do universo masculino na web? Comente.

Quando criei o MPH (Moda Para Homens), em 2009, o universo masculino era pouco abordado. Já existia um ou outro blog que falava de comportamento e algumas novidades masculinas, mas para o lado da moda masculina era um “deserto do Saara”. Foi por isso que decidi fazer um blog sobre o assunto. Eu estava me interessando bastante por moda masculina, mas não tinha nenhuma fonte para ler, então decidi ir estudando e compartilhando o assunto com os futuros. Foi assim que nasceu o Moda Para Homens.

Se comparado com o seu emprego anterior, você está mais feliz? Por quê?

Confesso que eu estou feliz. Essa é a grande diferença! Eu nunca fui “feliz” nos meus empregos. Eu no máximo estava alegre, mas ser feliz exige muito mais. Exige estar bem com você mesmo e querer que os outros também estejam, senão você não consegue nem atingir esse estado. E dentro de uma agência de publicidade, quem conseguir ser realmente feliz, merece Cannes.

Você escreve sobre cerveja no blog? Qual sua relação com a bebida?

Escrevo bastante sobre cerveja. Eu sou um grande apaixonado pela bebida. Confesso que até entrar no universo de blog eu gostava de beber, mas não sabia apreciar. Foi quando comecei a participar de eventos e ver o surgimento das cervejas artesanais no país, que comecei a ver a diferença das cervejas. Hoje brinco que já não consigo mais beber uma cerveja, apenas degustar.

Como você avalia a cerveja Heineken®? Considera tomar com os amigos?

Quem me conhece sabe que eu sou um grande fã da Heineken®. É a cerveja do dia a dia que eu recomendo para todos meus amigos e familiares. Isso porque é a única que eu conheço - com um bom preço e que se encontra em qualquer mercado e que tem apenas 3 ingredientes: água, malte e lúpulo. Sem conservantes, cereais não maltados, estabilizantes, etc. A Heineken® é a cerveja que está sempre na minha geladeira.

Teve alguma experiência com a cerveja Heineken® que você se lembra e que irá ficar na memória?

Eu sou suspeito! Já participei de alguns eventos da HEINEKEN e sempre foram sensacionais. Mas, uma experiência que me marcou bastante foi uma viagem para o Rio de Janeiro para conferir o lançamento de uma edição comemorativa do filme 007, com uma super festa montada no alto do Morro da Urca.

Quais são as principais dicas para quem está pensando em criar um blog e viver disso?

Quem vai criar um blog e quer viver disso tem apenas uma opção: gostar de escrever, fazer com amor e profissionalismo.

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Dia Nacional do Escritor: Destacamos a importância dos escritores na literatura

Dia Nacional do Escritor: Destacamos a importância dos escritores na literatura

Quem não se aventurou mergulhando em livros? Muitas vezes queremos um refúgio do nosso cotidiano e encontramos isso em uma história bem contada. São inúmeras categorias que agradam os mais diversos leitores, desde aquele que gosta de ler algo com começo, meio e fim, até o amante por conteúdo específico de sua área, como psicologia, turismo e tantos outros que ficaríamos muito tempo citando. Realmente a literatura é uma cultura muito rica em nosso país. E não foi à toa que, em 1960, a União Brasileira de Escritores definiu o dia 25 de julho como o Dia Nacional do Escritor.

Contudo, existe um assunto que não podemos deixar de falar. Trata-se da cerveja, é claro. Apesar de ser apenas uma bebida, o conteúdo é extenso e exige muito estudo. São histórias desde os primórdios da humanidade. Além disso, muitos são os estudantes que procuram por conhecimento, como os sommeliers de cerveja, por exemplo. As prateleiras das livrarias têm ganhado cada vez mais espaço para este tipo de livro e leitores apaixonados pelo universo cervejeiro.

A cerveja é uma das bebidas prediletas e mais inspiradoras de escritores renomados, conhecidos mundo afora. Exemplo disso, é o poetinha mais querido do Brasil, Vinicius de Moraes. Em um de seus sucessos, escreveu “Tudo na Mais Santa Paz”. Parte da letra diz “Acabou a festa, amor. Ainda tem uma cerveja no congelador. Vamos ao que resta, amor. ” Essa e outras composições podem ter sido escritas no bar conhecido na época como Bar Veloso, no bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro. Hoje o local tem o nome de “Garota de Ipanema” e a rua que está localizado carrega o nome do poeta brasileiro.

A boêmia acompanhada de cerveja também fez parte da vida do escritor, cantor, compositor Chico Buarque. O galã de olhos azuis não chama atenção apenas pela beleza física, mas também pela sensibilidade em suas composições. A música “Feijoada Completa” mostra muito bem isso e ainda cita a bebida: “Eles vão com uma sede de anteontem. Salta a cerveja estupidamente gelada para um batalhão. E vamos botar água no feijão”. Entre os locais que o artista costuma ir, está o Bar Semente, localizado no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro.

Citamos dois grandes escritores que tiveram sua trajetória na Cidade Maravilhosa. E que tal lembrar de um curitibano? Conhecido pela frase “O Rio é o mar. Curitiba, o bar”, Paulo Leminski foi um importante escritor e poeta brasileiro. Fã de uma boa cerveja, possivelmente tinhas suas inspirações no Bar Stuart – um dos mais antigos da capital paranaense, aberto em 1904. O escritor ia ao local com frequência.

Apesar dos escritores terem um dia de celebração aqui no Brasil, existem eventos e seminários que procuram ressaltar a importância deles no mundo inteiro. A Festa Literária Internacional ou apenas FLIP é um dos principais exemplos disso. Um dos mais importantes festivais literários, acontece uma vez por ano na cidade de Paraty e procura homenagear um escritor a cada edição. Além disso, realiza discussões e debates sobre o cenário literário no mundo.

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Conheça os melhores lugares em Montreal para celebrar bons momentos

Conheça os melhores lugares em Montreal para celebrar bons momentos

A cidade de Montreal, no Canadá, é mais conhecida por nós brasileiros como mais um destino para realizar um intercâmbio, com os objetivos de estudar inglês, trabalhar ou apenas para conhecer outras culturas. Acontece que a cidade é uma grande metrópole, a segunda mais populosa do país, e oferece muita diversão em locais ideais para celebrar bons momentos.

A vida noturna da cidade possui uma energia única com locais que reúnem grupos de diversas tribos e culturas. Com o objetivo de contribuir ainda mais para essa troca de cultura e experiências, a HEINEKEN resolveu reunir algumas dicas de locais ideias para brindar e compartilhar sorrisos. Confira abaixo a lista:

Randolph Pub Ludique

Que tal apreciar uma Heineken® relaxando no paraíso dos jogos de tabuleiros? Com pontos em dois diferentes endereços, no Quartier Latin e em Rosemont, o charmoso e convidativo Randolph Pub Ludique disponibiliza em suas diversas prateleiras milhares de opções de jogos para os seus visitantes por apenas $5. Outros detalhes do local, como a decoração e a louça, também são de encher os olhos de qualquer geek.

Lab

Imagine degustar a sua Heineken® em um bar onde o fogo é um dos protagonistas da noite. Com arquitetura e decoração toda em madeira, o The Lab é um bar de coquetéis que produz o seu próprio Syrup - xarope de ácer, planta símbolo do Canadá. Oferece impressionantes apresentações de flair na produção de drinks flamejantes. A cuspida de fogo dos bartenders é um espetáculo à parte. O bar fica na Rue Rachel, 1351.

Sparrow Bar

O restaurante Sparrow Bar serve almoço e jantar até as 23h. Todas as suas receitas são preparadas com produtos orgânicos e locais. Das 0h às 3h, a casa reabre como bar e serve todos os coquetéis da casa, diversos tipos de cervejas, inclusive a Heineken®, e alguns rótulos de vinhos. Adjacente ao bar, há também uma charmosa casa de chás. Funciona no Boulevard St. Laurent, 5322.

Tokyo Thursdays

A primeira edição da lendária Tokyo Thursdays foi há sete anos. De lá para cá, o evento acontece semanalmente, atrai os melhores dj’s do mundo e é conhecida como a melhor festa de Montreal. Para dançar curtindo uma Heineken®, a pista do Tokyo Bar, onde acontece a celebração, é com certeza a melhor opção da cidade. A casa fica instalada no Boulevard St. Laurent, 3709.

Tam-Tams

Evento gratuito que acontece aos domingos no parque Mont Royal, começou como uma roda de percussão, que se reunia do meio dia até o entardecer. Logo cedo, a área já é tomada por muita música e atividades artísticas. Diversas pessoas se reúnem para confraternizar, ouvindo um som, fazendo piquenique, tomando sol ou praticando algum esporte. O ambiente é ideal para degustar uma Heineken® ao ar livre. Para quem quiser curtir junto, o parque fica próximo à Universidade de Montreal.

Festival Internacional de Jazz de Montreal

Considerado o maior evento de jazz do mundo, o Festival Internacional de Jazz de Montreal tem edições anuais desde 1980. Todo ano, se apresentam cerca de três mil artistas. Em 2016, ele conta o La Place Heineken, um terraço que é a localização perfeita para desfrutar uma excelente refeição e uma Heineken® gelada enquanto vive sua paixão pela música. Todos os fãs podem ainda se arriscar no piano público disponibilizado pela Heineken®. O festival acontece em diversos pontos da cidade e neste ano vai até o dia 09 de julho.

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HEINEKEN valoriza o Dia do Amigo e convida todos para um brinde memorável

HEINEKEN valoriza o Dia do Amigo e convida todos para um brinde memorável

Ao ouvir o barulho de mensagem do celular imaginamos quem seja. São milhares de conversas durante o dia em redes sociais. Muitas vezes apenas uma brincadeira, imagem engraçada, vídeos memoráveis de algum momento. Mas, também, pode ser que seja um papo mais íntimo que apenas quem confia de verdade irá compartilhar. Esses são os nossos amigos presentes em inúmeras situações e momentos.

Eles merecem um dia em sua homenagem e, claro, celebração. O Dia do Amigo é comemorado todo dia 20 de julho e adivinhem o que tem unido e criado cada vez mais laços de amizade? Se o pensamento foi a cerveja, a resposta está mais do que certa. Há tempos a bebida é responsável por aproximar as pessoas e instigando o desejo de se conhecerem, nascendo uma amizade especial. Na verdade, há séculos que isso acontece e começou bem longe do Brasil.

No decorrer da história da humanidade, a cerveja teve um papel fundamental quando o assunto era reunir os amigos. Segundo pesquisadores do assunto, depois que a cerveja foi descoberta na antiga Suméria em 9.000 A.C., vários povos tinham rituais e hábitos que reforçam essa teoria. Os egípcios, por exemplo, desenvolveram o costume de tomar a bebida em um mesmo recipiente com grandes canudos, o que mostra cumplicidade e lealdade com seus companheiros.

A cerveja sempre esteve presente nos atos festivos, desde a Idade Média. Celebrações de colheitas fartas eram regadas a cervejas, muitas vezes preparadas para aquela ocasião. Na Alemanha os grandes festivais sempre contam com a presença de cervejas tradicionais. E o que são festas senão a reunião de amigos? Como a bebida nos deixa mais relaxados, estamos mais abertos às interações sociais nos ambientes festivos, o que propicia o início de novas amizades e o fortalecimento das antigas.

O brinde, por exemplo, é um símbolo de união. Mesmo com diversas histórias do seu surgimento – umas falam de venenos na Idade Média e outras de união entre povos guerrilheiros na Idade Antiga –, uma coisa é certa: ao se unir os copos unem-se também pessoas. E quantos brindes já não viraram amizades?

No Brasil também temos um hábito amistoso. Gostamos de compartilhar garrafas! O vasilhame de 600 ml é ideal para se compartilhar. É como no caso dos egípcios. Todos bebem do mesmo recipiente. Só que dessa vez, sem canudinhos!

E o que tudo isso mostra para nós? Primeiro que juntar os amigos em um mesmo ambiente é algo muito valorizado desde os primórdios da humanidade. Segundo, que a cerveja é uma facilitadora de relações amigáveis há séculos e continua sendo nos dias atuais.

Por isso, nada mais justo do que nossos amigos terem um dia de celebração. Está totalmente fora de cogitação deixar a data passar sem reunir os melhores parceiros para comemorarem, brindando com uma das bebidas que mais fazem parte deste tipo de celebração. A dica é escolher um local onde se conheceram ou um dos primeiros bares que foram e brindar com uma Heineken®. O brinde será para vocês e pela cerveja que é responsável por unir tantas amizades, que hoje, são inseparáveis.

A HEINEKEN sabe que este é um dos dias mais importantes do ano. Por isso, queremos destacar que é importante valorizar os que estão sempre ao nosso lado e em qualquer situação. Sabemos que nossas cervejas fazem parte do início de uma amizade e também de brindes que muitos amigos de longa data. Porém, não se esqueçam, amigo cuida um do outro e não deixa exagerar. Comemorem com muitos brindes, abraços e sorrisos. Feliz dia do amigo! Cheers!

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Dia da Pizza: Conheça as cervejas da HEINEKEN que harmonizam com pizzas

Dia da Pizza: Conheça as cervejas da HEINEKEN que harmonizam com pizzas

Hoje é celebrado o dia de uma das comidas prediletas e mais desejada por diversas culturas. Com o formato redondo, regada de molho de tomate e recheios saborosos, a pizza ganhou seu próprio dia de comemoração. Isso aconteceu em 1935, após a realização de um torneio onde foram escolhidas as 10 melhores pizzas. O encerramento do evento aconteceu em 10 de julho, data que originou a celebração.

É certo que muitos aproveitam o dia para pedir aquela pizza favorita, porém, o Dia da Pizza pode se tornar ainda mais memorável e saboroso. A comemoração pode ser acompanhada de cervejas e, consequentemente, de experiências gastronômicas. Sabemos que o momento é histórico e ao mesmo tempo apetitoso. Por isso, a HEINEKEN resolveu reunir algumas dicas de harmonização com as opções de pizzas mais pedidas e adoradas. Confira abaixo:

Quatro queijos com Heineken®: Uma opção para os amantes de muito queijo e de vários tipos na mesma pizza. Apesar de ser uma das mais simples quando o assunto é preparo, é capaz de proporcionar experiências gastronômicas únicas se a questão for harmonização. A melhor opção de cerveja para harmonizar com este sabor de pizza é a Heineken®. A cerveja com coloração clara é bem leve e possui o poder de neutralizar a sensação gordurosa que todos os queijos irão proporcionar. A combinação é ideal, já que com essa cerveja vai ser fácil comer mais de um pedaço sem enjoar da pizza com muito queijo.

Mussarela com Amstel: A queridinha dos fãs de pizza. Talvez a mais famosa e uma das mais pedidas. Pode ser muito simples e feita com poucos ingredientes, mas é capaz de se tornar sofisticada se harmonizada com uma cerveja refrescante e bem carbonatada. E quem possui essas características é a Amstel. A bebida é uma Lager e agirá como um complemento para o queijo do tipo mussarela, proporcionando sensações únicas como o equilíbrio do queijo que pode se tornar menos gorduroso no paladar.

Napolitana com Edelweiss: Se a ideia é variar um pouco no recheio, a pedida da napolitana pode ser uma boa saída. Fatias de tomate, queijo mussarela e um bom punhado de orégano, a pizza pede por uma harmonização onde a refrescância e leveza equilibre tudo isso. Então, que tal escolher a Edelweiss para esta experiência? Com 5,5% de teor alcoólico a cerveja é do estilo Weiss, que leva trigo na receita. Ideal para fazer um belo par com os condimentos da pizza. No aroma e paladar é fácil identificar o frutado que remete a banana e cravo. Vale muito a experiência.

Brigadeiro Chocolate com Xingu Original Black: É chegado um dos momentos mais esperados de uma refeição: A sobremesa. Sabemos que muitos pensam que nesse momento é impossível tomar cerveja e comer ao mesmo tempo algo doce. Contudo, essa harmonização irá provar o contrário. Uma das saídas para combinar a bebida e o chocolate é escolher pela Xingu Original Black, nossa Sweet Stout. A opção possuí 4,6% de teor alcoólico e irá combinar perfeitamente com a pizza de chocolate, pois possui um leve sabor adocicado do malte, demonstrando sua semelhança com a sobremesa. Na boca o chocolate e a cerveja criam um terceiro sabor fantástico, e vai ficar difícil não repetir mais um pedaço.

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A trajetória de um Mestre Cervejeiro

A trajetória de um Mestre Cervejeiro

Como é ser um mestre cervejeiro? Muitos fãs da bebida mais popular do mundo têm essa curiosidade. E talvez até um pouco de inveja quando descobrem que uma das principais atribuições da função é provar cerveja com frequência. No entanto, como vocês puderam ler sobre essa profissão na nossa série sobre profissões cervejeiras, não é bem assim. Não é só isso. Trata-se da função de maior responsabilidade dentro de uma cervejaria. Uma espécie de engenharia. Mas que, claro, vem com esse bônus.

E você já conversou com um mestre cervejeiro? Nós sim. E contamos tudo aqui para vocês. Há mais de 20 anos trabalhando com a HEINEKEN, o Global Master Brewer da Cervejaria, Willem van Waesberghe, esteve no Brasil e tivemos a oportunidade de falar com ele sobre sua trajetória pessoal, qualidade, inspirações e dicas para quem gostaria de até seguir uma carreira semelhante.

Como foi a sua carreira profissional? Como começou a se interessar por cerveja?

Eu sou um geólogo e sempre quis ser um, desde os meus cinco anos de idade, pois alguém me deu um dinossauro, então eu queria fazer pesquisas de ossos de dinossauros. Mas no final eu estudei geologia com base nas partes químicas em busca de ouro e água. Eu trabalhei na área na França, mas o mercado não era tão bom. Então pedi ao meu pai se ele poderia me ensinar a ser um cervejeiro, pois ele também era um cervejeiro. Fiz treinamentos na fabricação de vinho e cerveja, e também para montagem de cervejaria. Trabalhei para o meu pai por cerca de quatro anos, e ao mesmo tempo, assumi o trabalho dele como professor de tecnologia de bebida no Instituto de Agricultura.

Mas como chegou até à HEINEKEN?

Mais ou menos nessa época eu realizei um projeto com a HEINEKEN. E eles me pediram para eu escrever uma carta para tentar um emprego lá. E foi assim que consegui. Isso foi em janeiro de 1995, coisa de mais de 20 anos atrás. Comecei como mestre cervejeiro consultor no departamento de assistência e suporte técnico e atendia diferentes cervejeiros ao redor do mundo: em Marrocos, Camarões e Indonésia, por exemplo. Depois, em 2000, fiz um projeto de implementação de um sistema de gestão de conhecimento. Colocamos em operação um sistema de computador que captava o conhecimento dos cervejeiros da HEINEKEN, no qual se podiam compartilhar suas experiências e tudo mais. Fiz isso por três anos e hoje o projeto se chama ONE2share. Por 12 anos eu estive à frente do departamento de pesquisa e durante esse tempo fiquei convencido que devemos proteger e apoiar o cervejeiro profissional da HEINEKEN. Então eu criei uma academia que se chama HEINEKEN Brewing Guild. Através dela, treinamos mestres cervejeiros para serem capazes de treinarem vendedores e também aprenderem a linguagem comercial. Assim teremos menos barreiras na comunicação entre o marketing e a produção e podemos desenvolver novas cervejas e novas marcas juntos.

