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Unidos pela liberdade de criar e inovar

Unidos pela liberdade de criar e inovar

Entre os dias 14 e 15 de maio, a cidade de São Paulo foi a capital brasileira da inovação e da criatividade com o Festival Path. Nele aconteceram encontros entre profissionais das mais diferentes áreas criativas por meio de atividades como palestras, exposições, filmes e shows. E em todas elas o que se buscou foi despertar no público o entendimento de que cada encontro programado ou espontâneo do evento servisse de caminho para transformações reais na sociedade.

E como uma das melhores ferramentas para se envolver uma grande quantidade de pessoas para o engajamento de uma causa ou ideia, as redes sociais tiveram grande destaque no evento. A ponto de que SOL Premium, cerveja patrocinadora do Festival Path, coletou depoimentos de artistas e empreendedores que se apresentaram por lá e compartilhou algumas delas no seu perfil do Instagram @cervejasol. A ação, chamada de #RetratosLibres, foi executada através de um ensaio fotográfico em que cada personagem respondia o que entendia como “Espiritu Libre” – o grande conceito por trás da marca de cerveja que estimula a declaração de independência àqueles que resistem à pressão do conformismo e afirmam a sua liberdade fazendo as coisas do seu próprio jeito.

Iniciamos pela música. Daniel Bacchieri é fundador e curador do @streetmusicmap e, segundo o artista, a música livre influencia e muda o mundo provocando conexões. “A música precisa de liberdade para ser criada. Música é a arte mais universal, ultrapassa fronteiras e provoca conexões imediatas. A rua é o palco mais livre que um artista pode experimentar. Afinal, não há lugar melhor para se ter um feedback sincero de uma audiência em permanente movimento. Como ouvintes, precisamos ouvir mais as ruas. A trilha sonora das nossas esquinas é o retrato mais apurado da realidade”, analisa.

Ouvir e enxergar as ruas, pois nas grandes metrópoles a arte de rua é sempre um elemento que serve como importante elo entre as histórias da cidade e seus moradores. Por essa razão, o grafiteiro e ativista do coletivo “Agentes Marginais”, Mauro Neri, foi indagado sobre como o grafite se relaciona com liberdade. “Lembro-me da sensação de ver meu primeiro grafite na parede: percebi como é participar da ressignificação da paisagem, ter a satisfação de me reconhecer na cidade e dialogar com ela. Como um ‘Agente Margina’, sou um ‘Ativista’ de espírito livre em busca de acessos que vão além das margens geográficas, socioeconômicas e culturais da metrópole. Tentamos mostrar com arte o que precisa ser revelado: a nossa veracidade que ‘subvive’ na invisibilidade”, pontua.

Em um mundo em que cada vez mais pessoas buscam novas experiências em novas cidades e países, hospedar pessoas também pode se relacionar com liberdade. Por isso, a redatora e criadora da Casa Samambaia, em Curitiba, Bruna Castro tem papel fundamental nesse cenário. “Minha casa é um espaço de encontros. Moro nela, mas também hospedo pessoas do mundo inteiro e realizo diversas atividades como jantares, sessões de cinema ou oficinas. Ter um espaço como este é um privilégio e tento utilizá-lo de maneiras diferentes. Hospedo pessoas há seis anos e isso me ajudou a desapegar da questão da privacidade, das coisas materiais e até do espaço físico da própria casa. Hoje estou em Curitiba, mas pode estar em qualquer lugar. Sinto-me conectada com essas pessoas e elas comigo. E acho que o mundo está precisando disso”, destaca a boa anfitriã.

Vivendo de modo bastante otimista, Luciana Caletti é criadora do site “Love Mondays”. Ou seja: sim, existe quem ame as segundas-feiras. Mas, segundo Luciana, essa boa relação com o primeiro dia útil da semana tem a ver com a correta escolha profissional das pessoas. “Quando a pessoa trabalha em um lugar que tem valores parecidos com os dela, onde se sente bem e pode ser ela mesma, ela pode atingir seu potencial máximo e ter sim um espírito livre. Estar em sintonia com o ambiente de trabalho torna a pessoa mais produtiva, realizada e, é claro, mais feliz. No meu trabalho realizo o meu sonho de empoderar pessoas. Utilizo minha criatividade e garra todos os dias para construir, junto com as pessoas, uma plataforma onde profissionais possam encontrar o emprego que os faça amar as segundas-feiras”, explica.

E essa relação do Espíritu Libre com a vida profissional das pessoas não para por aí. Afinal, o espírito livre está trazendo novas ideias para outras empresas e serviços. Um desses setores é o dos escritórios compartilhados do crowdfunding. “Ter o espírito livre é ser o mais real e sincera possível com minhas paixões e vontades. É deixar a criatividade fluir, desenvolver ideias e me apaixonar por elas. A partir daí, ter coragem para seguir e transformá-la em realidade. O espírito livre não deixa que o sistema dite nosso comportamento e isso traz inovação para o ambiente de trabalho. Inovação muda o mundo! As ideias mais malucas foram pensadas fora da caixa, por ‘espíritos livres’ do status quo”. É assim que pensa Natalie Assad, cofundadora da plataforma de crowdfunding Partio Brasil.

Para ler mais opiniões e depoimentos, é só acessar o perfil da Sol no Instagram: @cervejasol

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