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 A história de petiscos que combinam com cerveja

A história de petiscos que combinam com cerveja

A chegada do fim do ano traz ainda mais motivos para a confraternização com familiares e amigos. Se não pode faltar cerveja, também não dá para esquecer dos petiscos, como as coxinhas, o pastel e o escondidinho. Esses deliciosos quitutes harmonizam com cerveja e muita descontração. Mas de onde eles vêm? Fomos atrás das histórias dos famosos acepipes que você tanto gosta. Confira!

A brasileiríssima coxinha

Talvez seja a mais unânime na preferência dos brasileiros. Com DNA originalmente verde a amarelo, a coxinha tem algumas histórias para explicar sua origem. A autora Roberta Malta Saldanha publicou em seu livro “Histórias, Lendas e Curiosidades da Gastronomia” o relato considerado por muitos como o mais verídico. Por isso, voltemos ao Regime Imperial do Brasil.

O livro diz que a coxinha nasceu de um capricho do filho da Princesa Isabel com o Conde d’Eu. O garoto vivia muito isolado - lhe atribuíam problemas mentais - em Limeira, no interior de São Paulo. Entre suas comidas preferidas estavam as coxinhas de galinha.

Mas houve um certo dia que a cozinheira da família percebeu que não teria coxas o suficiente para alimentar a criança e resolveu arriscar em um preparo novo. Desfiou um frango inteiro e embrulhou a carne em uma massa à base de farinha e batata. E foi um sucesso. Tanto que até a Imperatriz Tereza Cristina foi à fazenda para provar o quitute e mandou que a receita fosse levada ao Mestre da Cozinha Imperial, que passou a preparar a iguaria, servida nos eventos da realeza.

Ao longo do tempo a coxinha ganhou novos ingredientes. Na mais recente onda dos food trucks, houve até receitas com recheios doces.

No entanto, uma polêmica prevalece até os dias de hoje. Qual é o jeito certo de comer coxinha? Uns optam por dar a primeira mordida na parte mais “gordinha” e recheada. Outros preferem começar pela pontinha crocante. Independente disso, em ambos os casos, a cerveja Amstel é a pedida perfeita para combinar com o petisco.

Pastel: o quitute com sotaque paulistano

O petisco mais paulistano do boteco. É assim que podemos apresentar o tão querido pastel. Naturalmente, o pastel também tem sua origem envolta a incertezas.

Uma linha de pensamento concede à Ásia a maternidade do petisco, resultado da mistura do Rolinho Primavera (Harumaki) da culinária chinesa com o Gyosa da cozinha japonesa. Ele teria chego ao Brasil junto com os imigrantes japoneses e chineses no pós-guerra, aproximadamente em 1940. A receita foi então adaptada com ingredientes nacionais.

Outras das prováveis origens nos levam à Europa. Uma diz que povos da Idade Média já preparavam massas recheadas que eram levadas ao forno. Em outra, sua origem acontece na Península Ibérica (Portugal e Espanha), onde há relatos de que essa massa passou a ser frita.

Com inúmeros recheios e formatos, o pastel também tem a cara de São Paulo. Afinal, quem nunca escutou alguém chamar o garçom e pedir “dois pastel e um chopes”?! E por falar em cerveja, que tal experimentar essa iguaria com a Heineken®?

O charmoso escondidinho

Recheado de sabor e “sustância”, temos o simpático escondidinho. A versão mais popular no Brasil é de carne seca, que tem raízes no Nordeste do país. E teria sido por lá que o acepipe ganhou fama e se espalhou pelo Brasil. No entanto, sua origem seria francesa e com o nome Hachis Parmentier. Nesse prato eram usadas sobras de carne de panela ou de carne assada no forno como recheio. Seja qual for o tipo de carne do recheio, vale experimentar com o Xingu Red, perfeita para combinações desse tipo.

E você? Como costuma apreciar seus petiscos?

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