Qual você acha que é o maior desafio para um mestre cervejeiro?

Nesse momento é conseguir desenvolver uma cerveja com 0,0% de álcool. O maior desafio é chegar em um sabor que todo mundo aceite como uma cerveja.

E tem algum mestre cervejeiro que te inspira?

Ah, tem muita gente que me inspira, não sempre cervejeiros. Nós temos no mundo das cervejas artesanais pessoas que conseguem fazer coisas diferentes que são muito interessantes. Homens como Sam Caglioni, dono da cervejaria Dogfish Head, que faz cervejas muito diferentes, baseadas em cervejas históricas, muito interessantes, mas sempre com combinações estranhas. Também gosto do que a cervejaria dinamarquesa Mikkeller faz. Ele (Mikkel Borg, cervejeiro e proprietário) produz mais de 250 cervejas diferentes ao ano em um volume total de somente 26 mil hectolitros e cobra entre US$5 e US$8 por garrafa. É algo bem legal e pequeno. Mas por outro lado, o que estamos fazendo com todos os mestres cervejeiros na Heineken (com o Brewing Guild), e o fato de estarmos crescendo juntos, de podermos falar de cerveja de novo, é uma grande inspiração para mim.

Você tem algum conselho para um estudante que quer se tornar um mestre cervejeiro em uma grande cervejaria como a HEINEKEN?

Um lema que temos na HEINEKEN é: se quer se tornar um bom cervejeiro, você precisa colocar as mãos na massa, especialmente para aprender a relação entre insumos, os equipamentos e o sabor. Não se aprende apenas nos livros. É preciso aprender na pratica.

Falando mais sobre a cerveja Heineken®, ela é puro malte e só tem ingredientes naturais. Pode explicar por que isso é tão importante?

Bom, acredito que os consumidores que bebem cerveja querem saber o que estão bebendo. Eu acho que a pequena quantidade de ingredientes significa simplicidade e pureza. Devo dizer que têm cervejas com mais ingredientes e que têm um sabor semelhante e balanceado. Mas é incrível que com apenas três ingredientes podemos fazer uma cerveja com um sabor muito bom.

Quais são os diferenciais da cerveja Heineken®?

Heineken é sinônimo de paixão pela qualidade. Ela é diferente das outras cervejas porque leva apenas três ingredientes, todos 100% naturais, e passa por um processo bastante específico de produção. A fabricação de Heineken leva 28 dias e é feita em tanques horizontais, o que torna a pressão ideal para a nossa exclusiva levedura A, descoberta no século IX e usada até hoje para garantir uma cerveja balanceada e refrescante.

Willem respondeu também a outras perguntas ao vivo via Facebook. Você pode conferir a conversa aqui.

Ah, e além de Mestre Cervejeiro, Willem também fez uma pontinha como ator na última campanha global de Heineken, interpretando ninguém menos do que: ele mesmo! Em um dos vídeos, ele garante ao astro Benício Del Toro que todos os 192 países nos quais Heineken está presente enviam suas amostras para a Holanda.

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Cervejas de inverno são só para inverno?

Cervejas de inverno são só para inverno?

A estação mais fria do ano está aí. No inverno, os termômetros chegam em temperaturas que aguçam o desejo por experiências gastronômicas mais, vamos dizer, quentes. Nosso corpo precisa de mais energia para se aquecer e nossa fome aumenta, principalmente daqueles deliciosos alimentos mais ricos em carboidratos e gorduras, quentinhos e saborosos. É uma tendência que também se vê nas bebidas. Diminui a procura pelas cervejas mais refrescantes e, quase que automaticamente, as pessoas pensam em vinhos e destilados.

No entanto, os estilos de cervejas refrescantes e leves não são os únicos desse universo. Há também aquelas versões mais encorpadas, alcoólicas, com alta carga aromática e até, muitas vezes, escuras, que normalmente são indicadas nessa época do ano. Logo, existem cervejas somente para inverno e cervejas somente para verão. E cervejas escuras são para o inverno. Certo?

Errado. Esses são dois mitos muito comuns.

Primeiro, realmente existem cervejas normalmente indicadas para o frio. Por serem mais alcoólicas e encorpadas, elas têm um efeito aquecedor que vai muito bem nessa época do ano. Sua alta carga de aromas mais intensos também vai muito bem e completa o pacote. No entanto, não há nada que impeça delas serem degustadas em qualquer temporada. O mesmo vale para as cervejas leves e refrescantes, que não precisam ser bebidas só no verão. Ou seja, não existe essa história de cervejas para serem bebidas só no inverno.

Depois, cervejas desse tipo não necessariamente são escuras. Há cervejas claras e alcoólicas, Como os estilos belgas Tripel e Strong Golden Ale, por exemplo, com teores em torno de 8% ABV, assim como cervejas escuras pouco alcoólicas, Como dos estilos Dry Stout, como nossa Murphy’s Stout, ou Schwarzbier.

O que define a cor de uma cerveja normalmente são os tipos de malte que ela tem. Ou seja, se ela é escura é porque leva maltes torrados, que muitas vezes lembram café, chocolate amargo e outros sabores torrados. Isso não define a quantidade de álcool de uma cerveja, que normalmente é fruto da quantidade de açúcares extraídos do malte e outros açúcares por ventura inseridos na bebida.

Portanto, deixe o prazer guiar você. Não há limitações para se escolher a sua cerveja em qualquer estação! E se você quer diferentes opções, o portfólio da Cervejaria HEINEKEN oferece diversas para você se deliciar.

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6 harmonizações de cervejas com quitutes das festas juninas.

6 harmonizações de cervejas com quitutes das festas juninas.

As tradicionais festas juninas finalmente chegaram e com elas os diversos quitutes típicos da época, geralmente vendidos em barraquinhas intimistas com muitas bandeirinhas coloridas e músicas tradicionais, acompanhadas de uma boa quadrilha. Mas, se você acha que não tem como deixar esse momento ainda mais prazeroso, está enganado. Para demonstrar isso, vamos harmonizar as comidinhas gostosas com cervejas para criar novos sabores ainda melhores. Confira nossas dicas:

Pipoca ou milho cozido com Amstel

Dois petiscos indispensáveis nas festas juninas. É quase impossível comer pouco. Uma das características mais importantes aqui é que ambos são bem neutros, mas sempre servidos com bastante sal e, normalmente, manteiga. Um prato cheio para a Amstel, uma Lager clara, leve, bem carbonatada e refrescante, capaz de limpar a sensação gordurosa e condimentada deixada pelos alimentos, preparando a boca para uma próxima abocanhada saborosa como a primeira.

Pamonha doce ou cural doce com Xingu Unique Red

As opções doces além de saborosas são essenciais após experimentar os salgados da festa. Ambos os quitutes são ideias para harmonizar com a Xingu Unique Red. A cerveja, uma Red Ale, é uma bebida levemente adocicada e que lembra ingredientes como caramelo e toffee, harmonizando pela semelhança de dulçor entre comida e bebida e complementando a combinação com essas notas carameladas.

Pastel de carne seca com queijo e Heineken®

Este quitute é um dos mais famosos e procurados nas barraquinhas. Quando misturados com a típica carne seca nordestina e queijo, fica delicioso! Uma boa pedida é harmonizar com a cerveja Heineken®, uma Lager com maior intensidade, carbonatação e amargor suficientes para contrastar com o salgado da carne e o gorduroso do queijo.

Pinhão com bacon e Xingu Unique Red

Um petisco inovador e diferente de qualquer outro. Isso porque o pinhão vem envolvido em uma fatia de bacon. São dois quitutes em uma mesma experiência. E o que acham de acrescentarmos um terceiro elemento? Claro que vai ser a cerveja. Mais uma vez a Xingu Unique Red é a escolhida para a harmonização. Seu sabor adocicado e caramelado é perfeito para harmonizar com o bacon, por contraste com o salgado e gorduroso, proporcionando uma experiência única no paladar.

Arroz doce e canjica doce com Xingu Orinal Black

Mais duas opções de sobremesa. Então, que tal harmonizarmos com a nossa Sweet Stout, a Xingu Original black? Com 4,6% de teor alcoólico, a cerveja pode ser uma ótima opção para combinar com esses dois clássicos da gastronomia junina. Principalmente por também se tratar de uma bebida levemente doce, se aproximando por semelhança do sabor dos quitutes, e complementando a mistura com um leve torrado que lembra chocolate e café.

Pé de moleque com a Murphy’s Stout

O doce mais famoso das festas juninas, o pé de moleque é feito à base de amendoins e açúcar caramelado. Apostamos que poucos de vocês imaginaram comer pé de moleque e combinar o petisco com alguma cerveja, não é? Pois é possível e a experiência vale a pena. A sugestão é morder um pedaço e tomar um pouco da Murphys Irish Stout, também uma cerveja Stout, no entanto mais seca e leve com, também, mais torrado em evidência. O amargor da cerveja contrasta com o caramelo de açúcar do pé de moleque enquanto as notas de café e chocolate complementam o sabor do amendoim, como se houvesse chocolate ao seu redor.

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Cerveja Desperados reacende magia cultural da Galeria Ouro Fino

Cerveja Desperados reacende magia cultural da Galeria Ouro Fino

Já imaginou unir cerveja, cultura, arte, música em um único ambiente cujas raízes carregam uma história fantástica de um ponto turístico da cidade de São Paulo? A cerveja Desperados pensou neste cenário e organizou um projeto que reúne festas no último andar da Galeria. Nomeada como Galeria Desperada, os amantes e fãs do ambiente podem curtir festas com essa mistura de cultura e boa cerveja. A ideia do evento surgiu após a série documental Madrugada Desesperada, produzida em parceria pela marca Desperados e a produtora Conspiração Filmes. A partir daí a concepção do projeto foi criada: Organizar oito edições ressaltando artistas que usam as madrugadas como plataforma de arte.

Com entrada gratuita, as festas começaram no dia 30 de abril e irão acontecer até o fim deste mês. A última marcada, vai acontecer no dia 25 de junho. Na primeira edição, o músico Rico Dalasam agitou a Madrugada Desperada. A última festa da Galeria Desperada terá como tema a carioca Doom que promete muito rap, bass e future beats. Mas, não é só de festa que o projeto está sendo sustentado. Até o fim do mês, o espaço irá receber lojistas da própria Galeria Ouro Fino que irão realizar pop ups stores e perfomances de artistas convidados.

O que muitos devem estar se perguntando é: Por que o projeto está acontecendo na Galeria do Ouro Fino? O que tem de tão especial por lá? A resposta para perguntas como estas, está no passado. Tudo começou em 1961, ano de sua inauguração. O local ficou famoso a partir da década de 70, por ter reunido estilistas e personalidades da moda, que hoje, mostram suas coleções em eventos renomados, como Fashion Week. Contudo, sua evolução mostrou que não seria apenas por uma vertente artística que a galeria poderia ser lembrada, hoje é um dos principais lugares para encontrar músicos, artesãos, diversidade cultural e tudo o que existir de melhor na arte. “Minha história na galeria começou em meados dos anos 90, quando o segmento da música eletrônica teve início. A Galeria desde o começo esteve na vanguarda dos movimentos da arte. A parceria com a Galeria Desperada está sendo um sucesso absoluto. Todos os frequentadores estão tendo um super retorno, sejam eles lojistas, clientes e, principalmente, os amantes da arte. É um projeto de vanguarda que está proporcionando uma sinergia perfeita com a Galeria Ouro Fino. As festas estão sendo incríveis, reunindo em um único ambiente o entretenimento, que une música, arte, estilo e moda. Fico agradecido e feliz por estar participando do projeto”, ressalta Alessandro Gobbi, síndico da galeria.

A cerveja Desperados reconhece e valoriza a cultura que a Galeria Ouro Fino proporciona aos seus frequentadores há mais de 50 anos. E, foi exatamente por isso, que resolveu reascender o local com o projeto que tem como objetivo ajudar na revitalização da galeria e realizar a troca de energia com o público frequentador, que busca por cultura e arte. “A escolha da Galeria Ouro Fino é perfeita, pois é reconhecidamente um local de vanguarda musical e artística da cidade. Ao ocuparmos o último andar inteiro com a Galeria Desperada, estamos reascendendo a Ouro Fino, acrescentando ao espaço instalações de artistas da nova geração em noites animadas por boa música e ótima cerveja. Serão noites memoráveis”, explica Vanessa Brandão, gerente de marketing da Desperados.

Apesar de ser um evento gratuito as vagas são limitadas e é preciso realizar a inscrição para adquirir o convite. A lista para cadastro pode ser acessada no site www.galeriadesperada.com.br. As festas acontecem todo sábado até o dia 25 de junho, a partir das 22h.

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Dia dos Namorados: dicas para presentear com momentos marcantes

Dia dos Namorados: dicas para presentear com momentos marcantes

A data mais romântica do calendário brasileiro se aproxima. O Dia dos Namorados, que é comemorado no dia 12 de junho. Escolher aquele presente para a pessoa amada é indispensável, mas queremos mais do que isso. A ocasião é tão especial que quebramos a cabeça para procurar por programas que, de alguma maneira, ficarão marcados na memória. Sabemos que o ato de presentear é importante, mas um momento a dois, é inesquecível. Por isso, resolvemos reunir alguns lugares inusitados para surpreender seu amor e celebrarem a data, compartilhando sorrisos, emoções, amor e alegrias. Confiram abaixo e divirtam-se:

1- Passeio de Balão

Para os amantes de aventura e de belas paisagens o passeio de balão pode ser aquele programa que não será facilmente esquecido. Isso porque os apaixonados poderão sentir a emoção de estarem voando a 500 metros do chão ou 1640 pés. Pelas nuvens, será possível tirar aquela foto a dois com um lindo plano de fundo. O preço do passeio para o casal pode variar. Em São Paulo, por exemplo, o valor para os dois está R$ 764 no Balonismo Boituva (www.balonismoboituva.com.br). Preparem-se para ouvir dos amigos que aquela foto é montagem.

2- Wall Street Bar

Se a ideia é agitação na noite paulistana onde o casal poderá beber Heineken gelada e se divertir ao mesmo tempo, uma boa ideia é ir ao Wall Street Bar. Localizado no bairro Itaim-Bibi o local é completamente diferente de qualquer bar que existe na cidade. Ele se diferencia por simular a Bolsa de Valores de Nova York. A simulação é extremamente real, já que os valores das cervejas mudam de acordo com as negociações de ações nos pregões. Os clientes podem fazer os pedidos sentados em suas mesas, por meio de uma tela touchscreen e esperar o melhor momento para pedir sua Heineken. (http://www.wallstreetbar.com.br)

3- Hotel Unique e Skye Bar

Luxo e romantismo são duas coisas que podem dar muito certo juntas. Um exemplo disso é o Hotel Unique, localizado no bairro dos Jardins, região nobre de São Paulo. Se a intenção é surpreender, o local irá atender todas as expectativas. Os quartos possuem vista privilegiada da cidade de São Paulo. Sua arquitetura também se destaca por lembrar um navio. Uma boa dica é esperar a tarde cair e subir para cobertura. Lá está localizado o Skye Bar e será possível assistir ao espetáculo do pôr-do-sol com uma bela paisagem da cidade e um chope Heineken.

4- Restaurante Lua e Mar – Ilha Grande – RJ

Se a ideia for procurar refúgio em uma ilha com um bom toque de romantismo, a melhor saída é entrar no barco e ir em direção à Costa Verde do Rio de Janeiro. O restaurante Lua e Mar é um dos que mais se destacam na região. Isso porque as mesas, à luz de velas, estão localizadas na areia, de frente para o mar. O jantar pode ser a melhor opção, já que as luzes da Lua irão refletir no mar e iluminar a noite do casal. Para beber e brindar esse momento mágico, long neck Heineken.

5- Piquenique no Parque Ibirapuera

Se o orçamento estiver curto, mas a criatividade ainda existir, um bom lugar para ir é no Parque Ibirapuera e organizar um piquenique ao ar livre. Na cestinha algumas long necks Heineken e saborosos petiscos. Se você arranha no violão, uma boa dica é leva-lo e aproveitar uma tarde ao som de música acústica ao lado da pessoa amada. O parque está localizado na região sul de São Paulo. Foi considerado o melhor da América do Sul e possui 1,6 milhão de metros quadrados. Recentemente o planetário foi reaberto e é ideal para observar uma simulação do universo, com show de estrelas e explicações dos planetas. (http://www.parqueibirapuera.org/)

6- Praça Pôr do Sol e Bar Madeleine

Mais um programa que não irá mexer muito no orçamento do casal. A Praça Pôr do Sol é um dos cantinhos mais românticos da Vila Madalena – bairro boêmio de São Paulo. Localizada no ponto mais alto da região, conta com uma visão privilegiada de São Paulo. Quando o Sol se põe os expectadores se reúnem e aplaudem o espetáculo. Após o show da estrela mais quente do universo, se desloque poucos minutos até a Rua Aspicuelta para o Bar Madeleine. O local foi reconhecido pelo jornal Folha de S. Paulo e Revista Época como o melhor bar para ir a dois na cidade. É um lugar intimista com um charmoso clube de Jazz, onde músicos se reúnem para se apresentarem ao vivo. No cardápio cerveja Heineken e quitutes assinados pela chef Ana Soares. (http://www.madeleine.com.br/)

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Brinde a chegada da primavera na cosmopolita cidade de Berlim

Brinde a chegada da primavera na cosmopolita cidade de Berlim

Com inegável tradição cervejeira, a capital da Alemanha vem se destacando como um dos mais efervescentes circuitos gastronômicos da Europa. A cidade conta com mercados de rua, bares, restaurantes, casas noturnas e os famosos biergartens. Em todos esses cenários se apresentam sabores tradicionais da culinária alemã com outras referências mundiais. A maior cidade do país leva uma vida cosmpolita, por isso é muito fácil encontrar restaurantes de comida asiática, por exemplo, ao lado de um bar típico alemão.

Nela você também pode apreciar as deliciosas e internacionais cervejas que compõe o portfólio da HEINEKEN entre um passeio em museus, pelo Portão de Brandemburgo, fragmentos do Muro de Berlim e a catedral de Berlim. Além de tantos outros cartões postais.

1a Lauschgift

Este elegante espaço localizado em uma badalada esquina na região central de Berlim remete sua decoração aos anos 1970. Por lá os fãs da Heineken curtem o agito da noite ao som da batida eletrônica do House e do Electro, em pé, encostados no balcão ou no meio do salão em confortáveis sofás e pufs. Aquele agito informal que é sempre boa pedida!

Big Apple Berlin

Este gastrobar por sua vez surge como opção para quem prefere sentar, pedir um chope e comer de modo mais informal – no balcão ou até mesmo na calçada. Com sanduíches preparados na hora ao gosto do freguês além de pizzas, hambúrgueres, massas, entre outras delícias. Assistir aos jogos da UEFA Champions League também pode ser excelente pedida para os fãs do futebol.

De Molen

Um pedaço da Holanda no coração da Alemanha. Esta é a De Molen, uma simpática lanchonete que oferece porções de batata fritas com variados acompanhamentos como molhos e croquetes e também sanduíches, todos tipicamente holandeses. Naturalmente uma Amstel harmoniza muito bem com o local que está em operação desde 2008.

Zsa Zsa Burger

Com ares de lanchonete gourmet, a Zsa Zsa Burger é outra opção para os turistas gastronômicos. A casa prepara hambúrgueres suculentos, com inúmeras combinações de ingredientes e temperos. A apresentação dos pratos é de tirar o chapéu. Digna de uma foto bem bacana para ser compartilhada nas redes sociais. Há também outras pedidas como sopas e saladas. É daqueles locais intimistas para entrar e curtir cada minuto sem pressa – seja no salão ou apreciando a vista na esquina.

Murphy’s Irish Pub

Como o próprio nome indica, este é um típico pub irlandês onde o público pode tomar um chope no balcão enquanto assiste à programação esportiva na TV com um bom petisco. É o passeio clássico para o Guia de Viagem de todo bom cervejeiro. O chope da Murphy’s ajuda a aquecer, o da Heineken ajuda a refrescar e a garrafinha de Desperados apimenta o passeio. Pelas janelas ainda é possível apreciar a vista do Rio Spree.

Cat Walk

Local para quem gosta de aproveitar o lado glamuroso e exclusivo da noite de Berlim. Este é o bar Cat Walk – localizado no Hotel Marriott - que reúne público endinheirado e fashionista que se deixa levar pelas batidas da música eletrônica com participações de outros músicos. Ou seja: este é um dos points mais quentes da noite da capital alemã que se apresenta como “o primeiro e único bar da moda em Berlim”. No mínimo um local para viver experiências únicas e memoráveis.


Postbahnhof Club

Para manter a pulsação da noite, o Postbahnhof Club é uma boa pedida. Público jovem e descolado se encontra para virar a madrugada ao som dos sets de DJs que compõem uma agitada e permanente agenda de festas ao longo da semana. A casa fica próxima ao Rio Spree na região central da cidade. Heineken e Sol compõem o cardápio do club.

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Unidos pela liberdade de criar e inovar

Unidos pela liberdade de criar e inovar

Entre os dias 14 e 15 de maio, a cidade de São Paulo foi a capital brasileira da inovação e da criatividade com o Festival Path. Nele aconteceram encontros entre profissionais das mais diferentes áreas criativas por meio de atividades como palestras, exposições, filmes e shows. E em todas elas o que se buscou foi despertar no público o entendimento de que cada encontro programado ou espontâneo do evento servisse de caminho para transformações reais na sociedade.

E como uma das melhores ferramentas para se envolver uma grande quantidade de pessoas para o engajamento de uma causa ou ideia, as redes sociais tiveram grande destaque no evento. A ponto de que SOL Premium, cerveja patrocinadora do Festival Path, coletou depoimentos de artistas e empreendedores que se apresentaram por lá e compartilhou algumas delas no seu perfil do Instagram @cervejasol. A ação, chamada de #RetratosLibres, foi executada através de um ensaio fotográfico em que cada personagem respondia o que entendia como “Espiritu Libre” – o grande conceito por trás da marca de cerveja que estimula a declaração de independência àqueles que resistem à pressão do conformismo e afirmam a sua liberdade fazendo as coisas do seu próprio jeito.

Iniciamos pela música. Daniel Bacchieri é fundador e curador do @streetmusicmap e, segundo o artista, a música livre influencia e muda o mundo provocando conexões. “A música precisa de liberdade para ser criada. Música é a arte mais universal, ultrapassa fronteiras e provoca conexões imediatas. A rua é o palco mais livre que um artista pode experimentar. Afinal, não há lugar melhor para se ter um feedback sincero de uma audiência em permanente movimento. Como ouvintes, precisamos ouvir mais as ruas. A trilha sonora das nossas esquinas é o retrato mais apurado da realidade”, analisa.

Ouvir e enxergar as ruas, pois nas grandes metrópoles a arte de rua é sempre um elemento que serve como importante elo entre as histórias da cidade e seus moradores. Por essa razão, o grafiteiro e ativista do coletivo “Agentes Marginais”, Mauro Neri, foi indagado sobre como o grafite se relaciona com liberdade. “Lembro-me da sensação de ver meu primeiro grafite na parede: percebi como é participar da ressignificação da paisagem, ter a satisfação de me reconhecer na cidade e dialogar com ela. Como um ‘Agente Margina’, sou um ‘Ativista’ de espírito livre em busca de acessos que vão além das margens geográficas, socioeconômicas e culturais da metrópole. Tentamos mostrar com arte o que precisa ser revelado: a nossa veracidade que ‘subvive’ na invisibilidade”, pontua.

Em um mundo em que cada vez mais pessoas buscam novas experiências em novas cidades e países, hospedar pessoas também pode se relacionar com liberdade. Por isso, a redatora e criadora da Casa Samambaia, em Curitiba, Bruna Castro tem papel fundamental nesse cenário. “Minha casa é um espaço de encontros. Moro nela, mas também hospedo pessoas do mundo inteiro e realizo diversas atividades como jantares, sessões de cinema ou oficinas. Ter um espaço como este é um privilégio e tento utilizá-lo de maneiras diferentes. Hospedo pessoas há seis anos e isso me ajudou a desapegar da questão da privacidade, das coisas materiais e até do espaço físico da própria casa. Hoje estou em Curitiba, mas pode estar em qualquer lugar. Sinto-me conectada com essas pessoas e elas comigo. E acho que o mundo está precisando disso”, destaca a boa anfitriã.

Vivendo de modo bastante otimista, Luciana Caletti é criadora do site “Love Mondays”. Ou seja: sim, existe quem ame as segundas-feiras. Mas, segundo Luciana, essa boa relação com o primeiro dia útil da semana tem a ver com a correta escolha profissional das pessoas. “Quando a pessoa trabalha em um lugar que tem valores parecidos com os dela, onde se sente bem e pode ser ela mesma, ela pode atingir seu potencial máximo e ter sim um espírito livre. Estar em sintonia com o ambiente de trabalho torna a pessoa mais produtiva, realizada e, é claro, mais feliz. No meu trabalho realizo o meu sonho de empoderar pessoas. Utilizo minha criatividade e garra todos os dias para construir, junto com as pessoas, uma plataforma onde profissionais possam encontrar o emprego que os faça amar as segundas-feiras”, explica.

E essa relação do Espíritu Libre com a vida profissional das pessoas não para por aí. Afinal, o espírito livre está trazendo novas ideias para outras empresas e serviços. Um desses setores é o dos escritórios compartilhados do crowdfunding. “Ter o espírito livre é ser o mais real e sincera possível com minhas paixões e vontades. É deixar a criatividade fluir, desenvolver ideias e me apaixonar por elas. A partir daí, ter coragem para seguir e transformá-la em realidade. O espírito livre não deixa que o sistema dite nosso comportamento e isso traz inovação para o ambiente de trabalho. Inovação muda o mundo! As ideias mais malucas foram pensadas fora da caixa, por ‘espíritos livres’ do status quo”. É assim que pensa Natalie Assad, cofundadora da plataforma de crowdfunding Partio Brasil.

Para ler mais opiniões e depoimentos, é só acessar o perfil da Sol no Instagram: @cervejasol

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Maibock: o estilo de cerveja que nos mostra o sabor da primavera alemã

Maibock: o estilo de cerveja que nos mostra o sabor da primavera alemã

Enquanto aqui no Brasil estamos no começo do outono, lá na Alemanha é tempo de celebrar a chegada da primavera. A estação que começa a tirar os alemães de casa rumo aos biergartens (jardins cervejeiros), traz consigo também um estilo de cerveja sazonal, a Maibock. A “Bock de maio”, em uma tradução livre.

Mas antes de falarmos sobre Maibock, precisamos conhecer o seu estilo base, que é a cerveja Bock. Ela surgiu no século XIII na cidade alemã de Einbeck e acabou tornando-se um estilo muito popular na região da Baviera. O próprio nome da cidade, Einbeck, foi responsável pelo nome da cerveja aliado ao sotaque bávaro, pois acabava soando como “um bode” (“Ein bock” – em alemão). Por isso, muitos rótulos de cervejas desse estilo estampam a imagem do animal.

Assim como a Bock, a Maibock é uma vertente que pertence à família das Lagers (cervejas de baixa fermentação). No entanto, a cor é mais clara, podendo variar de um dourado mais intenso até um âmbar mais claro. Seguindo a mesma comparação, o sabor do malte não é tão acentuado, lembrando mais panificação do que o caramelo característico, e com mais amargor e aroma de lúpulo. É equilibrada, possui um final seco e refrescante. Seu teor alcoólico pode variar entre 6,3% e 7,4%.

É uma cerveja de transição para os alemães, possui um teor alcoólico mais elevado como as cervejas de inverno, mas tem a refrescância do lúpulo das cervejas do verão. Isso a torna perfeita para ser degustada no mês de maio, que traz de volta a presença do sol com temperaturas ainda não tão quentes como o verão.

Na história esse estilo sazonal do mês de maio aparece como uma cerveja festiva. A chegada das estações mais quentes sempre foi comemorada pelos europeus, portanto era comum tomá-la nos festivais realizados para celebrar a entrada da primavera.

A harmonização desse estilo com comida é uma boa pedida. Procure por comidas mais apimentadas, como culinária Thailandesa ou Mexicana, ou as sempre tradicionais salsichas alemãs como Bockwrust e Weisswurst.

Cheers!

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André Rabanea: o criativo que balançou a Europa e estimulou os inquietos inovadores brasileiros no Festival Path

André Rabanea: o criativo que balançou a Europa e estimulou os inquietos inovadores brasileiros no Festival Path

No texto anterior sobre o Festival Path [hiperlink], trouxemos os relatos do Curador do evento, Fabio Seixas, Diretor da O Panda Criativo, que contou sobre os preparativos para este mega evento. Evento que é formado por personagens como André Rabaena, publicitário, 33 anos, quando estava com 21 viajou para Lisboa para passar só três meses e acabou ficando 10 anos. Durante esse período ele acumulou experiência em agências de marketing e se tornou um profissional na área da criatividade com seu trabalho reconhecido. Isso o levou a grandes experiências, como ser membro do júri de festivais de Cannes, D&AD e EL OJO. Além de ter empreendido em mais de 10 empresas de inovação no Brasil, Portugal, Turquia, Bélgica e no Qatar.

O criador da metodologia IDEATORS, validada pela Harvard University em 2015, levou para o Festival Path a palestra “Putsss, eu já tive esta ideia!” em que pretende ajudar o público a ser mais criativo e a acreditar que os projetos que estão na gaveta têm tudo para dar certo.

Tivemos a oportunidade de conversar com André e falar sobre as expectativas do Festival Path e suas vivências profissionais.

HEINEKEN - O que a sua experiência no exterior o estimulou para torná-lo um agente mundial da criatividade e inovação? Quais foram as experiências mais marcantes?

ANDRÉ RABANEA - Eu acho que experiência você consegue ter em qualquer lugar independente se for no exterior ou não. Mas o diferente pra mim no exterior é poder estar mais à vontade. Como eu não era de Portugal e sempre pensava que ia voltar rápido, fazia tudo sem pensar na consequência. Eu arriscava muito mais. E isso fez com que eu desse o salto mais rápido. Então descobri que arriscar quase nunca dava errado! E se desse eu arriscava outra coisa. Com isso, lembro-me de uma ação das mais legais que já fiz. Portugal por muitos anos fez ações de marketing com o conceito de bater os recordes do Guinness Book. Então tudo tinha que ser gigante: maior ovo de páscoa do mundo, maior abraço humano, maior encontro de carros do mundo… E durante três anos Lisboa comunicava no Natal a maior árvore da Europa - era uma atração gigantesca e aparecia em todos os telejornais. Num dos anos esta arvore foi cancelada porque a Câmara de Lisboa não tinha verba… Então eu criei a menor árvore da Europa e fiz o lançamento no mesmo dia e chamei a TV. E isso foi notícia em mais de 200 blogs e sites. Uma ação que investimos uns 25 euros deu retorno de milhões!

H - Com sua vasta experiência em grandes festivais do exterior, o que você pode destacar de positivo sobre o formato do Festival Path? O que você projeta para o futuro do evento?

AR - Já tive a sorte e oportunidade de estar em muitos festivais (visitando e participando) que abordam o tema da criatividade e inovação. A maioria deles associados a premiações e entregas de prêmios. Fui Júri nos principais festivais de criatividade pelo mundo todo (CANNES LIONS, D&AD, EL OJO, CAPLES, entre outros) e participei de alguns Hackathons, programas de aceleração de startups, Burning Man e SXSW que acaba sendo o modelo mais parecido com o Festival Path.

O que mais gosto do Path é o conceito de FOMO (Fear Of Missing Out) onde você tem tanto, mas tanto conteúdo, que é impossível você ter acesso a tudo. E fica sempre um gostinho de ir ano que vem e não parar por aí. Gosto também da interação com outras áreas, como a música, feira de startups… Pensando assim, o Festival está mais perto de englobar tudo que se discute hoje em dia de economia criativa. Hoje já é uma referência para criatividade e espero que para o futuro o Festival não tenha apenas três dias e sim sessões menores e dias que vão acontecendo durante o ano todo. Eu projeto isso para o futuro.

H - Pode nos explicar com mais detalhes como é a sua palestra? Dizemos no que diz respeito ao conteúdo e formato. Inclusive, qual é essa história que rendeu mais de 100 prêmios internacionais?

AR - Acaba sendo um pouco a história da minha vida, com um toque de standup comedy. Mostro para as pessoas que com um pouco de vontade e muita idiotice você consegue chegar onde quer, fugindo dos clichês do sucesso ou do mercado que as faculdades ou empresas te ensinam. O resumo é simples: se eu consegui, qualquer um consegue. Sobre os prêmios, não foi apenas um case responsável por isso e sim a história da minha vida onde estes prêmios foram dados ao longo do percurso incluindo vários projetos. Mas se formos analisar todos os projetos, o mais premiado até agora foi o Museu de Arte Urbana nas ruas de Lisboa. Deixamos a cidade muito mais bonita, utilizamos espaços de lixo na cidade para fazer intervenções e com isso criamos guias culturais para as pessoas aprenderem mais sobre street art e conhecer a cidade de uma forma diferente. Isso fez com que a cidade entrasse nas 10 mais interessantes para se visitar em relação à street art no mundo.

H - De que modo você busca estimular que os espectadores da sua palestra possam, de fato, tirar seus projetos da gaveta? Você já precisou recorrer a um “empurrãozinho” de alguém de fora para concretizar um projeto?

AR - Eu brinco com isso na própria palestra, desde a maneira que eu arrumei meu primeiro emprego até o primeiro cliente. Eu não tinha networking nenhum, meus pais me ajudaram com todo apoio psicológico e apoiavam minhas loucuras (minha mãe nem tanto), mas nunca apoio financeiro. Que na verdade não interessa nada! Um apoio emocional é tudo o que precisam. Às vezes o “não” apoio também ajuda. Para mim funciona melhor. Se muita gente diz não, me cresce o ego e força na ideia para querer provar que aquilo vale.

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O artesão de um mundo melhor transformado pela criatividade e inovação

O artesão de um mundo melhor transformado pela criatividade e inovação

Entre os dias 14 e 15 de maio será realizado o Festival Path, qcomuue promove a criatividade e a inovação. É a quarta edição do evento, a maior já promovida, que acontece em São Paulo, no bairro Pinheiros.

Sobre o Festival

O Festival Path é realizado anualmente e tem a plataforma O Panda Criativo como principal responsável por sua organização. O evento promove palestras, shows, filmes e outras atividades que juntos compõem mais de 300 horas de conteúdo em um único final de semana.

Como revela Fabio Seixas, Diretor da O Panda Criativo e um dos organizadores do evento, a palavra Path significa “caminho” e o Festival Path “é um caminho para que as pessoas se inspirem e transformem suas vidas e nossa sociedade para melhor”.

A organização do Festival

A produção oficial começa um ano antes com um prévio levantamento de nomes de palestrantes e atrações. Mas os detalhes, como parcerias estratégicas e de curadoria, levam pelo menos dois anos. E é na curadoria do evento que fica a grande atenção. “É o nosso ouro. Para entregar o melhor conteúdo temos um processo bem elaborado, trabalhoso e muito prazeroso. Como não gostar de usar o tempo descobrindo os grandes protagonistas da nossa sociedade?”, pontua Fabio.

Na pré-seleção dos temas, a equipe analisa desde atividades no setor de empreendedorismo social até engenharia espacial, de modo que a área de interesse seja bem ampla, passando pelas inovações tecnológicas, humanas, sociais e cientificas. As fontes de pesquisa também são diversas: revistas, jornais, peças, eventos, listas, pesquisas, livros, artigos, internet e muito mais. “Daí construímos o que chamamos de ‘Lista Longa’. A deste ano tinha mais de 2500 nomes“, conta Fabio.

Essa “Lista Longa” busca mais do que nomes, nela também são identificados movimentos sociais que estão em voga e outros que, na visão dos organizadores, precisam de mais atenção. E nesta edição serão debatidos os temas: empoderamento feminino, gênero, educação informal, música independente, realidade virtual, sustentabilidade, entre outros.

Fabio nos surpreende ao revelar que sua equipe começa bem enxuta, com apenas 5 pessoas desenvolvendo as atividades iniciais do projeto, mas durante a realização do Festival a equipe de colaboradores chega a ter mais de 250 pessoas envolvidas.

O perfil do evento

Um evento tão cosmopolita como este reúne um público inquieto que deseja descobrir e criar um mundo novo e melhor. Por isso, é comum transitarem pelo Festival Path pessoas que estão na melhor idade trocando ideias com alguém que está nos bancos da faculdade. “Isso nos anima muito, pois é nisso que acreditamos. Para a inovação não existem barreiras nem de sexo, nem de idade, nem de raça. Afinal, somos todos serem humanos”, enaltece Fabio.

O legado do Festival Path

Um Festival como este busca inspirar e estimular que todos os que dele participem levem consigo ideias para transformar sua comunidade. Por isso, os organizadores estão criando ferramentas para compilar de um modo mais eficaz todos os cases que são resultados do Festival. E mesmo de modo difuso eles costumam receber relatos com histórias de projetos bem-sucedidos de transformação, parcerias e empreendedorismo. Fabio acredita que a convergência “é uma grande ponte para a inovação”.

Ou seja: para Fabio, o maior legado do Festival é ter a certeza de estar sendo construída uma plataforma, com todos os parceiros, que cria e promove iniciativas que têm o potencial de transformar a sociedade.

O Festival Path em números

2 dias de evento

+ de 300 horas de conteúdo

150 palestras

3 palcos

26 shows

20 documentários

1 exposição de arte interativa

16 food trucks

20 atrações simultâneas por hora

A primeira edição do Festival reuniu 500 pessoas e na quarta em 2016 são esperadas entre 8 a 10 mil pessoas

Este é o Festival Path, que traz uma rica experiência em educação, entretenimento e negócios, conectando a comunidade criativa do Brasil. E um evento como este tem um patrocinador afinado com os seus ideais: a cerveja SOL Premium - pela segunda vez em 2016. A marca estimula o “Espiritu Libre” nas pessoas para que busquem referências autênticas e escolham caminhos diferentes do lugar comum. E SOL Premium chega para refrescar os participantes do festival, no qual se promove a plena liberdade de criação de melhorias para todo o mundo.

SERVIÇO - Festival Path 2016

Vendas e programação em www.festivalpath.com.br

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O melhor Sommelier de Cerveja do Brasil

O melhor Sommelier de Cerveja do Brasil

Apesar do Brasil ser um dos maiores produtores de cerveja do mundo, a profissão de sommelier de cerveja ainda é pouco conhecida no país. Com o crescimento do mercado cervejeiro, ela vem se desenvolvendo e crescendo entre vários setores. O Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cerveja é reflexo desse crescimento. Em sua terceira edição no país, organizado pelo Instituto da Cerveja Brasil, teve como grande vencedor Rodrigo Sawanara.

Depois de competir com dezenas de sommeliers, Rodrigo Sawanara que já atingira o 4º lugar no Campeonado Mundial de Sommelier de Cerveja em 2015, foi eleito pela bancada de jurados o melhor profissional do Brasil em 2016. Logo após a vitória, o mais novo Melhor Sommelier de Cerveja do Brasil conversou com a HEINEKEN e contou para nós mais detalhes sobre essa incrível experiência.

HEINEKEN Brasil: Qual é a sensação de ser o campeão?

Rodrigo Sawamura: É uma mistura de sentimentos! O principal é de muita felicidade, sem dúvida nenhuma! Todos nós que participamos da prova sabemos o quão difícil é chegar na final. Ser campeão então, muito mais! O nível de conhecimento e experiência dos participantes é extremamente elevado. Ou seja, são os pequenos detalhes que decidem quem será o vencedor.

O outro sentimento é de satisfação! Há dois anos decidi não continuar mais no mundo corporativo. Sempre trabalhei em companhias reconhecidas pelo mercado como excelentes empresas. Mas, acabava que eu trabalhava por trabalhar. Enfim, estava cansado disso tudo e apostei todas as minhas fichas naquilo que me trazia muita alegria e satisfação, naquilo que fazia sentido. Decidi que iria me dedicar a esse universo fantástico da cerveja e da gastronomia! E agora com esse resultado maravilhoso, tenho certeza que a aposta foi assertiva e que estou no caminho certo. Fazer aquilo que você realmente ama naturalmente te faz crescer a cada dia.

H: Como foi a sua preparação para chegar ao primeiro lugar?

RS: Ela começou há pelo menos um ano e meio quando decidi que iria aprofundar meus conhecimentos estudando ainda mais. Nesse tempo fiz o curso de Mestre em Estilos pelo Instituto da Cerveja Brasil, fiz mais um curso de formação de Sommelier de Cerveja (me formei também pela Academia Barbante/Doemens) e, por fim, estudei Tecnologia Cervejeira novamente pelo ICB.

É claro que para os campeonatos, especificamente, fazia uma preparação especial baseada em muito estudo. A revisão de toda parte teórica, além, é claro, do treinamento prático como degustações a cegas, degustações guiadas, treinamento para off flavors e etc.

H: Dentre as etapas do Campeonato de Sommelier de Cerveja qual foi a mais fácil, a mais difícil e por quê?

RS: Não diria mais fácil, mas acho que depois de três campeonatos e toda a experiência adquirida nos diversos cursos que eu fiz, talvez a menos difícil tenha sido a Prova Teórica. A prova final é sempre a mais difícil. É muita pressão! Não é nada fácil ser avaliado em público e tenho pouca habilidade para o palco.

H: Você ficou em quarto lugar no Campeonato Mundial de Sommeliers (disputado em São Paulo em 2015). Essa experiência em uma competição de nível tão elevado, quanto influenciou na sua conquista do Campeonato Brasileiro? É possível fazer uma relação entre os dois Campeonatos?

RS: O Campeonato Mundial foi uma experiência e tanto! Depois do fiasco da minha apresentação (estava muito nervoso e quase não consegui abrir as garrafas), percebi que teria que evoluir muito nessa questão da exposição em público. Foi então que comecei a praticar mais no dia-a-dia do Balcão 304 essa interlocução com os clientes. Comecei também a dar aulas (isso ajudou muito) e treinei apresentações em casa. Acho os dois campeonatos extremamente difíceis e de maneira geral são parecidos. Mas o fato de se conhecer o rótulo e ter que fazer uma apresentação em cima do que já é conhecido, te obriga a realizar uma apresentação impecável! Além disso, como as etapas do mundial acontecem em um mesmo dia, obriga o competidor a ter um controle emocional ainda maior. Por isso achei o Mundial mais difícil.

H: Como você espera que será a sua carreira daqui para frente com o referendo de que você é um dos maiores nomes do mercado cervejeiro do país?

RS: Fundamentalmente espero poder contribuir de uma forma ainda mais ativa para o amadurecimento e desenvolvimento do mercado cervejeiro nacional. Para isso, muito em breve devo apresentar uma nova marca para que eu possa definitivamente atuar de forma consistente no mercado. Estou iniciando um projeto de representação junto com uma importadora de insumos cervejeiros e, em parceria com o Alex Morais e o Guto Procópio, devemos promover uma série de eventos cervejeiros ainda neste semestre. Além disso, gostaria de atuar mais como julgador de cervejas em campeonatos e, quem sabe, um dia poder ser juiz do World Beer Cup.

H: Como você enxerga que está hoje a atuação dos sommeliers de cervejas no país e o que podemos esperar para os próximos anos?

RS: Acho que estamos apenas no início da nossa jornada. Creio que o mercado começou a perceber a importância do sommelier de cerveja não faz muito tempo. É bastante nítido o movimento de bares, restaurantes, grandes redes de supermercado, importadoras e cervejarias com relação ao reconhecimento do sommelier de cerveja. Porém, esse movimento ainda é tímido se compararmos ao que acontece lá fora ou mesmo quando nos comparamos aos sommeliers de vinho, por exemplo.

O importante é que o movimento está em curso e essa valorização dos sommeliers de cerveja é fundamental para o amadurecimento e crescimento do nosso mercado. Para nos tornarmos uma escola cervejeira, não vejo outra opção que não seja através da capacitação dos profissionais.

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O jeitinho brasileiro para ver os jogos da UEFA Champions League

O jeitinho brasileiro para ver os jogos da UEFA Champions League

Os brasileiros são conhecidos mundialmente por sua paixão pelo futebol bretão e fazem de tudo para poder acompanhar aos jogos - ainda mais o grande espetáculo futebolístico promovido todos os anos nos campos europeus. Tida por muitos como a maior competição de futebol no planeta, a UEFA Champions League já conquistou fãs tupiniquins que sempre dão aquele “jeitinho brasileiro” para conseguir assistir aos jogos que são transmitidos em horário comercial, durante a semana.

É o caso do Supervisor de Bares Igor Trovatto, de 25 anos, que acompanha o futebol desde criança, quando assistia aos jogos na companhia do pai e do avô. O palmeirense tem simpatia pelo time holandês do Ajax e também joga a sua bolinha durante a semana como meia ou ponta. No começo dos anos 2000, Igor começou a jogar jogos de vídeo game com os times do velho continente. Desde então, passou a nutrir sua paixão pelo futebol europeu. “Acredito que a alta do futebol brasileiro na Europa e grande parte das convocações para a seleção virem de lá seja um dos fatores que tem gerado mais adesão do público brasileiro aos jogos da Champions”, analisa.

Igor lembra até hoje das finais da UEFA Champions League de 2005 e 2013. Grandes jogos do Liverpool contra o Milan e do Bayern de Munique contra o Borussia Dortmund, respectivamente. E para assistir aos jogos, ele já fez algumas peripécias. Uma delas, em 2008, quando trabalhava em um hotel fazendo a manutenção e limpeza dos minibares nos apartamentos, Igor ligava a TV pra assistir aos jogos a cada passagem pelos quartos. De pouquinho em pouquinho, conseguia saber os resultados. Hoje em dia ele ainda trabalha em hotel, mas no bar, o que torna acompanhar os jogos mais fácil porque ele costuma tirar folgas às terças e quartas (dias dos jogos) e pode assistir aos jogos sem se preocupações.

Já o são-paulino Marcus Freitas, de 25 anos, começou a curtir o futebol desde a infância.. Com 10 anos ele entrou na escolinha de futebol do tricolor e o amor ao clube ficou consolidado. “Sou são-paulino no Brasil e no mundo! Mas se for para escolher um time na Europa, esse time seria o Real Madrid”, revela. O vídeo game também estimulou a paixão dele pelo futebol europeu, e o acompanhamento das ligas nacionais da Europa o trouxe para a Champions League. “Ao meu ver, este ganho de espaço do futebol europeu por aqui se deu principalmente ao fácil acesso que temos às informações e jogos da Champions no Brasil. Não só por conta da internet e das redes sociais, mas também ao espaço que a mídia (TV, rádios e mídias impressas) dá aos jogos e eventos relacionados ao melhor campeonato de clubes do mundo”, analisa.

Marcus tem uma tática ousada para acompanhar aos jogos dentro do escritório. “O celular facilita muito, mas já tive que dar alguns jeitinhos para acompanhar os jogos. A maior loucura foi reservar uma sala de reuniões enorme por mais de uma hora – sem nenhuma reunião de fato existente – para poder assistir ao jogo sem ser incomodado. Não pude usar a televisão de conferências da sala (seria muita cara de pau), mas consegui assistir ao jogo no computador tranquilamente”, revela. Em algumas ocasiões ele também chegou ao trabalho às seis da manhã para conseguir sair mais cedo e assistir aos jogos em um bar ou em casa na companhia de uma Heineken gelada.

O Produtor Artístico Rychard Riça (26 anos) também lembra com carinho do futebol dos anos 1990. A Final da Copa de 1994 éfoi a primeira grande lembrança que ele tem sobre o início da sua paixão pelo esporte. O Corinthians é o seu time do coração e se for para escolher algum na Europa é o Barcelona. O acompanhamento dos jogos europeus se deu quando ele descobriu que dava para assistir aos jogos pela internet. Ele brinca também ao dizer que “tem jogos que só vemos na UEFA Champions League ou no vídeo game”, devido ao alto nível dos jogadores. Rychard é mais um que destaca o jogo entre Liverpool e Milan em 2005 como o maior jogo que ele já assistiu na Champions.

E como ele consegue assistir aos jogos durante o expediente? Com a sempre eficaz dupla “Alt - Tab”. “Eu sempre estou no trabalho no horário dos jogos, então tenho que apelar para a internet. Aí o jeito é colocar o fone de ouvido, deixar uma janela do navegador passando o jogo e ficar de olho na porta, pois se o chefe surgir é só dar o famoso ‘Alt + Tab’ e fingir que está tudo normal. Como é no horário de trabalho, infelizmente não consigo assistir saboreando uma Heineken, somente na final, que acontece aos sábados”, conta.

Temos também o relato de Renato Piccinin (31 anos), um profissional de sorte que pode aliar a paixão pelo futebol com sua atividade profissional. Ele é jornalista e já atuou no Jornalismo Esportivo. “A verdade é que 90% das vezes tinha uma televisão por perto com os jogos passando. Quando trabalhei com futebol internacional era uma obrigação, além de um prazer, assistir aos jogos. Hoje, que não trabalho mais diretamente com futebol, consigo dar um jeito com as TVs ligadas pela redação ou com a internet. E o que costumo fazer também é deixar minhas folgas estrategicamente agendadas para momentos importantes da competição”, conta o profissional.

Renato, que é são-paulino, torce na Europa para todos os times do futebol espanhol com exceção ao Real Madrid. A relação dele com o futebol europeu também começou nos anos 1990. Como o São Paulo foi Bi Campeão Mundial, ele se interessou em conhecer mais sobre os times e os países dos times da Europa e, entre 1996 e 1997, começou a acompanhar com mais frequência. O jornalista pontua que “a Champions é um prato cheio para quem não é só fanático por um time, mas que gosta de fato de futebol. Prefiro mil vezes assistir a um Chelsea x Borussia Dortmund, por exemplo, do que um Fla x Flu. E o motivo é a qualidade do futebol e do espetáculo em geral (gramado, torcida, organização, etc)”. E a final da temporada 1998/1999 entre Manchester United e Bayern de Munique é o jogo inesquecível para Renato.

As dicas do Del Piero

Para dar uma ajudinha extra pra quem quer acompanhar os próximos jogos da UCL, o italiano Alessandro Del Piero, ídolo da Juventos, deu 5 dicas para distrair seus chefes e conseguir dar uma fugidinha do trabalho na hora das partidas.

Confira:

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 Os 500 anos da Lei da Pureza alemã

Os 500 anos da Lei da Pureza alemã

Foi num dia 23 de abril que o Duque Guilherme IV da Baviera promulgou a Reinheitsgebot, a Lei da Pureza da Cerveja – um dos decretos alimentares mais antigos do mundo e também uma espécie de lei de defesa do consumidor. A partir daquele momento, toda a cerveja na região, hoje correspondente ao Sul da Alemanha, só poderia ser feita com água, malte de cevada e lúpulo. A levedura, o fermento da cerveja, não era conhecido na época.

Isso foi em 1516. Ou seja, este ano a Lei da Pureza completa meio milênio de existência, tendo desafiado o tempo e gerações de cervejeiros, marcando profundamente a forma de se fazer cerveja na Alemanha, sua identidade cultural, e influenciando também no resto do mundo.

Mais tarde, em 1906 a Reinheitsgebot seria expandida para todo o país. No decorrer da sua história, também incorporou a levedura, o malte de trigo e outras exceções. Cervejas feitas para exportação tem até mais liberdade de utilização de matérias-primas. Hoje há duas versões da Lei, uma só para a Baviera e outra para todo o país.

Qualidade?

Para muitos, ler que a cerveja é feita sobre esses preceitos no rótulo é um atestado de qualidade, já que para se enquadrar nela não se podem utilizar também aditivos químicos, enzimas artificiais, estabilizantes de espuma e outros componentes na cerveja. No entanto, também exclui ótimas cervejas que utilizam temperos, frutas e outras especiarias na formulação e que são tão boas quantas as que seguem a Lei da Pureza.

Além disso, utilizar somente as matérias-primas básicas não garante que uma cerveja será boa. Há todo um cuidado que se deve ter com o processo, conservação e forma de fabricação do produto, que pode comprometer sua qualidade ainda mais do que a utilização de outros insumos.

Portanto, hoje em dia, seguir a Reinheitsgebot não significa ter qualidade na cerveja. E não seguir tão pouco significa que não há qualidade.

O Debate

Aos 500 anos, a Lei ainda dá muito o que falar. Hoje se debate muito sobre sua permanência ou não, principalmente na Alemanha.

Muitos defendem que ela deve ser eliminada, pois limita a criatividade de cervejeiros e cervejaria e as torna até menos competitivas num cenário global, já que outros países não têm decreto semelhante. Outro argumento se baseia nos possíveis interesses que existiam na época por trás da Reinheitsgebot. De certa forma, deixando outros cereais de fora – como trigo e o centeio – ela fez sobrar tais matérias-primas no mercado para que a nobreza comprasse mais barato. E isso é apenas uma das hipóteses. Fato é que ela se relacionava, em seu conteúdo muito, mais sobre o preço de venda da cerveja e seus impostos do que sobre sua fabricação.

Quem a defende alega que ela já é parte da cultura cervejeira dos alemães e dos países que seguem essa influência. Sendo assim, contribuiu de forma diversificada para o

desenvolvimento de inúmeros estilos de cerveja, tecnologias de fabricação e formas de fazer cerveja pelo mundo todo. É hoje também motivo de orgulho para os alemães.

Independente de com qual lado você se identifica e concorda, vale notar por meio desse debate o quanto a cerveja é importante. Não só para os alemães, mas para a humanidade. Ela faz parte da sociedade desde o início das civilizações, influencia e é influenciada por ela.

Vale a pena um brinde à Lei da Pureza alemã!

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Turismo e cerveja: o charme de Paris

Turismo e cerveja: o charme de Paris

No dia 31 de março tivemos um aniversário especial. São muitas pessoas que querem estar ao seu lado neste momento; seja tirando fotos da sacada de um Hotel, de um café, ou simplesmente uma selfie reunindo a família e amigos. A aniversariante do mês é a Torre Eiffel, o histórico monumento de 127 anos de história, localizado em Paris, na França

Considerada um ícone mundial, a Torre Eiffel recebe anualmente milhões de turistas, que se aventuram a subir os 324 metros que o monumento possuí.

Apesar de ser um dos pontos mais românticos da famosa Paris e da Champ de Mars, a torre foi construída em homenagem aos 100 anos da Revolução Francesa, cujo período tenso aconteceu entre 1789 a 1799.

Para visitar a torre é necessário comprar ingresso, que pode ser adquirido no local. O turista poderá optar pelo 2º piso, com valor de €11,00 para adultos, €8,50 para jovens entre 12 e 24 anos e €4,50 para deficientes e crianças com idade entre quatro e 11 anos. Já para o andar superior, os ingressos dobram o valor (acesso o site oficial para mais informações)

A cidade ainda conta com outros pontos turísticos que não podem ficar fora do roteiro, como a Catedral de Notre-Dame, Museu do Louvre, Arco do Triunfo, entre tantos outros.

Além dos locais famosos, existem os charmosos cafés, restaurantes e pubs, onde os parisienses e turistas de todas as nacionalidades certamente irão se encontrar para brindar os 127 anos da Torre. Confira algumas opções.

Maison Blanche

O restaurante é comandado pelo Chef Hervé Nepple. Por lá, não falta estilo. O local é muito charmoso e ideal para comemorar o aniversário de 127 anos da Torre Eiffel, já que a principal vista é a do monumento aniversariante. Para sentar às mesas, é preciso subir ao sétimo andar do Théatre des Champs Elysées, localizado na Avenida Montaigne.

Le Falstaff

O bar está localizado na Rue du Montparnasse, 42. São muitas as opções de chope e cerveja, entre elas a Heineken®. Ideal para reunir os amigos e tirar uma noite para tomar cerveja e conversar sobre a experiência de estar em Paris. O bar ainda se destaca pela decoração, onde a madeira é predominante e as paredes possuem imagens de girafas e vikings.

Café Madaleine

Um tradicional e charmoso café de Paris. Localizado em frente à Igreja da Madeleine, na Place de La Madeleine, 35. O local é ideal para quem procura por boa gastronomia e preço justo. Ótima opção de parada para tomar uma cerveja após um dia cansativo conhecendo pontos turísticos da cidade.

Le Ciel de Paris

Sabemos que a aniversariante é a Torre Eiffel. Contudo, existe outro monumento com menos fama, mas que proporciona experiências maravilhosas. Trata-se da Torre Montparnasse onde está instalado o restaurante Le Ciel de Paris.

São aproximadamente 35 segundos no elevador, que te levará ao topo, no piso 56. O ambiente é propício para comemorações a dois e brindes inesquecíveis com uma bela vista da cidade, inclusive, da Torre Eiffel.

Café de Flore

Este Café é um dos mais antigos da cidade. Era frequentado durante a Segunda Guerra Mundial. O local é conhecido também, por ter servido artistas renomados, como Simone de Beauvoir e Jean-Paul Satre. Sua decoração é curiosa e exótica. Ao caminhar pelo café, grandes espelhos refletem os clientes. É uma ótima opção para apreciar a gastronomia de um famoso café de Paris.

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Luz, câmera e cerveja

Luz, câmera e cerveja

Pode até parecer uma história de ficção, mas a sua saída do trabalho rumo ao happy hour com os amigos tem tudo a ver com a história do cinema. Afinal, a primeira exibição cinematográfica da história, em 22 de março de 1895, teve como destaque a captura de imagens em movimento da saída de operários da fábrica Lumière, em Lyon. E se você está ligando o nome às pessoas, você acertou. Os irmãos franceses Auguste e Louis Lumière foram os responsáveis por esse momento icônico para nossa cultura.

E por ocasião do aniversário de 121 anos desse importante fato, resolvemos misturar cinema e cerveja, e mostrar como a nossa querida bebida tem composto o elenco de filmes, séries ou documentários.

Como a cerveja salvou o mundo

Filmes de ação e ficção sempre trazem histórias de heróis que a todo custo lutam para salvar a humanidade. E há até quem defenda que a cerveja também já salvou o mundo. Ao menos é o que diz o documentário “Como a cerveja salvou o mundo” (“How Beer Saved The World”).

Produzido pelo canal Discovery Channel em 2011, o documentário se propõe a defender a tese de que a cerveja foi fundamental para o nascimento da civilização, além de ter desempenhado papel crucial na construção das pirâmides. Sem contar com o possível fato dela ter ajudado na fundação da América, na Revolução Industrial e ter estimulado avanços na medicina, entre outras questões.

007 – Operação Skyfall

E por falar em salvação, ninguém mais referendado do que o agente secreto mais famoso e temido do planeta. Sim, James Bond. E não é que 007 trocou os martinis pelos encantos da cerveja no filme “Operação Skyfall”? Em uma das cenas, Bond descansa em um cenário de praia, deitado na cama com uma Heineken® na mão.

Este foi um dos sete filmes da franquia nos quais a Heineken contracena com James Bond. As duas marcas trabalharam juntas também em O Amanhã Nunca Morre, O Mundo Não é o Bastante, Um Novo Dia para Morrer, Casino Royale, Quantum of Solace e no último longa “007 Contra Spectre”.

Brew Dogs

Trazendo um enfoque mais contemporâneo para a cena cervejeira mundial, a série “Brew Dogs” relata o dia a dia de cervejeiros escoceses que viajam para os Estados Unidos com a missão de apresentar cervejas para o público leigo. As cervejas apresentadas ao público são resultado da produção entre cervejarias parceiras. Originalmente exibida na Esquire TV, a série pode ser assistida no canal a cabo TLC.

Brewmasters

A série “Brewmasters” tem a participação do famoso cervejeiro Sam Calagione, que produz cervejas em parcerias com outras cervejarias e traz para a telinha ainda mais detalhes sobre a cultura cervejeira, processo de fabricação, estilos e muito mais. A única temporada da série está sendo reprisada pelo canal a cabo TLC.

Beer Hunter

Em 1989, foi lançada a primeira série cervejeira do mundo. “Beer Hunter” foi produzida pela BBC na Inglaterra e tinha com apresentador Michael Jackson, especialista em cervejas homônimo do astro do Pop. A cada episódio, ele apresentava cervejas de diferentes locais do mundo, falando da sua história e cultura, bem como processo de fabricação e algumas entrevistas. Passou por diversos países, inclusive as tradicionais escolas cervejeiras da Bélgica, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos.

Drinking Buddies

Traduzido para o português como o nome de “Um brinde à amizade”, o simpático filme “Drinking Buddies” mostra o romance dos personagens Kate (Olivia Wilde) e Luke (Jake Johnson), ambos funcionários de uma fábrica de cerveja. Com gostos parecidos, eles relutam, mas acabam flertando e saindo juntos. A cerveja faz todo o plano de fundo para o desenrolar dessa romântica história.

Cervejantes

Lançada pela Globosat em coprodução com a Plano Geral Filmes, no final de 2015, a série “Cervejantes” é um reality show na qual equipes se desafiam para produzir a melhor cerveja caseira. Juízes convidados avaliam os produtos e dão as notas nessa que é a primeira produção sobre cervejas na televisão por assinatura brasileira.

Cerveja Falada

Outra produção brasileira, o documentário “Cerveja Falada” é um curta-metragem de 2010 que conta a história da Cervejaria Canoinhense, a mais antiga do Brasil, fundada em Canoinhas (SC), em 1908. O protagonista é o mestre cervejeiro Rupprecht Loeffler, que herdou a cervejaria de sua família e morreu com 93 anos, em 2011.

Django Livre

Voltando para a ficção, chegamos a uma recente produção de Quentin Tarantino. O faroeste moderno “Django Livre” traz uma cena que mostra Django (Jamie Foxx), que vive um escravo, ao lado do caçador de recompensas King Schultz (Christoph Waltz) em uma conversa dentro de um típico saloon, regada a uma convidativa caneca de cerveja.

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Harmonizando cerveja com chocolate

Harmonizando cerveja com chocolate

Harmonização não é uma ciência exata. Combinar alimentos e bebidas para produzir sensações e sabores específicos quando degustados juntos é uma atividade que está entre a técnica e a arte. Envolve questões como as características da comida e da bebida, o clima do momento, a experiência que se quer provocar e, claro, o gosto pessoal.

A cerveja nos dá um grande número de possibilidades de harmonização graças à diversidade de matérias-primas e técnicas utilizadas em sua fabricação, o que produz sabores e aromas diferentes para cada caso. Podemos até dizer que é possível harmonizar cerveja com tudo, desde que você escolha a cerveja certa para cada tipo de prato.

No caso dos chocolates não é diferente. Com a proximidade da Páscoa, nosso apetite por essa iguaria - que, vejam só, também é um alimento fermentado. Além disso, principalmente nessa época do ano, há inúmeras variações de chocolate, doces à base do alimento e preparos diferentes.

Mas, então, como combinar cervejas e chocolates? Vamos falar disso, sim, mas primeiro, é necessário entender algumas diretrizes básicas da harmonização.

Como harmonizar

Para ter uma boa harmonização, precisamos fazer alimento e bebida interagirem para ressaltar, esconder, atenuar ou reforçar características de sabor e aroma. Podemos chegar até ao ponto de criar um terceiro sabor com base na combinação dos dois anteriores.

Mas para que funcione, temos que primeiro observar a intensidade de cada elemento. Cervejas leves devem ser combinadas com pratos leves, assim como as intensas devem fazer par com alimentos também mais fortes. Caso essa primeira diretriz não seja levada em conta, um pode se sobressair ao outro e a harmonização se perde.

Depois, há basicamente três formas de harmonizar: por semelhança, contraste e complementação. No primeiro caso, buscamos no alimento e na bebida elementos semelhantes de sabor que possam se reforçar mutuamente. É o que se faz ao buscar cervejas de malte torrado, que lembram chocolate, como as do estilo Schwarzbier, para combinar com chocolate ao leite. A bebida já tem notas que lembram chocolate, reforçando o sabor do alimento.

A segunda forma é o contraste. Aqui se busca elementos diferentes que interajam de forma a se eliminarem mutuamente ou se reforçarem na combinação. São vários os contrastes possíveis, já que há vários tipos de sabores que interagem previsivelmente. Ao colocar uma cerveja do estilo Porter, por exemplo, com um chocolate meio amargo temos alguns deles. Além da semelhança de aromas que vimos acima, o amargor dos maltes torrados se equilibra com o dulçor do chocolate e a gordura do alimento também contrasta com o álcool e carbonatação da cerveja.

Por fim, ainda é possível trabalhar complementações. Aqui colocamos combinações possíveis e já consagradas em outras situações. Se, por exemplo, usarmos chocolate branco com uma cerveja com frutas, como uma Fruit Lambic, veremos que a acidez da cerveja, álcool e carbonatação eliminam a gordura e dulçor do alimento, fazendo com que a fruta da cerveja se ressalte e complemente a combinação.

Nossas dicas

Para você testar esses princípios, deixamos duas sugestões. A primeira é a brasileiríssima Xingu Original Black, uma cerveja escura do estilo Sweet Stout que traz notas que lembram café e principalmente chocolate ao leite. Nossa sugestão é que você harmonize por semelhança com uma bela trufa, também de chocolate ao leite.

Já a tradicional cerveja irlandesa Murphy’s Stout, uma Irish Dry Stout, tem notas de café expresso, chocolate meio amargo além de um amargor acentuado na boca. Barras de chocolate meio amargo ou mesmo um brownie de chocolate com sorvete de creme podem ficar fantásticos aqui. Além de semelhança de aromas, há um contraste entre doce e amargo, álcool e carbonatação com a gordura de um chocolate com um percentual mais alto de cacau.

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Dia da Água: biomonitoramento é destaque na HEINEKEN

Dia da Água: biomonitoramento é destaque na HEINEKEN

No dia 22 de março é comemorado o Dia Mundial da Água, a principal matéria-prima de uma cervejaria. “O Dia Mundial da Água tem uma importância muito grande para a HEINEKEN. No tempo em que a HEINEKEN está no Brasil nós lembramos e comemoramos esta data dentro da companhia. E, durante este período, elevamos a água ao status de principal insumo de uma cervejaria”, afirma João Carlos Rodrigues, gerente de Segurança e Meio Ambiente da HEINEKEN Brasil.

A cervejaria HEINEKEN se preocupa diariamente com a água e sua qualidade. Um dos principais exemplos disso é o Biomonitoramento de Água – processo lançado pela companhia em 2012, cujo principal objetivo é controlar a toxicidade da água bruta captada do Rio Paraíba do Sul, localizado na cidade de Jacareí, em São Paulo, onde está localizada uma de nossas seis unidades fabris.

Para tornar o processo ainda mais eficaz o, a cervejaria adquiriu um equipamento utilizado para detectar toxinas na água, o Toxímetro por meio de diagnóstico de imagem digital. Importado da Alemanha, ele tem como aliadas as Daphnias, microcustáceos que são sensíveis a toxicidades da água – atuando como vigilante e detector de substâncias tóxicas na água. “O Sistema de Biomonitoramento foi criado a partir de uma tese de doutorado, nos laboratórios de uma universidade alemã”, explica João.

Com o Biomonitoramento a companhia garante que a água chegue totalmente limpa e livre de toxinas no momento em que for utilizada na produção dos produtos, higienização de equipamentos, entre outros processos operacionais. Além disso, a comunidade da região também se beneficia, já que a água do rio está sendo monitorada em tempo real. “Fazemos parte do comitê de bacias, participando com dados do monitoramento da água e comunicamos o comitê e os órgãos ambientais, como o CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo” quando identificamos algum problema com a água do Rio, relata João.

João ainda esclarece que, por enquanto, apenas a fábrica de Jacareí está utilizando o equipamento. Contudo, revela que outro local está se preparando para receber o Sistema. “A fábrica de Itumbiara, localizada em Goiás, deverá instalar o processo de Biomonitoramento”.

“Somos a única empresa do setor de bebidas e alimentos que utiliza o equipamento no Brasil. É uma tecnologia de ponta. Um investimento que a HEINEKEN fez para ter os melhores padrões de qualidade e controle ambiental”, finaliza João

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Corrida e cerveja para um estilo de vida equilibrado

Corrida e cerveja para um estilo de vida equilibrado

A cerveja pode ser uma grande aliada quando apreciada de maneira responsável e moderada. Ela é rica em nutrientes, auxilia o sistema renal e também é um excelente elemento para turbinar as atividades físicas de muitos atletas, profissionais e amadores. Além disso, ela relaxa e nos acompanha nos momentos de lazer.

Portanto, não há motivos para a cerveja não fazer parte de um estilo de vida saudável. E os consumidores já descobriram isso. Existem muitos atletas hobbystas por aí gastando sola de sapato “tênis” em corridas e treinos sem abrir mão da cervejinha. Afinal, tudo é permitido quando a moderação se faz presente.

Fabíola de Cássia Almeida é uma dessas atletas cervejeiras que sempre teve a presença do esporte em sua vida. Com 18 anos conheceu a corrida e aos 23, quando voltou de um intercâmbio, começou a praticar Triathlon. “Uma amiga começou a me ‘carregar’ para corridas de rua em 2012 e desde lá não parei mais”, revela a jovem de 29 anos. E como a Engenheira Civil se considera uma “mega cervejeira”, enxerga muitas virtudes em manter os dois hobbies. Até porque, segundo define: “Sou atleta para brincar e manter a forma, não para ser uma musa fitness. E mais vale uma boa risada tomando uma cervejinha com os amigos do que a ‘nóia’ de ficar contando calorias”.

O seu hábito de consumo demonstra uma postura madura: depois de correr 10 km, ela toma uma cerveja para refrescar. E mesmo se permitindo tomar cerveja até duas ou três vezes por semana, ela fica até semanas sem ingerir álcool quando tem uma prova e quer se dedicar mais aos treinos.

Thaiz Schwartz de Simone tem um motivo a mais para cuidar da saúde: ser estudante de medicina. O esporte entrou na vida da jovem de modo inesperado, a perda da avó paterna por conta de um câncer no pâncreas e a descoberta de que a mãe estava com câncer de mama a fez mudar os hábitos. Afinal, “a genética dava grandes indícios de não estar jogando a meu favor”, relata.

Em dezembro de 2012 ela começou a praticar caminhadas e, um mês depois, se sentiu preparada para começar as corridas. E logo se apaixonou. “Posso dizer, com toda certeza, que hoje sou muito mais forte fisica e mentalmente. E a força e equilíbrio mental que adquiri com a corrida me auxiliam em diversas situações cotidianas”, destaca. E sobre a relação com a cerveja? A atleta prefere beber com moderação a deixa de consumir a preciosa bebida.

Já Nadine Reis carrega a paixão pela cerveja como profissão: ela é sommelière de cervejas. E a atividade física também tem papel de destaque na sua rotina. Corre pelo menos quatro vezes por semana e já participou de provas de 10 km. A corrida acabou obrigando-a a melhorar a alimentação e ser mais disciplinada. “Mas saber que vou tomar uma cerveja depois da atividade física é um incentivo e tanto. Então, de forma alguma a cerveja me atrapalha”, pontua.

E por falar em cerveja, a Kaiser Radler pode ser uma grande parceira para aqueles que praticam esportes. A bebida é altamente refrescante, sendo uma combinação entre cerveja e suco de limão, com apenas 2% de álcool, ideal para se consumir moderadamente após a prática esportiva.

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Bartender paulista vai representar o Brasil em concurso de chope da Heineken

Bartender paulista vai representar o Brasil em concurso de chope da Heineken

O Heineken Global Bartender 2016 vai contar com a presença da paulista Janne Righetto Castro, grande campeã da etapa nacional do concurso, que ocorreu no dia 27 de janeiro, no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo. O concurso é mundial e elege anualmente o profissional que sabe tirar com perfeição o chope Heineken®Este ano, mais de 20 países estarão representados na grande final, que ocorre no dia 19 de abril, em Amsterdã, na Holanda.

Os seis candidatos vencedores das etapas regionais estiveram na final nacional brasileira. Eles foram avaliados por jurados especialistas com base no “Star Serve”, o conjunto de cinco passos que um profissional precisa seguir para tirar o chope Heineken® perfeito. Além da técnica e maestria em tirar chope, os juízes ainda levaram em consideração a simpatia do candidato durante a performance.

A última etapa brasileira foi disputada e animada, com muita torcida – inclusive entre os colegas em disputa. Além de Janne, o evento contou com fortes competidores muito preparados: Rebeka Stefano Manente (O´Malley´s Bar – São Paulo); Daniel de Oliveira Dantas (Vikings – Rio de Janeiro); Edipo Mesquista Ortega (Txapela – Curitiba); Nauro Leandro Jobim da Silva (Joe & Leos - Porto Alegre); Simone Miranda Silva (Los Mariachis Mexican bar – Belo Horizonte); e Marcelo Barreto Junior (Sherlock´s Pub – Fortaleza).

A bartender Janne Castro conta que acabou entrando na competição regional na última hora, substituindo uma colega do Blue Pub, onde trabalha. “Eu já tirava o chope Heineken há oito anos, mas precisei aperfeiçoar ainda mais o processo para a final”, analisa.

A experiência da bartender vem de longa data. “Comecei a trabalhar como bartender quando fiz intercâmbio nos Estados Unidos em 2004. Quando voltei para o Brasil, trabalhei em outros bares e entrei no Blue Pub como garçonete em janeiro de 2008. Hoje, além de bartender, sou gerente e resolvi adotar a profissão porque gosto muito de atender os clientes”, conta. Janne também enfatiza que, mesmo sendo formada em Comércio Exterior, não pensa em trocar de profissão.

Como todos os competidores, Janne desejava o prêmio, mas não imaginava que ganharia. Mas como conseguiu aliviar a pressão da grande final? Pensando que estava atrás do balcão do Blue Pub “atendendo a um cliente com simpatia e tirando o chope perfeito”.

A preparação para a final já está encaminhada. Logo após vencer a final nacional, a campeã marcou um treinamento com o Draught Master da Heineken, Laurens Raven, que deu dicas importantes. Em 2015, o “Heineken Global Bartender Finals” reuniu em Amsterdã 18 participantes e é conhecido pelo alto nível técnico dos competidores que se diferenciam por mínimas vantagens. Um bom presságio para a brasileira é que ano passado outra mulher foi a campeã mundial: a russa Olga Lisovaia.

Se Janne pode dar uma dica especial para que o público também saiba tirar o “chope perfeito” é ter amor ao que se faz e saber regular a temperatura da chopeira para deixar o chope na temperatura certa. E, claro, seguir os cinco passos do Star Serve:

1. Enxágue correto do copo (com água fria e fresca) para deixá-lo limpo e gelado. Recomenda-se segurar o copo pela base (para mantê-lo frio e higienizado) e também nunca secá-lo com pano para evitar fibras no copo;

2. Tirar o chope com o copo inclinado a 45º para obter o colarinho ideal. O bartender deve também abrir a torneira em um único e suave movimento segurando o copo em um ângulo de 45º para que as marcas da elipse fiquem na horizontal. Ir deixando o copo lentamente na vertical e, então, feche a torneira. Por razões de higiene, a torneira nunca deve encostar na bebida;

3. O corte tira o excesso de colarinho a um ângulo de 45º para selar. Deve-se sempre usar uma espátula para remover o excesso do colarinho começando a partir do momento que o chope escorrer. A espátula deve ser mantida em água limpa e a água trocada regularmente;

4. A checagem confere se a base do colarinho está alinhada ao “ombro” da estrela. Há que se deixar o chope descansar enquanto o colarinho sobe gentilmente ao topo do copo. Para um colarinho perfeito, a medida são dois dedos ou aproximadamente 3 cm;

5. A apresentação finaliza o ritual com o serviço sendo feito sempre com a bolacha de chope Heineken e a logomarca voltada para o cliente. O bartender segura o copo pela base (por questões higiênicas) e o serve com a logomarca virada para o cliente olhando em seus olhos e sorrindo.

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SP vista do alto: 6 prédios para quem ama a cidade

SP vista do alto: 6 prédios para quem ama a cidade

Talvez seja realmente impossível ver toda a cidade de São Paulo do topo de um único prédio. Afinal, trata-se de 1,5 milhão de metros quadrados. Mas é possível tentar. A capital paulistana tem vários edifícios que ajudam a enxergar e compreender a cidade de uma forma diferente, de um novo ângulo. E todos tem uma grande história para contar.

O Mirante do Vale é um desses arranha-céus. E, inclusive, é o edifício mais alto de São Paulo com 170 metros de altura e 51 andares. O palco perfeito para a Heineken® promover a 3ª edição do Heineken Up on the Roof. É a primeira vez que o rooftop é aberto à visitação.

Desde o dia 16 de janeiro, os convidados se reúnem na cobertura para a festa com o convite para lançar um novo olhar para a cidade. O tema desse ano é “I (Heart) São Paulo”. Abaixo contamos um pouco mais sobre a história do desse e outros grandes edifícios icônicos da cidade de São Paulo que você pode visitar e fazer o mesmo.

Mirante do Vale

Inaugurado em 1966, o edifício figura entre os 200 mais altos do mundo. Já foi chamado até de Palácio Zarzur Kogan, nome adotado até 1988. Com visão privilegiada em 360º da cidade, o destaque é para a região central, podendo ser avistados os topos dos edifícios Planalto e Martinelli, que receberam as duas primeiras edições do Heineken Up On The Roof. Os viadutos do Chá e Santa Ifigênia são bastante nítidos lá de cima.

Por estar no Vale do Anhangabaú, uma região mais baixa da cidade, muitas pessoas não conhecem o título de mais alto de SP. Para conferir pessoalmente, é só acompanhar a agenda das próximas festas na página do Heineken Up On the Roof [https://www.facebook.com/HeinekenUpOnTheRoof/?fref=ts].

Endereço: Rua Brigadeiro Tobias, 118 (Centro – São Paulo/SP)

Mais informações sobre o Heineken Up On The Roof aqui.

Edifício Itália

Ele já foi o edifício mais alto da cidade e hoje ocupa a honrosa segunda colocação no ranking. Construído em 1956, o Edifício Itália tem 165 metros de altura e 44 andares. Seu ponto mais famoso é a cobertura, na qual está localizado o restaurante Terraço Itália, um dos mais charmosos endereços gastronômicos da cidade com uma deslumbrante visão 360º de São Paulo.

Seu nome vem dos escritórios e Associação Circolo Italiano, que ocupa alguns andares da construção. Fundada em abril de 1911, tinha como sede o terreno onde hoje se localiza o Edifício e representava os interesses da comunidade italiana na cidade. Porém, a Segunda Guerra Mundial paralisou as atividades da entidade e logo depois se determinou a construção de um novo edifício nesse local. Hoje é protegido pelo Patrimônio Histórico.

Endereço: Avenida Ipiranga, 344 (República - São Paulo/SP)

Horário de visitação: de segunda a sexta-feira das 16h00 às 17h00

Telefone: (11) 3256-5574

Site: http://www.edificioitalia.com.br

COPAN

Todos os projetos de Oscar Niemeyer tornam-se referência. Com o COPAN não poderia ser diferente. O edifício pode ser indicado como o mais paulistano de todos por conta da miscigenação de moradores e endereços comerciais que ocupam seus 115 metros de altura e 32 andares. Suas linhas sinuosas e elegantes recortam o céu da região central. Trata-se da maior estrutura de concreto armado do Brasil e o maior edifício residencial da América Latina, com 1.160 apartamentos, com estimados cinco mil residentes. A área comercial possui mais de 70 lojas e já abrigou até um cinema.

O COPAN foi projetado em 1951 por encomenda em razão do IV Centenário da Cidade de São Paulo - celebrado em 1954. A inspiração foi no Rockfeller Center de Nova York e por muito tempo o COPAN representou a imagem da São Paulo Moderna. Passou um tempo em decadência e desde a década de 1990, com a revitalização do Centro, o edifício voltou a atrair a atenção de novos moradores. De tão grandioso e importante, o edifício tem até CEP próprio: 01066-900.

Endereço: Avenida Ipiranga, 200 - Bloco S - Sobreloja (Bela Vista - São Paulo/SP)

Horário de funcionamento para visitação: de segunda a sexta com hora marcada por telefone

Telefone: (11) 3259-5917

Site: www.copansp.com.br

Edificio Martinelli

Cenário escolhido para a 2ª edição do Heineken Up on the Roof, o primeiro arranha-céu do Brasil, o Edifício Martinelli foi construído pelo desejo que o empresário e imigrante italiano Giuseppe Martinelli teve de deixar um legado sólido à cidade.

A construção começou em 1924 e a inauguração foi em 1929. Inicialmente previa apenas 12 andares, mas reza a lenda que a população pediu que o primeiro arranha-céu paulistano fosse mais alto. Com os apelos, dizem, o próprio Giuseppe não se colocou apenas como “fiscal da obra” e passou a ser o responsável pelo projeto arquitetônico - trabalhando até como pedreiro (ofício que ele exerceu em sua juventude na Itália).

Ao atingir 24 andares, a obra foi embargada por não desrespeitar a Lei Municipal. O assunto foi parar nos tribunais e ganhou apelo político. Depois do impasse, uma Comissão aprovou 25 andares. Mas como Giuseppe queria um prédio de 30, construiu no topo sua residência com cinco andares restantes. A entrega final do edifício ocorreu em 1934 com os 30 andares e 130 metros de altura. Até 1947 foi o maior edifício do país.

Como muitos edifícios da região central, sofreu degradações. Foi desapropriado em 1975 e reinaugurado 1979 abrigando Órgãos Municipais e endereços comerciais. Sua vista permite enxergar o Pico do Jaraguá e as antenas da Av. Paulista.

Endereços: Rua São Bento, 397 a 413 / Avenida São João, 11 a 65 / Rua Libero Badaró, 504 a 518

Horários disponíveis para visitação: Segunda a Sexta das 9h30 às 11h30 e das 14h00 às 16h00. Sábados e Domingos as visitas estão suspensas. Agendamento apenas para grupos com mais de 15 pessoas pelo telefone (11) 3104-2477 ou por formulário no site http://www.prediomartinelli.com.br

Edifício Altino Arantes – Banespa

Tido como o “Empire State Paulistano”, o Edifício Altino Arantes é mais conhecido como a “Torre do Banespa”. O arranha-céu começou a ser construído em 1939 e foi entregue em 1947 para dar ainda mais destaque à região central de São Paulo. Na época, ficava no centro também do circuito bancário da cidade e por isso foi escolhido para ser a sede do Banco do Estado de São Paulo. O edifício tem pouco mais de 161 metros de altura, 35 andares e foi tombado pelo Patrimônio Histórico da São Paulo em 2011.

Seu projeto arquitetônico de fato se inspirou no Empire State Building de Nova York, que é um dos mais altos e famosos edifícios do mundo. Foi por quase duas décadas o edifício mais alto da cidade e seu topo permite visão de até 40 km de distância, possibilitando paisagens como a Serra do Mar. A visitação já chegou a ter média de cinco mil pessoas por mês, mas hoje está suspensa por conta de obras de melhoria da sua estrutura interna.

Endereço: Rua João Brícola, 24 (Centro - São Paulo/SP)

Telefone: (11) 3249-7180

Hotel Unique

Fachada com ousadas curvas que sugerem formato de um barco às margens da Avenida Brigadeiro Luís Antônio. Esse é o Hotel Unique, que abriga quase 100 apartamentos e oferece ao público o restaurante Skye no seu topo. E é desse rooftop que se pode ter uma visão especialíssima da região dos Jardins, da Av. Paulista e também do Parque do Ibirapuera. O projeto arquitetônico tem a assinatura de Ruy Ohtake e o edifício foi inaugurado em 2003, sendo o mais moderno dos citados.

Ele não é dos mais altos - foi edificado em uma região com restrições para construção. Mas certamente é um dos mais destacados e charmosos com seus 25 metros de altura.

Restaurante Skye

Endereço: Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 4700 - Hotel Unique - 8º andar (Jardim Paulista - São Paulo/SP)

Telefone: (11) 3055 4702 ou (11) 3055 4700

Site: http://www.hotelunique.com

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7 dicas para um Carnaval de consumo consciente

7 dicas para um Carnaval de consumo consciente

Este ano o carnaval será entre 6 e 9 de fevereiro. Mas sempre é possível começar um pouco antes e esticar até a quarta-feira de cinzas. Também é possível se divertir muito, curtir, brincar e paquerar à vontade, seja nos sambódromos ou na rua. Mas para desfrutar de tudo isso, só o que não pode é exagerar na bebida.

Quem bebe de forma consciente aproveita mais, se diverte mais e mantém a saúde, aproveitando os benefícios da bebida e o momento de uma forma relaxada e responsável.

Quer saber como curtir um Carnaval consciente? Listamos abaixo algumas dicas importantes para garantir uma ótima folia.

1 – Álcool e direção não dá samba

Nunca é demais frisar: nunca se deve beber antes de dirigir. Além disso, durante a folia e no pré-Carnaval, quando há blocos, muitas ruas ficam interditadas, tornando os trajetos difíceis e estacionar ainda mais impossível. Procure usar o transporte coletivo ou táxi para poder curtir sem preocupações.

2 – Não se esqueça de beber água

A água é uma das maiores aliadas quando o assunto é o cuidado com a saúde. Ainda mais em um evento como o Carnaval, seja na rua ou em festas particulares. O consumo de bebida alcoólica acelera a perda de líquidos do organismo. Além disso, pulando e dançando, desidratamos ainda mais. Por isso, recomenda-se a ingestão de um copo de água para cada lata de cerveja consumida. Só vai fazer bem!

3 – Misturar Bebidas: Nota 0 em harmonia

Não se deve misturar bebidas alcoólicas diferentes durante o consumo. Essa prática pode fazer com que o folião “perca a medida” e até causar problemas sérios. Além disso, nas barraquinhas de rua a higiene deve ser sempre verificada caso opte por consumir drinks.

4 – Não deixe de comer

Outra dica importante que deve sempre ficar em mente: alimente-se bem. Quando nos alimentamos bem, reduzimos a absorção do álcool pelo estômago e com a sensação de saciedade temos menos vontade de beber. Uma boa dica é evitar alimentos muito salgados que potencializam a desidratação. E como durante o Carnaval a festa rola durante o todo o dia, o ideal também é ingerir refeições leves e saudáveis. Barrinhas de cereal, frutas e sanduíches leves também vão muito bem nos intervalos, que podem ser programados para garantir aquele “gás” a mais e prolongar a curtição.

5 – Esteja disposto

Para ter um dia de diversão ainda mais bacana é sempre bom garantir uma boa noite de sono. Ainda mais quando o folião quer ingerir bebida alcoólica. Se o organismo estiver mais preguiçoso, o fígado fica menos eficiente para processar a bebida. E há outro detalhe importante: durante o Carnaval ficamos muito tempo de pé andando por longos percursos, dançando e brincando – o que torna vital a necessidade de estar fisicamente inteiro para não atravessar o samba.

6 – Consumo moderado

Beber menos é mais. Mais diversão, disposição, curtição. Por isso, diminua o volume e aumente a resistência para chegar bem ao fim do dia. Além disso, o consumo moderado aumenta nosso controle emocional e evita problemas, como atritos e brigas. Carnaval é alegria!

7 – Fique atento aos seus pertences

Mais um motivo para beber de forma consciente. Quando a pessoa passa do ponto na bebida acaba perdendo o reflexo e a atenção. E em aglomeração pode perder seus pertences ou até ser roubado.

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Curiosidades
O Carnaval de São Paulo tem mais sabor com Amstel

O Carnaval de São Paulo tem mais sabor com Amstel

Nos quatro cantos do país os foliões já começaram a curtir o Carnaval. A cidade de São Paulo, em especial, está presenciando o ressurgimento do movimento dos blocos de rua e em 2016 a cerveja Amstel estará presente nessa festa como Cerveja Oficial do Carnaval de Rua de São Paulo.

Leve, saborosa e refrescante, a Amstel é a primeira cerveja a ser patrocinadora do evento na capital paulista. Confira alguns dos mais de 350 blocos de rua que vão fazer a alegria dos foliões neste feriado.

Bloco Tarado Ni Você

O cantor Caetano Veloso é o homenageado do Bloco Tarado Ni Você. O conjunto nasceu em Sampa como convite para que os foliões redescubram a cidade revivendo também o carnaval de marchinhas - explorando a discografia de Caetano. O primeiro bloco de rua que homenageia o cantor não poderia deixar de ter a esquina das avenidas Ipiranga e São João como ponto de concentração dos foliões.

SERVIÇO – Apresentação no dia 06/02 a partir das 15h00, com concentração na esquina das Avenidas Ipiranga com a São João (Centro – São Paulo/SP)

Bloco Esfarrapado

Um dos mais antigos e tradicionais blocos de São Paulo, o Esfarrapado reúne pessoas de todas as idades que caem no samba com músicas de autoria de Escolas de Samba da cidade. O bloco teve origem no Bixiga e ainda hoje percorre as ruas do bairro. O nome Esfarrapado faz menção ao início do bloco, que tinha componentes que pulavam o Carnaval com fantasias improvisadas, feitas de retalhos ou peças de roupas velhas. A concentração oficial acontece com banda de fanfarra na confluência das esquinas das Ruas Treze de Maio e Conselheiro Carrão.

SERVIÇO – O bloco se apresenta no dia 08/02 a partir das 10h00 no Bixiga com concentração na Rua Conselheiro Carrão ao longo do trajeto que passa pelas ruas Almirante Marques Leão, Uma, Rocha, pela Praça 14 Bis, pelas ruas Manoel Dutra, Maria José, pela Avenida Brigadeiro Luís Antônio, pelas ruas Major Diogo, Santo Antônio e Treze de Maio.

Bloco Tô de Bowie

Se é no Carnaval que os sons e estilos se misturam, nada melhor do que encerrarmos este guia com o bloco que homenageia David Bowie, o “camaleão do rock”, falecido em 10 de janeiro. O bloco surge como opção ideal para que os fãs do músico caiam na folia fazendo uma homenagem ao cantor. O bloco promete reunir público fantasiado como o cantor que poderão curtir as músicas clássicas do artista com a batida do carnaval.

SERVIÇO – O bloco se apresenta no dia 09/02 a partir das 15h00 no bairro de Santa Cecília com concentração ainda não informada

Bloco Vou de Táxi

O bloco “Vou de Táxi”, criado em 2014, vem com a proposta de fechar o carnaval paulistano e apresentará hits dos anos 90, como o grupo Balão Mágico, Xuxa e Sérgio Mallandro.

Além de muita música, o bloco contará também com a banda Cubo Mágico, que toca tudo dos anos 90, os DJs Denis Romani; e baterias convidadas.

SERVIÇO – O bloco se apresenta no dia 14/02 a partir das 11h00 na Faria Lima

Além dos blocos, durante o carnaval a marca está promovendo alguns pontos de encontro para os foliões, oferecendo wi-fi grátis em 10 bares estrategicamente localizados onde a festa acontece. Confira abaixo a lista de bares:

1. O Pasquim Bar e Prosa - R. Aspicuelta, 524 – ALTO DE PINHEIROS

2. Noname Boteco - R. dos Pinheiros, 585 – PINHEIROS

3. Tribunal - R. Jericó, 15 – SUMAREZINHO

4. Peixaria Bar - R. Inácio Pereira da Rocha, 112 – VILA MADALENA

5. Violeta – Rua Matias Aires, 96 – CONSOLAÇÃO

6. Mr. Cult – Praça Franklin Roosevelt, 100 – CONSOLAÇÃO

7. Ibotirama - Rua Augusta, 1236 – CONSOLAÇÃO

8. Bar de Vidro - Av. Álvaro Machado Pedrosa, 476 – PARADA INGLESA

9. Famoso Bar do Justo - Rua Alferes Magalhães, 25 – SANTANA

10. Bar do Alemão - Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, 134 – FREGUESIA DO Ó

Para mais informações do Carnaval de Rua de São Paulo acesse:

www.carnavalderua.prefeitura.sp.gov.br

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Sua garrafa de cerveja de roupa nova

Sua garrafa de cerveja de roupa nova

A sustentabilidade é um tema que vem ganhando cada vez mais destaque em nossas vidas. A HEINEKEN possui uma série de ações e diretrizes globais (link http://www.heinekenbrasil.com.br/?A-cervejaria-mais-verde-do-mundo) voltadas para economia de água, reciclagem de materiais, emissão de C02, entre outras, mas é importante que cada consumidor possa também ajudar na construção de um mundo melhor.

Uma boa forma é reduzindo a geração de lixo para o meio ambiente. Você pode fazer isso reaproveitando e dando novos usos para objetos que antes você jogaria fora, como as garrafas de vidro que guardam nossa preciosa cerveja. Elas podem ganhar novas formas de utilização e virar objetos de decoração, de utilidade doméstica e muito mais!

Aprenda como transformar a sua garrafa - vazia de líquido, porém cheia de utilidade para o seu lar.

Vasinhos feitos de garrafas

Talvez o jeito mais simples de reutilizar suas garrafas é transformá-las em vasinhos para flores. A transformação é bem simples: basta tirar o rótulo da garrafa e decorá-la com fitas, barbantes coloridos, rendas e, claro, as flores.

O resultado é lindo e você pode até misturar alguns estilos e formatos diferente de garrafas para criar uma decoração autêntica e delicada

Porta relógios e pulseiras

Porque não aproveitar a garrafa para organizar bijuterias e relógios? O formato é ideal para isso! Para aqueles que quiserem customizar, podem envolve-la com cordas coloridas, cadarços e linhas. No final, além de ajudar a deixar suas coisas organizadas, você terá objetos que ajudarão a compor a decoração da sua casa.

Porta recados / fotos

A garrafinha long neck também pode ser colocada na mesa de trabalho ou de casa para ajudar o cervejeiro a não se esquecer dos seus compromissos! Para produzir esse porta-recados, é preciso encher o fundo da garrafa com pedrinhas ou areia que farão a sustentação do arame para segurar os recados. Após formar essa base, enrole uma das pontas do arame em um “caracol” que permitirá o encaixe de folhas de papel e até mesmo fotos. A outra ponta basta espetar na areia do fundo da garrafa e voilá. Um único objeto com pelo menos duas funções!

Porta sabonete líquido

Até mesmo o banheiro pode ganhar uma cara mais cervejeira e sustentável! É só selecionar uma garrafa long neck bem lavada, encher com seu sabonete preferido e inserir uma bomba com cano mais longo e rosca compatível com o tamanho do gargalo da garrafa. Os amigos com certeza adorarão a ideia!

Mesinha de apoio

Sim! Até uma mesinha é possível fazer com suas garrafas antigas e é algo bastante simples! Basta separar 5 ou mais garrafas vazias e organizá-las da maneira que preferir. Para mantê-las juntas e formar a base da mesa, você pode usar fitas, barbante ou até cola quente. Você pode utilizar as garrafas em pé ou de ponta cabeça e fixar, também com cola quente, o tampo que preferir sobre elas, certificando-se de que ele não é muito pesado.

Reciclar e ganhar desconto!

Se você não tem muito jeito com ideias de “faça você mesmo”, há ainda muitas maneiras de contribuir com o meio-ambiente na hora de descartar suas garrafas!

Lembre-se sempre de separá-las para a coleta seletiva de lixo, destinando-as à reciclagem!

E se você é morador da cidade de São Paulo, pode ainda participar da ação Green Tuesday, promovida pela HEINEKEN! Toda terça –feira, até dia 02 de fevereiro, lojas do Pão de Açúcar os clientes maiores de 18 anos que apresentarem 12 embalagens vazias (latas e long necks) de qualquer marca de cerveja receberão um voucher de 30% de desconto na compra de outras 12 unidades iguais (latas 350ml ou 12 long necks de 250ml/ 355ml) da marca Heineken. Consulte o regulamento e participe (www.heinekenbrasil.com.br/RegulamentoGreenTuesday)

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Turismo e cerveja: Sydney, a cidade onde o ano chega primeiro

Turismo e cerveja: Sydney, a cidade onde o ano chega primeiro

Depois de aproveitarmos o que tem de melhor em termos cervejeiros na cidade de Amsterdam, chegou a vez de visitarmos Sidney, a primeira capital do planeta a entrar no ano novo!

Sydney é uma das cidades mais visitadas e belas de todo o mundo! Localizada na costa sudeste da Austrália, tem como principal ponto turístico sua orla, mundialmente conhecida pelo Opera House, local inaugurado em 1973 que virou ícone da cidade.

O destino também é famoso por outras belezas arquitetônicas, como a famosa Harbour Bridge, inaugurada em 1932, além das incríveis belezas naturais, como as praias localizadas entre Coongee e Bond, ligadas por uma trilha suspensa de 6km que não pode ficar de fora de nenhum roteiro.

A vida noturna e gastronômica da cidade também é muito rica e é claro que não podíamos falar de outra coisa além de lugares incríveis para se degustar uma boa cerveja.

Confira nossas dicas sobre onde curtir a sua Heineken® por lá.

The Glenmore

Construído no começo dos anos 1920, o Hotel Glenmore ainda é um ícone australiano. Este é um dos últimos edifícios com a estrutura antiga dos imóveis da região portuária. O visual do espaço remete ao estilo inglês de construção e lembra a estrutura de um antigo galpão industrial. O bar é muito badalado e do seu topo o público vê de camarote a Ópera House. Por dentro o toque informal de um clássico pub se mistura a um ar mais clássico - com direito a mesa de bilhar - em ambientes acarpetados e românticos. Aquele pub para curtir sem pressa.

ARIA Restaurante

O premiado restaurante ARIA, oferece aos seus clientes - desde 1999 - pratos com toque de alta gastronomia. E as produções da cozinha ganham ainda mais destaque com o cenário onde são servidas: um salão elegante, à luz de velas com uma vista privilegiada para a região da Ópera House.

ALPHA Restaurante [http://www.alpharestaurant.com.au/]

Um pedaço da Grécia em Sydney. Este é o restaurante ALFA, que apresenta todo o sabor da culinária helênica neoclássica. Ou seja: o turista encontra toda a descontração e todo o acolhimento que são típicos do povo grego enquanto se aprecia os sabores dos pratos. Um clima como este não é nada mal para iniciar o ano.

The Australian Youth Hotel

Opção para passeios durante o dia, o The Australian Youth Hotel é uma boa para os cervejeiros. Afinal, há na casa até um Beergarden a céu aberto para você apreciar sua cerveja enquanto se refresca também pela brisa do vento embaixo de uma figueira centenária. Este bar surgiu em 1857 e ainda mantém muitas referências da sua infraestrutura original. A programação esportiva também se faz presente na agenda do local.

New Hampton [http://newhampton.com.au]

O New Hampton é para quem quer apenas sentar em um local agradável e tomar sua cerveja. O ambiente rústico sugere clima informal e descontraído para os turistas caírem na noite. Os habitués da casa são jovens moderninhos e também uma clientela mais madura, que dividem as mesas e o balcão na maior alegria.

Pumphouse

Construído em 1891, a Pumphouse teve como primeira função servir como estação de bombeamento de água, que ajudava na geração de energia da cidade. Muitos anos depois sua missão chegou ao fim, o imóvel ficou obsoleto e quase foi demolido. Até que o Conselho do Patrimônio de Nova Gales do Sul (Heritage Council of New South Wales) entrou na jogada e restaurou o local, onde hoje funciona um brewpub. Elegância e informalidade ditam a atmosfera do lugar, que serve inúmeras opções gastronômicas clássicas de bares: hambúrguer, pizza, sanduíches entre outras delícias. Curtir sua Heineken® na varanda à frente da casa pode ser muito interessante.

360 Bar and Dining

Já que voamos até o outro lado do mundo, nada mais justo do que desfrutar de uma vista panorâmica da cidade. Por isso, indicamos um dos endereços gastronômicos mais famosos: o 360 Bar and Dining. A casa, como o próprio nome sugere, fica no topo da Sydney Tower e vai girando em torno do seu eixo oferecendo aos seus clientes vista completa da cidade. Uma volta completa é realizada a cada 1 hora e 20 minutos.

A casa funciona tanto como bar quanto como restaurante. Uma excelente ideia é chegar no fim da tarde e apreciar o pôr do sol.

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Vai viajar? Confira dicas para transportar e armazenar a cerveja durante a viagem

Vai viajar? Confira dicas para transportar e armazenar a cerveja durante a viagem

Ah, o verão! Nad melhor do que aproveitar essa época para viajar o máximo que puder e aproveitar as belas praias do nosso litoral! E tão importante quanto revisar o carro e fechar o gás da cozinha antes de viajar é garantir a presença de Heineken® na sua viagem!

Para não correr o risco de ficar sem a verdinha, muita gente tem aderido à pratica de comprar e transportar a própria cerveja até o destino, seja ele praia ou interior. No entanto, poucos sabem que a cerveja é um produto sensível e precisa de cuidados especiais para que chegue com o sabor preservado no final da viagem.

Para ajudar você nessa tarefa, preparamos algumas dicas para evitar os principais vilões da qualidade da cerveja. Confira:

Inimigo número 1: choques físicos

Ao transportar a cerveja, procure evitar que as garrafas fiquem batendo dentro de caixas ou entre elas. Os choques físicos podem forçar a liberação do gás-carbônico ou até mesmo alterar características de sabor e aparência do produto. Evite colocar as garrafas na porta da geladeira, para que elas não fiquem chacoalhando.

Inimigo número 2: oxigênio

Mantenha as garrafas e latas sempre na vertical. Assim, o espaço de contado da bebida com o oxigênio dentro da embalagem é menor, evitando o desenvolvimento de sabores desagradáveis. Isso vale tanto para o transporte quanto para o armazenamento. Na geladeira, não tente economizar espaço deixando-as “deitadas”.

Inimigos número 3: luz

A cerveja tem componentes que são fotossensíveis. O contato com a luz intensa ou direta, seja do sol ou artificial, também pode trazer sabores desagradáveis. Evite ao máximo que as latas e garrafas fiquem expostas ao tempo ou ao sol, para não gerar esse tipo de deterioração. Ao levar sua cerveja para a praia, prefira embalagens térmicas vedadas.

Inimigos número 4: choques térmicos

Usar embalagens térmicas também ajuda a evitar choques térmicos. No transporte ou armazenamento, procure deixa-las em locais frescos - se for possível, transporte as bebidas já no gelo.

E uma vez gelada, mantenha a bebida assim até o momento do consumo. Evite colocar e tirar do resfriamento repetidas vezes ou – novamente - armazenar na porta da geladeira, local mais exposto à variação térmica. Na hora de levar para a praia ou para o campo, dê preferência às caixas térmicas com gelo.

Seguindo esses procedimentos, esse e outros feriados serão ainda mais gostosos!

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Música e cerveja brasileira em harmonia

Música e cerveja brasileira em harmonia

O consumo de cerveja está muito ligado aos momentos de descontração e relaxamento. Essa vocação natural da bebida faz, há tempos, uma ótima tabelinha com a música. Ou seja, onde tem música boa a cerveja também se faz presente. Por vezes, até mesmo nas letras de grandes canções da música brasileira. Pensando nisso, listamos grandes hits da música popular nos quais a nossa bebida favorita entra em cena.

Chuva, Suor e Cerveja

Composta por Caetano Veloso em 1971, esta simpática marchinha de carnaval faz parte do disco “O carnaval de Caetano”. A canção narra o momento em que um folião mais animado, depois de tanta festança, pede ajuda para sua amada para não perder a cabeça. Dessa forma, a moça não podia esquecer e se perder do rapaz, tampouco desaparecer da folia. E enquanto a chuva começava a cair o casal aproveitava para ter um momento de romance. Misturando assim “Chuva, Suor e Cerveja”. O romance, inclusive, só poderia parar em um único local: a porta da igreja.

Feijoada Completa

Um dos maiores clássicos em toda roda de samba, a música “Feijoada Completa” foi composta por Chico Buarque para o álbum que levou o seu nome e foi lançado em 1978. O disco ainda carregava muitas críticas políticas à ditadura, como grandes hinos daquele momento do país: “Cálice” e “Apesar de você”. Mas houve espaço para um momento de descontração com esta música que narra com perfeição o ambiente de muitas casas brasileiras quando há uma festa de última hora.

O eu lírico – seguramente um homem – avisa a mulher que a casa logo ficaria cheia de amigos que chegariam para conversar. Só que a fome e a sede da moçada iriam demandar que a dona da casa colocasse mais água no feijão e a cerveja para gelar. A informalidade sempre presente no consumo de cerveja também é exposta na letra. “(...) Mulher, não vá se afobar / Não tem que pôr a mesa e nem dar lugar / Ponha os pratos no chão e o chão ta posto / E prepare as linguiças pro tira-gosto / Uca, açúcar, cumbuca de gelo, limão / E vamos botar água no feijão”. Uma festa como esta, seguramente não teria hora para acabar.

E vamos à luta

Composta em 1980, esta canção ainda soa muito atual. Afinal, o que Gonzaguinha conseguiu com essa composição foi eternizar um hino para a juventude do país. Na época, o país ainda passava pela ditadura e esta música surgiu como um elemento para aumentar a força dos jovens. “Eu acredito é na rapaziada / Que segue em frente e segura o rojão / Eu ponho fé é na fé da moçada / Que não foge da fera e enfrenta o leão” compõem os primeiros versos da composição.

A cerveja é lembrada quando Gonzaguinha destaca o brasileiro que sai da batalha, entra no botequim, pede uma cerva gelada e ainda agita uma batucada na mesa. Desse modo, ele demonstrava ter crença na mocidade que constrói a manhã desejada, sabendo que esse é um jogo duro e, apesar dos pesares, ainda se orgulham de serem brasileiros.

Meu Lugar

Grande nome da história recente do samba, Arlindo Cruz compôs a canção “Meu Lugar” em 2012. E esta é mais uma daquelas canções cheias de positividade e esperanças por um mundo melhor. Nela, o compositor destaca que seu lugar ideal é cercado de luta e suor, com esperança num mundo melhor e cerveja para comemorar. Mas ao contrário da marchinha de Caetano, neste caso o suor representa o homem que batalha pelo sustento da família, e a cerveja surge como um merecido prêmio. Mais à frente, Arlindo revela que seu lugar ideal é em Madureira - simpático bairro carioca.

E onde é o seu lugar ideal, amigo leitor?

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 A história de petiscos que combinam com cerveja

A história de petiscos que combinam com cerveja

A chegada do fim do ano traz ainda mais motivos para a confraternização com familiares e amigos. Se não pode faltar cerveja, também não dá para esquecer dos petiscos, como as coxinhas, o pastel e o escondidinho. Esses deliciosos quitutes harmonizam com cerveja e muita descontração. Mas de onde eles vêm? Fomos atrás das histórias dos famosos acepipes que você tanto gosta. Confira!

A brasileiríssima coxinha

Talvez seja a mais unânime na preferência dos brasileiros. Com DNA originalmente verde a amarelo, a coxinha tem algumas histórias para explicar sua origem. A autora Roberta Malta Saldanha publicou em seu livro “Histórias, Lendas e Curiosidades da Gastronomia” o relato considerado por muitos como o mais verídico. Por isso, voltemos ao Regime Imperial do Brasil.

O livro diz que a coxinha nasceu de um capricho do filho da Princesa Isabel com o Conde d’Eu. O garoto vivia muito isolado - lhe atribuíam problemas mentais - em Limeira, no interior de São Paulo. Entre suas comidas preferidas estavam as coxinhas de galinha.

Mas houve um certo dia que a cozinheira da família percebeu que não teria coxas o suficiente para alimentar a criança e resolveu arriscar em um preparo novo. Desfiou um frango inteiro e embrulhou a carne em uma massa à base de farinha e batata. E foi um sucesso. Tanto que até a Imperatriz Tereza Cristina foi à fazenda para provar o quitute e mandou que a receita fosse levada ao Mestre da Cozinha Imperial, que passou a preparar a iguaria, servida nos eventos da realeza.

Ao longo do tempo a coxinha ganhou novos ingredientes. Na mais recente onda dos food trucks, houve até receitas com recheios doces.

No entanto, uma polêmica prevalece até os dias de hoje. Qual é o jeito certo de comer coxinha? Uns optam por dar a primeira mordida na parte mais “gordinha” e recheada. Outros preferem começar pela pontinha crocante. Independente disso, em ambos os casos, a cerveja Amstel é a pedida perfeita para combinar com o petisco.

Pastel: o quitute com sotaque paulistano

O petisco mais paulistano do boteco. É assim que podemos apresentar o tão querido pastel. Naturalmente, o pastel também tem sua origem envolta a incertezas.

Uma linha de pensamento concede à Ásia a maternidade do petisco, resultado da mistura do Rolinho Primavera (Harumaki) da culinária chinesa com o Gyosa da cozinha japonesa. Ele teria chego ao Brasil junto com os imigrantes japoneses e chineses no pós-guerra, aproximadamente em 1940. A receita foi então adaptada com ingredientes nacionais.

Outras das prováveis origens nos levam à Europa. Uma diz que povos da Idade Média já preparavam massas recheadas que eram levadas ao forno. Em outra, sua origem acontece na Península Ibérica (Portugal e Espanha), onde há relatos de que essa massa passou a ser frita.

Com inúmeros recheios e formatos, o pastel também tem a cara de São Paulo. Afinal, quem nunca escutou alguém chamar o garçom e pedir “dois pastel e um chopes”?! E por falar em cerveja, que tal experimentar essa iguaria com a Heineken®?

O charmoso escondidinho

Recheado de sabor e “sustância”, temos o simpático escondidinho. A versão mais popular no Brasil é de carne seca, que tem raízes no Nordeste do país. E teria sido por lá que o acepipe ganhou fama e se espalhou pelo Brasil. No entanto, sua origem seria francesa e com o nome Hachis Parmentier. Nesse prato eram usadas sobras de carne de panela ou de carne assada no forno como recheio. Seja qual for o tipo de carne do recheio, vale experimentar com o Xingu Red, perfeita para combinações desse tipo.

E você? Como costuma apreciar seus petiscos?

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Aproveite o happy hour com Heineken®

Aproveite o happy hour com Heineken®

O horário de verão chegou! Essa medida antecipa em alguns meses aquele que é, para alguns, o período mais aguardado do ano: o verão.

Uma hora a mais de sol é uma hora a mais de happy hour. Uma ótima oportunidade para sair do trabalho rumo a um bar bacana e desfrutar de uma boa cerveja.

Por isso, cervejeiros e cervejeiras, selecionamos alguns dos bares mais bacanas de São Paulo, onde vocês podem pendurar o paletó e a bolsa na cadeira e relaxar depois de um produtivo dia de trabalho com cervejas do portfólio HEINEKEN. E é claro que no dia do happy hour o carro deve ficar na garagem e a moderação deve estar presente.

O’Malley’s

Um dos pubs mais tradicionais de São Paulo, o O’Malley’s é, desde 1986, reduto de cervejeiros, que encontram na casa o clima clássico dos pubs irlandeses. O bar conta com estrutura de espaço tanto para os fãs do balcão quanto para quem gosta de sentar à mesa e deixar o papo rolar solto. Há ainda uma pequena pista onde fica o palco para as bandas e também uma mesa de bilhar no local, bastante informal e extremamente agradável. Endereço: Alameda Itú, 1529
Telefone: (11) 3086-0780

The Blue Pub


Em operação desde 2008, a casa abriu as portas com o objetivo de ser local de integração entre brasileiros e gringos, para que pudessem se sentir em casa enquanto curtem o convidativo clima dos tradicionais pubs londrinos. Inclusive, para a casa, no pub não existem estranhos, “apenas amigos que você ainda não conhece”.

O pub também é a pedida para quem gosta de degustar uma cerveja enquanto acompanha os lances da programação esportiva – incluindo os jogos da UEFA Champions League. Bandas costumam embalar a noite por lá, com destaque para o rock e suas vertentes.

Endereço: Alameda Ribeirão Preto, 384

Telefone: (11) 3284-8338 / 2609-8233

The Garden Sushi Bar & Grill

Um verdadeiro convite para o relaxamento em meio a um ambiente naturalmente aconchegante. Este é o The Garden Sushi Bar & Grill, que oferece aos seus clientes um espaço com muito verde e um amplo deck para que você possa curtir o sol no final da tarde. O cardápio da casa ainda oferece uma pedida diferente para o happy hour: a culinária japonesa, mesclando com os brasileiríssimos espetinhos - inclusive com opções vegetarianas.

Endereço: Av. Eng. Luis Gomes Cardim Sangirardi, 20

Telefone: (11) 5082-2520

Sr. Pitanga

Com decoração que sugere ares mais sofisticados para o happy hour, o Sr. Pitanga é uma casa que mescla a proposta de bar, restaurante e balada. Então é a pedida para os amigos que gostam de prolongar um pouco mais a noite. O bar foi instalado em um sobrado que oferece, além de uma varanda no andar de cima, uma área ao ar livre no piso inferior. Aí é só se acomodar e pedir seu chope Heineken® junto com os amigos!

Endereço: Rua Tabapuã, 1446

Telefone: (11) 2548-9554 / 2548-9575

Deck Lounge Bar

Com clima mais refinado, este bar da Mooca oferece ambiente muito confortável para o happy hour, tendo dois mini lounges, onde se pode sentar em sofás e deixar a conversa rolar. A casa está em operação desde 2012. Sua área interna possui decoração contemporânea e aconchegante, com um grande deck cercado de verde na área externa. Há também mesas na calçada, onde se pode curtir ainda mais a claridade do horário de verão.

Endereço: Rua Isabel Dias, 89

Telefone: (11) 2021-2055

Umbabarauma

O local para o brazilian way of happy hour. Este é o Umbabarauma que, inspirado pela famosa música de Jorge Ben Jor, apresenta aos seus clientes o clima caseiro até na gastronomia - a casa oferece opções de comidas típicas dos botecos brazucas.

O colorido sobrado propõe ser o novo ponto de encontro da Vila Madalena, com programação musical ao vivo que leva jazz, rodas de samba e choro e diversos outros ritmos aos seus clientes. Um dos destaques é o agradável terraço para aproveitarem o clima do verão.

Endereço: Rua Rodésia, 128

Telefone: (11) 3360-8511

Vila Seu Justino

Com elementos de decoração que mesclam traços rústicos e contemporâneos, o Vila Seu Justino é um bar que surgiu da ideia de um grupo de amigos. Eles queriam um lugar que tivesse o mesmo clima das suas reuniões em casa, onde jogavam sinuca e se divertiam. O sucesso fez com que o projeto tivesse que ser revisto e ampliado, ocupando agora um espaço maior na Vila Madalena. Nesse badalado point, é possível curtir em um lounge mais reservado ou em uma área de salão com mesas a céu aberto.

Endereço: Rua Harmonia, 77

Telefone: (11) 2305-0140

Jet Lag Pub

E por falar em trocar de horário em razão do horário de verão, não poderíamos deixar de mencionar o Jet Lag Pub. O bar tem decoração toda inspirada em elementos aeronáuticos. Lá você pode ajustar os ponteiros depois de um longo dia de trabalho – incluindo os profissionais da aviação que ganham descontos. A casa conta também com apresentações de bandas e DJs.

Endereço: Rua da Consolação, 3032

Telefone: (11) 5103-1400

Tribeca Pub

Com ar mais intimista, o Tribeca Pub oferece aos seus clientes um ambiente rústico e acolhedor. A missão? Tornar o seu happy hour um momento sublime para o relaxamento depois do trabalho. A casa dispõe também de mesas com sofá, para que você e seus amigos fiquem confortavelmente curtindo o final do dia. Logo na entrada há algumas mesas a céu aberto.

Endereço: Rua Ramos Batista, 378

Telefone: (11) 3473-1516

Bar do Ton

Com ambiente típico de boteco, o Bar do Ton fica no coração da Pompéia e está em operação desde 2008. A casa também oferece mesas na calçada, para que você possa curtir as horas a mais de sol enquanto toma seu chope Heineken®. Uma companhia perfeita para um papo com os amigos degustando as opções de petiscos do local.

Endereço: Rua Dr. Augusto de Miranda, 711

Telefone: (11) 3232-1213

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Nômades digitais: casal usa a tecnologia para viajar o mundo sem deixar de trabalhar

Nômades digitais: casal usa a tecnologia para viajar o mundo sem deixar de trabalhar

O ser humano é curioso. Faz parte da sua natureza querer desbravar e conhecer os quatro cantos do mundo - talvez um resquício do passado nômade. No entanto, se antigamente o maior problema para realizar esse sonho era o medo do desconhecido, hoje a preocupação é outra: o emprego.

É necessário trabalhar, sem dúvida. No entanto, apesar do modelo assalariado oferecer certa segurança e estabilidade, ele pode prender as pessoas a um local e uma rotina. E para uma parcela da população com esse “espírito livre” mais aflorado, isso é motivo de muita frustração.

É o caso da ex-professora de inglês Jaqueline Barbosa e do ex-publicitário Eme Viegas, casal que hoje tem uma bem sucedida trajetória na internet com os blogs Casal Sem Vergonha, Hypeness e Nômades Digitais. “Quando começamos a namorar estávamos muito frustrados com as nossas carreiras. Tínhamos trabalhos legais, salários bacanas, mas sentíamos que faltava algo”, diz Jaqueline.

O que faltava era a liberdade. E eles decidiram viajar o mundo, mas sem deixar de trabalhar. Como? Usando a tecnologia a favor deles. Assim nasceu o embrião do blog Nômades Digitais, que defende esse modelo de trabalho remoto. Confira uma entrevista na qual o casal conta como conseguiu essa façanha.

Como surgiu a ideia de largar tudo rodar o mundo atrás de experiências novas?

Lembro exatamente do dia em que o Eme me disse: “Eu tenho um amigo que tem um blog e trabalha viajando. Leva o trabalho no seu laptop”. Nesse dia um novo universo se abriu pra mim. Nessa época, seis anos atrás, nem conhecíamos o termo “nômades digitais”, mas sabíamos que era esse estilo de vida que queríamos ter.

E como começaram a se organizar para isso?

A partir daí criamos a nossa empresa. E de modo que ela funcionasse remotamente. Assim nasceu o Hypeness, o Casal Sem Vergonha e depois o Nômades Digitais. Hoje os sites somam 12 milhões de leitores por mês e temos 20 colaboradores no time, sendo que cada um trabalha de um lugar do mundo.

O que é ser um nômade digital?

Ao contrário do que pensam, ser um nômade digital não implica diretamente em ficar pulando de lugar em lugar para sempre estar viajando. Até porque essa ideia é fantasiosa e não duraria muito tempo na prática. O nomadismo digital é um estilo de trabalho que te permite estar onde você gostaria de estar.

E como são os períodos em que estão em cada cidade?

Chegamos a ficar dois anos em uma agrovila em Ilhabela. A ideia era passar dois meses lá, mas gostamos tanto que fomos ficando, ficando… Depois, quando sentimos vontade de sair, fomos para a Europa. Passamos 12 meses viajando por 12 cidades e agora estamos em Florianópolis (Santa Catarina). Vamos ficar aqui pelo tempo que sentirmos vontade. Essa é a grande sacada do nomadismo digital. Porque se tentarmos impor uma obrigação de viajar o tempo todo, o que era liberdade passa a ser uma nova prisão, e essa não é a ideia.

Quais são os prós e os contras de adotarem esse novo estilo de vida?

Dentre os prós contam a flexibilidade de horário, conhecer o lifestyle das cidades mais profundamente, não precisar esperar para curtir a vida só na sua aposentadoria e morar nas cidades de sua preferência sem precisar ficar procurando emprego. E fazemos isso hoje ganhando mais dinheiro do que quando estávamos no escritório. Inclusive, muita gente nos escreve dizendo que gostaria de morar fora do Brasil, mas que não gostaria de trabalhar num “subemprego” ou fazendo bicos. E o nomadismo permite que a pessoa continue na sua área de atuação. Já os contras são mais simples: conexão de internet fraca, saudade da família e dos amigos.

O que fazem quando bate essa saudade?

Pela internet mantemos contato com eles praticamente todos os dias. E volta e meia voltamos para São Paulo para algum trabalho. Daí sempre ficamos com eles e matamos a saudade. Se pudéssemos levaríamos todos juntos conosco, mas cada um tem a sua vida. Precisamos respeitar isso assim como eles nos respeitam.

E o que pode mudar na relação com a família?

As relações familiares até se fortaleceram porque quando estamos juntos realmente fazemos de tudo pra estarmos presentes de verdade sem que a nossa mente esteja em outro lugar. E como isso não acontece mais conosco, valorizamos cada oportunidade de estarmos perto das pessoas que amamos.

Quando visitam uma nova cidade, vocês consideram no roteiro visita a bares e restaurantes?

Sim! Faz parte! Geralmente procuramos os lugares através de aplicativos de indicação como Yelp ou Foursquare. Chegamos a uma cidade nova e procuramos avaliações de bares legais - geralmente aqueles que têm bastante feedback positivo são bons mesmo.

Nas andanças de vocês, encontram Heineken® com facilidade? Vocês se lembram de algum grande momento em que a cerveja esteve lá?

Adoramos a Heineken®! Sempre que encontramos, pedimos. Ela está presente em todos os lugares por onde já passamos. Tivemos um picnic com amigos na Museumplein, em Amsterdam! Adoramos essa cidade e a cerveja sempre acompanha, é claro. Ainda mais sendo na sua terra natal.

E qual o local mais inusitado onde vocês degustaram uma Heineken?

Antes de descer na Tirolesa da Heineken no ultimo Rock in Rio!

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Curiosidades
Festivais de música pelo mundo

Festivais de música pelo mundo

Música e cerveja fazem uma dobradinha fantástica. E nada melhor do que curtir grandes shows ao lado das grandes cervejas do portfólio da HEINEKEN, que estão presentes em diversos festivais de música, inclusive como patrocinadoras oficiais de muitos deles. Confira alguns dos mais badalados eventos de musicais do mundo.

Sónar

Sónar é um festival cultural completo que reúne música e tecnologia em um grande evento. Além de entreter, tem uma programação variada que procura discutir os rumos das novas tecnologias e seus impactos, como, por exemplo, a forma com que consumimos música, dança, arte e outras representações culturais.

Ponto de encontro de pessoas ousadas, é realizado desde 1994 em Barcelona e, a partir de 2002, começou a ser promovido em outras grandes cidades como Nova York, Los Angeles, Londres, Frankfurt, Lisboa, Toronto, Chicago, Seul, Tóquio e Buenos Aires. Sua última edição aconteceu recentemente em São Paulo.

Rock in Rio

Legitimamente brasileiro, o Rock in Rio é um dos eventos musicais mais aclamados de todo o mundo. Ele surgiu em 1985 com o intuito de unir o planeta em prol de um mundo melhor. Já foi sediado em Lisboa e Madri e em 2015 completou 30 com um evento histórico e cheio de atrações.

Nos sete dias de festa, em uma área total de 150 mil metros, mais de 590 mil pessoas puderam conferir atrações de artistas como Rihanna, Katy Perry, Queen com Adam Lambert, System of a Down, Slipknot, Metallica, Rod Stewart, Faith no More, John Legend, Korn, Deftones, Steve Vai, Seal, Elton John, Mötley Crüe, Royal Blood e Queens of the Stone Age.

Desde 2001 o Rock in Rio busca ampliar o seu alcance para promover também discussões sobre questões socioambientais focadas na educação e na cidadania.

Coachella

O Coachella é realizado no meio de um deserto na Califórnia, nos Estados Unidos, e é um dos grandes festivais de música e arte em todo o mundo. Promovido desde 1999, o festival reúne a cada edição mais de cem representantes da cena alternativa da música eletrônica, do hip hop e do rock. São atualmente três dias de muita música e festa. A primeira edição teve dois dias de shows e reuniu cerca de 25 mil pessoas. A edição de 2015 reuniu cerca de 198 mil fãs da música e artes.

Sound Atlas

Promovido em Berlim, Tóquio e Nova York, este projeto é uma plataforma de música da Heineken® que convida o público a carimbar seu passaporte rumo a experiências musicais e culturais ao redor do globo. A principal proposta é descobrir inovações musicais e culturais em cada cidade, dando a devida atenção também para a arquitetura, turismo e moda. DJs e produtores musicais são os responsáveis por embalar milhares de pessoas em grandes espaços de cada uma das cidades.

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Curiosidades
7 dicas para curtir a noite de forma responsável

7 dicas para curtir a noite de forma responsável

Para todo bom cervejeiro é clara a diferença entre degustar uma boa cerveja e abusar do consumo de bebidas alcoólicas. Afinal, beber com moderação te dá a chance de, aproveitar a noite para se divertir genuinamente e de fato degustar sua bebida, e pensar conscientemente nas suas escolhas, práticas que a Heineken apoia e defende mundo afora.

Para não cair nas roubadas que beber de forma irresponsável pode te colocar, preparamos sete dicas que vão te ajudar a curtir melhor sua noite, de forma moderada no álcool, mas não na diversão! wink

1 - Beba água

Pode parecer clichê, mas você realmente sabe o quanto de água deve ingerir nos intervalos da degustação de bebidas alcoólicas? A cada lata de cerveja você deve tomar um copo d’água, que ajudará a manter a hidratação do corpo contra os efeitos diuréticos do álcool.

2 – Aprecie

A cerveja é rica em sabores e aromas. Por isso, deguste sem pressa. De o primeiro gole para estimular o paladar a identificar os diferentes sabores e respire enquanto estiver com o líquido na boca, para sentir os aromas. Após engolir, sinta o gosto que mais se destacou e como ele evolui. É divertido e prazeroso tentar identificar as nuances presentes em cada tipo de cerveja e qual o melhor jeito de degusta-la.

3 – Nada de barriga vazia

Beber sem ter comido nada também é uma bola fora. Estar alimentado reduz a absorção do álcool pelo estômago e, de barriga cheia, você terá naturalmente vontade de beber menos. Só evite alimentos muito salgados que potencializarão a desidratação.

4 – Não misture

Evite misturar bebidas diferentes. Quando isso acontece, há maiores chances de não fazer bem. Muito desse efeito acontece em razão das variações dos níveis alcoólicos em cada bebida.

5 – Mantenha a parte boa

Você já deve ter ouvido falar que cerveja pode, sim, fazer bem à saúde. No entanto, para aproveitar esses benefícios, é preciso consumir com moderação. Três latas por dia para homens e duas para mulheres podem trazer bons benefícios ao coração, por exemplo.

6 – Esteja disposto

Se o seu dia foi muito cansativo, o melhor a fazer é pegar leve. Afinal, sono e álcool não são uma boa combinação. Estar sonolento vai potencializar muito o efeito do álcool no seu organismo - o fígado estará menos eficiente para processar a bebida.

7 – Nada de direção

Não custa nada lembrar que álcool e direção não combinam nem um pouco. Apenas uma lata ou copo podem alterar seus reflexos, mesmo que você não perceba logo de cara. Por isso, tenha sempre em mãos aplicativos de para pedir por um táxi ou uma carona, por exemplo. Muitos oferecem ótimos descontos na corrida durante os fins de semana para estimular que ninguém beba e dirija. Você pode também combinar com os amigos para eleger quem não vai consumir bebidas alcoólicas e irá levar a galera para casa naquele dia.

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O street style de Lucas Penido

O street style de Lucas Penido

Lucas Penido passou mais da metade da vida em Nova Iorque e a adolescência, vivida na cidade, aumentou seu interesse por street style. Interesse esse que começou na infância, em Belo Horizonte, quando admirava os estilos de personagens de filmes pop-clássicos da geração dos anos 1980 e 1990, como Karatê Kid e Os Goonies. Agora, aos 33 anos, Lucas é uma das pessoas mais influentes do cenário da moda de rua graças ao The Hype BR, o maior site brasileiro especializado em estilo de vida do jovem contemporâneo.

Ele criou sozinho o The Hype BR, que começou como um blog há oito anos. Viu que havia uma grande carência de conteúdo em português sobre o tema e investiu na ideia. Hoje o site se tornou uma empresa que gera conteúdo para marcas que desejam se comunicar com o público jovem, sendo administrado por uma equipe grande, dividida em funções editoriais e administrativas. Os números impressionam: mais de 1,5 milhões de acessos mensais, em temas não apenas relacionados à moda, mas também a lifestyle, arte e cultura. Isso para não falar dos acessos ao canal de vídeos no YouTube, chamado THBR TV, e dos planos futuros, que incluem o THBR APP, um aplicativo que lista as lojas mais bacanas para visitar no mundo todo.

Entrevistamos Lucas, que nos contou sobre seus outros projetos relacionados ao mundo da moda e o quão esse assunto também envolve outros meios, como, por exemplo, o universo da cerveja.

Sua notoriedade está ligada ao meio da moda de rua. Qual a importância dela na sua vida e profissão?

É um dos principais pilares dentro do que faço. O mais legal da moda de rua é que ela literalmente não está ligada a um rótulo específico. Você pode usar um tênis ou um sapato que comprou em um brechó, com um acessório de uma marca de luxo e isso é moda de rua.

Se você pudesse definir o seu estilo, qual seria?

Se fosse definir, diria que o meu estilo é “camaleão”. Amo o fato de poder me expressar através do que visto. Então, o que visto varia dependendo de como estou me sentindo naquele dia.

Como foi ser anfitrião do Workshop Series, uma série de bate papos em parceria com a Secretaria de Cultura de São Paulo?

As confraternizações visam unir em um só lugar as principais mentes do cenário. Na primeira edição falamos sobre “A Moda Urbana” e o próximo tema será “Gastronomia e Viagem”, através da perspectiva e de um olhar jovem. O aval da secretaria mostra o quanto o trabalho é sério. Em 2016 levaremos o Workshop Series para outras capitais do Brasil.

A cerveja Desperados apoiou esse projeto. Qual a sua parceria com a marca?

Deu certo, pois a Desperados é a cara do nosso público: jovem, despojada e cool. No que depender de mim, quero que essa parceria dure por muitos anos. Tenho um relacionamento muito bacana com a HEINEKEN, que tem uma equipe sensacional.

Você acha que o público ligado nas tendências da moda urbana é parecido com o consumidor tradicional de cerveja?

Sem dúvida. Não acredito que o consumidor de cerveja seja mais só o estereótipo do “tiozão com aquela barriguinha”. Quem assistir o vídeo que fizemos do Workshop Series, verá que no público que estava na festa, depois do bate-papo, era variado, com todo tipo de pessoa: jovens, uma turma de empresários super cool e um público feminino muito expressivo. Praticamente todo mundo feliz e bebendo a Desperados.

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Série profissões: o mestre cervejeiro

Série profissões: o mestre cervejeiro

A série profissões, apresentada por aqui, se originou em maio como uma forma de homenagear os profissionais envolvidos em toda a cadeia de produção da cerveja. De lá para cá, já falamos sobre o agricultor de cevada (o responsável pela plantação deste cereal) e sobre o mestre malteiro (o coordenador da malteação da cevada). Hoje o assunto é o mestre cervejeiro, profissional responsável pela fabricação das cervejas. Apesar de sua atividade principal ser dentro da cadeia produtiva, o que muitos não sabem é que fazer cerveja é apenas uma das várias responsabilidades que ele tem.

Para elencar todos os afazeres que a profissão envolve, conversamos com o gerente de processos sênior Rafael Farias Ferreira. Ele é o mestre cervejeiro da HEINEKEN Brasil na cervejaria localizada no município de Ponta Grossa (PR), umas das setes fábricas que a empresa possui no Brasil. A fábrica do Paraná produz as marcas Kaiser, Kaiser Radler, Bavária, Bavária 0,0%, Summer e Santa Cerva, todas sob responsabilidade de Rafael.

Um das atividades o mestre cervejeiro é degustar a bebida em diversos estágios da produção. Há provas inclusive dos ingredientes, como a água que será usada na fabricação, para verificar sua pureza, por exemplo. O comportamento da cerveja também é analisado sensorialmente, durante a fermentação e a maturação, até a prova final, feita após a finalização de todo o processo. Essas provas são feitas com responsabilidade, moderação e não são realizadas diariamente. Há o cuidado de degustar quantidades pequenas e sempre pela manhã, hora em que nossos sentidos estão menos “poluídos” pelas influências externas.

O principal objetivo das provas feitas pelo um mestre cervejeiro, segundo Rafael, é garantir a qualidade e a tradição em cada batelada, de cada produção. Isso faz com que a cerveja não perca sua identidade, conquiste cada vez mais consumidores e mantenha seus fãs.

“A HEINEKEN Brasil oferece diversas ferramentas e sistemas que possibilitam agilidade e assertividade durante a produção, garantindo mais qualidade e conformidade com os padrões e receitas de cada marca”, diz Rafael. A cerveja Heineken, por exemplo, tem a mesma receita no mundo todo.

Rotina e formação

A rotina na cervejaria é bastante agitada, principalmente durante o verão, quando a produção é mais intensa, ocorrendo 24 horas por dia e sete dias por semana.

Quem quiser ingressar na profissão deverá se formar no exterior, pois o Brasil não oferece a cursos para mestre cervejeiro - há apenas cursos técnicos e de tecnologia nessa área. Dentre as várias instituições que oferecem o curso fora do Brasil, as mais tradicionais ficam na Alemanha e foi lá que o Rafael se formou.

Experiência em cervejaria é outra exigência da profissão e, no caso dele, ter um pouco de sorte também contou a favor. Rafael conta que, quando cursou técnico em química aos 17 anos, as duas opções para estagiar na indústria eram em cervejaria ou papelaria, no pequeno município de Lages (SC), sua cidade natal. Ele escolheu cervejaria e passou no processo seletivo. “A paixão por cerveja e a vontade de aprender só cresceram ao longo desses 16 anos”, diz Rafael, que tem 33 anos de idade.

Nos momentos de lazer, Rafael costuma adaptar o tipo de cerveja à ocasião, mas não esconde sua preferência pelas cervejas escuras do tipo Stout. Ele também aproveita para degustar diferentes tipos de cerveja durante as viagens que faz. Uma cerveja que provou em Bamberg, na Alemanha, durante o curso de mestre cervejeiro está entre um das mais marcantes de sua vida, junto à visita ao Heineken Experience, museu da cervejaria na Holanda. “Visitei algumas vezes o museu e recomendo para qualquer um que tenha planos de viajar para Amsterdã. É uma experiência única”, acrescenta.

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